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Comer arroz aumenta a glicose? Dra. Renata esclarece mitos e verdades ao Portal Metrópoles

O arroz é um dos alimentos mais presentes na mesa dos brasileiros, mas também um dos primeiros a serem “vilanizados” em dietas de emagrecimento. Recentemente, a Dra. Renata, endocrinologista do Instituto de Medicina Sallet, foi fonte de uma reportagem especial na coluna de Claudia Meireles, no Portal Metrópoles, para explicar o real impacto deste carboidrato nos níveis de açúcar no sangue. A discussão ganha relevância especialmente para pacientes com diabetes, pré-diabetes ou aqueles que buscam o controle do peso, onde o índice glicêmico dos alimentos desempenha um papel crucial. O arroz é realmente um vilão para a glicose? Segundo a Dra. Renata, a resposta não é um simples “sim” ou “não”, mas depende da forma de consumo. O arroz branco, por passar por um processo de polimento que remove as fibras, possui um índice glicêmico mais elevado, o que pode gerar picos de insulina se consumido de forma isolada e em grandes quantidades. Dicas da especialista para equilibrar o prato: Para evitar que o consumo de arroz resulte em um aumento brusco da glicemia, a Dra. Renata destaca estratégias práticas de combinação alimentar: Acompanhamentos Inteligentes: Nunca consuma o arroz sozinho. Ao combiná-lo com fibras (folhas verdes e legumes) e proteínas (carnes, ovos ou frango), a velocidade de absorção do carboidrato diminui drasticamente. O papel das fibras: Optar pelo arroz integral ou adicionar grãos e sementes ao arroz branco ajuda a manter a saciedade por mais tempo. Quantidade e Proporção: O equilíbrio está na distribuição do prato, onde o carboidrato deve ocupar uma porção moderada, priorizando o aporte de vegetais. Saúde Metabólica além da dieta A endocrinologista reforça que o controle da glicose é um pilar fundamental não apenas para quem quer emagrecer, mas para a prevenção de doenças cardiovasculares e metabólicas. No Instituto Sallet, esse olhar especializado da endocrinologia trabalha em conjunto com a nutrição para criar planos que não sejam restritivos, mas sim inteligentes e sustentáveis. “Não precisamos excluir alimentos culturalmente importantes, como o arroz, mas aprender a consumi-los de maneira que favoreça a nossa saúde metabólica”, afirma a Dra. Renata. Confira a matéria completa com todos os detalhes técnicos no Metrópoles.

Fome, gula ou compulsão? Ana Beatriz explica as diferenças em destaque na mídia nacional

Identificar o que nos leva a comer é um dos maiores desafios para quem procura uma relação saudável com a comida. Recentemente, o tema ganhou grande repercussão em diversos veículos de comunicação, contando com a expertise de Ana Beatriz, nutricionista do Instituto de Medicina Sallet e especializada em comportamento alimentar. Em entrevistas concedidas a portais como iG Saúde, Terra e Revista AnaMaria, a especialista detalhou como distinguir os sinais do corpo e da mente, ajudando a combater o ciclo de culpa e o efeito sanfona. Entenda a diferença: Fome Física vs. Fome Emocional Segundo Ana Beatriz, saber diferenciar esses estados é o primeiro passo para o controle do peso e a saúde mental. Fome Física: Surge gradualmente, é sentida no estômago e pode ser saciada com qualquer alimento saudável. Gula: É um desejo específico por um sabor ou textura, muitas vezes ligado ao prazer imediato, mas sem a necessidade fisiológica. Compulsão Alimentar: Um transtorno mais profundo, onde há perda de controlo sobre a ingestão, geralmente rápida e em grandes quantidades, seguida por sentimentos de angústia. Por que é importante identificar esses sinais em 2026? Com a rotina cada vez mais acelerada, é comum “descontarmos” as emoções na comida. Ana Beatriz reforça que, para quem passou ou pretende passar por tratamentos como a cirurgia bariátrica ou o uso de medicações, o acompanhamento psicológico é indispensável para evitar o reganho de peso. Confira a repercussão completa na mídia: A participação da nossa especialista gerou uma série de matérias ricas em orientações práticas. Pode ler o conteúdo detalhado em cada um dos veículos abaixo: Portal iG: Fome, gula ou compulsão alimentar? Entenda as diferenças Terra (Vida e Estilo): Saiba identificar e agir perante a compulsão Revista AnaMaria: Especialistas explicam como lidar com a alimentação emocional Bons Fluidos: Equilíbrio e comportamento alimentar Correio do Estado: No Dia da Gula, saiba diferenciar os sinais Afina Menina: Guia prático para identificar a fome em 2026 Terra (Degusta): Alimentação com saúde e consciência

Reganho de peso após emagrecer: Dr. Sallet explica como evitar o efeito sanfona na Boa Forma

O reganho de peso é uma das maiores preocupações de quem busca o emagrecimento saudável. Em entrevista recente à revista Boa Forma, o Dr. José Afonso Sallet, cirurgião bariátrico e CEO do Instituto de Medicina Sallet, esclareceu por que esse processo não deve ser visto como um fracasso, mas sim como um sinal de que a obesidade, como doença crônica, precisa de acompanhamento contínuo. Com a popularização das “canetas emagrecedoras” (agonistas de GLP-1), as dúvidas sobre a manutenção dos resultados a longo prazo aumentaram. Abaixo, resumimos os principais pontos abordados pelo Dr. Sallet na matéria. Por que o reganho de peso acontece? Segundo o Dr. Sallet, a obesidade é uma doença complexa e multifatorial. Por isso, o foco deve ser sempre no tratamento a longo prazo, e não apenas em uma meta de peso momentânea. O mito do milagre: Dados mostram que cerca de 80% dos pacientes que utilizam medicações sem mudança de estilo de vida recuperam o peso após um ano da interrupção. A eficácia da Cirurgia Bariátrica: O médico explica que a cirurgia é uma ferramenta potente, mas não é mágica. O reganho de peso na bariátrica é monitorado de perto quando ultrapassa 20% a 30% do menor peso atingido. Como evitar o efeito sanfona e manter os resultados? A chave para o sucesso, de acordo com o especialista, está na mudança comportamental. Não basta apenas o uso da medicação ou a realização da cirurgia; é necessário uma reorganização da rotina que inclua: Plano alimentar equilibrado: Sem restrições extremas que levem ao abandono do tratamento. Atividade física regular: Essencial para a manutenção do metabolismo ativo. Equipe Multidisciplinar: O apoio de nutricionistas, psicólogos e endocrinologistas é o que garante a sustentabilidade do peso. “O verdadeiro protagonista do processo é o paciente, que precisa assumir o compromisso com a mudança de hábitos”, afirma o Dr. Sallet. Saiba mais sobre o tratamento da Obesidade O Instituto Sallet é referência em Cirurgia Bariátrica e Metabólica em São Paulo, oferecendo um suporte transdisciplinar completo para evitar o efeito sanfona e promover saúde com segurança. Confira a entrevista completa do Dr. Sallet no portal Boa Forma.

Mindfulness na Alimentação

A alimentação é uma parte fundamental de nossas vidas. Não apenas fornece os nutrientes necessários para o funcionamento do nosso corpo, mas também está intrinsecamente ligada às nossas emoções e bem-estar. No entanto, muitas vezes, comemos sem pensar, ignorando os sinais do nosso corpo e as pistas sobre o que realmente precisamos. É aí que entra o mindfulness na alimentação, uma abordagem que nos ajuda a reconectar com a comida e a melhorar nossa relação com ela.   O que é mindfulness na Alimentação? Mindfulness na alimentação é a prática de prestar atenção plena ao ato de comer. Envolve estar consciente do que estamos comendo, como estamos comendo e por que estamos comendo. A ideia é desacelerar, sintonizar-se com as sensações do corpo e com o sabor dos alimentos, e tomar decisões alimentares conscientes.   Benefícios:  Controle do peso: Ao praticar o mindfulness na alimentação, você se torna mais consciente de sinais de fome e saciedade. Isso pode ajudar a evitar comer em excesso e promover um controle de peso saudável. Melhoria na digestão: Comer conscientemente ajuda a melhorar a digestão, pois seu corpo está em um estado de relaxamento e absorção adequada de nutrientes. Redução do estresse: O mindfulness na alimentação pode reduzir o estresse relacionado à comida, auxiliando na gestão do estresse emocional e na escolha de alimentos mais saudáveis. Apreciação dos alimentos: Você passa a apreciar mais a comida e a saboreá-la plenamente, o que pode levar a uma maior satisfação com as refeições.   Como praticar: Coma devagar: Evite comer com pressa. Mastigue devagar, saboreie cada mordida e preste atenção à textura e ao sabor dos alimentos. Desligue telas: Evite distrações como assistir TV ou mexer no celular enquanto come. Concentre-se na refeição. Escute seu corpo: Fique atento aos sinais de fome e saciedade. Pare de comer quando se sentir satisfeito, mesmo que ainda haja comida no prato. Observe as sensações físicas e emocionais: esteja ciente de como a comida afeta seu corpo e suas emoções. Isso pode ajudá-lo a fazer escolhas alimentares mais conscientes. Aprecie a preparação: Se possível, participe da preparação das refeições. Isso aumenta a conexão com os alimentos.   O mindfulness na alimentação é uma abordagem poderosa para cultivar uma relação mais saudável com a comida. Ele ajuda a reconectar com os sinais do corpo, a apreciar os alimentos e a tomar decisões alimentares conscientes.    Ao praticar o mindfulness na alimentação, você pode experimentar benefícios para a sua saúde e bem-estar, criando uma relação mais positiva e equilibrada com a comida em sua vida cotidiana.    Confira o video da psicóloga Dra. Bianca Godoy com mais dicas como praticar o mindfulness: https://www.instagram.com/p/CV2uu7Ylrc5/?utm_source=ig_web_copy_link&igshid=MzRlODBiNWFlZA==   Comece hoje mesmo e colha os frutos de uma alimentação mais consciente e saudável.

Vegetarianos podem realizar cirurgia bariátrica ?

A cirurgia bariátrica é um procedimento eficaz para o tratamento da obesidade e de condições relacionadas. Muitas pessoas que optam por esse procedimento têm dúvidas sobre como o vegetarianismo se encaixa nesse contexto. Será que os vegetarianos podem realizar a cirurgia bariátrica? Neste artigo, vamos explorar essa questão e fornecer informações valiosas para aqueles que seguem uma dieta vegetariana e estão considerando a cirurgia bariátrica como uma opção para perda de peso e melhoria da saúde. Quem é vegetariano, não pode realizar a cirurgia bariátrica? Mito. Felizmente, ser vegetariano não é uma contraindicação absoluta para a realização da cirurgia bariátrica. É possível adaptar o procedimento às necessidades e preferências alimentares do paciente vegetariano, garantindo que ele possa obter os nutrientes necessários para uma recuperação adequada e um estilo de vida saudável pós-cirúrgico. No entanto, é importante que o paciente vegetariano trabalhe em estreita colaboração com uma equipe médica especializada, como a equipe do Instituto de Medicina Sallet, para garantir que todas as suas necessidades nutricionais sejam atendidas. Os profissionais de saúde poderão fornecer orientações personalizadas e um plano alimentar adaptado às preferências vegetarianas, garantindo a adequada ingestão de proteínas, vitaminas e minerais essenciais. Algumas dicas para os vegetarianos que desejam passar por esse procedimento: Consulte um médico especialista: Agende uma consulta com um médico especializado em cirurgia bariátrica, como os profissionais do Instituto de Medicina Sallet. Eles poderão avaliar sua situação individualmente e fornecer orientações específicas para suas necessidades. Avalie sua ingestão nutricional: Antes da cirurgia, é importante avaliar sua ingestão de nutrientes, especialmente proteínas, ferro, vitamina B12 e cálcio, que podem ser afetados pela exclusão da carne na dieta. Um nutricionista especializado pode ajudá-lo a identificar possíveis deficiências e planejar uma dieta equilibrada e suplementação, se necessário. Siga as orientações pós-operatórias: Após a cirurgia bariátrica, é essencial seguir as recomendações médicas e nutricionais. Isso inclui consumir alimentos ricos em proteínas vegetais, como leguminosas, tofu, seitan, quinoa e produtos lácteos ou ovos, se permitidos em sua dieta. O acompanhamento nutricional contínuo é fundamental para garantir uma recuperação adequada e uma alimentação saudável. Busque apoio e informação: Participe de grupos de apoio a pacientes bariátricos vegetarianos, onde você pode compartilhar experiências e obter dicas valiosas de pessoas que passaram pela mesma situação. Também esteja aberto ao aprendizado contínuo sobre nutrição vegetariana e converse com um nutricionista especializado nesse tipo de dieta. O vegetarianismo não impede a realização da cirurgia bariátrica, desde que o paciente esteja disposto a trabalhar em estreita colaboração com uma equipe médica especializada e siga as orientações nutricionais adequadas. No Instituto de Medicina Sallet, estamos comprometidos em oferecer um cuidado personalizado e adaptado às necessidades individuais de cada paciente. Se você é vegetariano e está considerando a cirurgia bariátrica, agende uma consulta conosco para discutir suas opções e obter as orientações necessárias para alcançar seus objetivos de saúde e bem-estar. Estamos aqui para apoiá-lo em sua jornada rumo a uma vida mais saudável e equilibrada.

Quantidade de proteínas nos alimentos: uma visão abrangente

As proteínas são componentes essenciais para a construção e reparação dos tecidos do nosso corpo. Elas desempenham um papel vital na manutenção da saúde, na função muscular, na regulação hormonal e em muitos outros processos fisiológicos. Uma alimentação equilibrada e rica em proteínas é fundamental para atender às necessidades nutricionais do nosso organismo. Neste artigo, exploraremos a quantidade de proteínas encontrada em diferentes alimentos, destacando fontes de origem animal e vegetal.   Proteínas de origem animal:   As proteínas de origem animal são consideradas fontes completas de aminoácidos essenciais, fornecendo todos os aminoácidos necessários para o bom funcionamento do corpo. Aqui estão alguns exemplos de alimentos de origem animal e suas quantidades aproximadas de proteínas por porção:   Peito de frango (100g): cerca de 31g de proteínas. Filé de carne bovina (100g): em média, 26g de proteínas. Ovos (2 ovos médios): aproximadamente 12g de proteínas. Peixe (salmão, atum, truta, etc.) (100g): geralmente, entre 20g e 25g de proteínas. Queijo cottage (100g): cerca de 11g de proteínas. Iogurte grego (200g): aproximadamente 10g de proteínas.   Proteínas de origem vegetal:   As proteínas de origem vegetal são encontradas em diversos alimentos e podem ser uma ótima opção para vegetarianos e veganos. Embora as proteínas vegetais geralmente não sejam tão completas em aminoácidos como as proteínas animais, uma combinação adequada de alimentos vegetais pode fornecer todos os aminoácidos necessários. Aqui estão alguns exemplos de alimentos vegetais e suas quantidades aproximadas de proteínas por porção:   Feijões (100g): cerca de 7g a 9g de proteínas, dependendo do tipo. Lentilhas (100g): em média, 9g de proteínas. Tofu (100g): aproximadamente 8g de proteínas. Grão-de-bico (100g): cerca de 7g de proteínas. Quinoa (100g): geralmente, entre 4g e 6g de proteínas. Amêndoas (28g): aproximadamente 6g de proteínas.   Outras fontes de proteínas:   Além das fontes mencionadas acima, existem outros alimentos que também podem contribuir para o consumo de proteínas:   Whey protein em pó (por porção recomendada): as quantidades podem variar dependendo da marca e do tipo de whey protein, mas geralmente fornecem cerca de 20g a 30g de proteínas. Sementes de chia (28g): aproximadamente 4g de proteínas. Sementes de cânhamo (28g): cerca de 9g de proteínas. Leite de amêndoa (240ml): em média, 1g de proteínas. Leite de soja (240ml): aproximadamente 7g de proteínas.   As proteínas são fundamentais para o funcionamento adequado do nosso corpo, e é importante incluir uma variedade de alimentos fontes de proteínas em nossa alimentação diária. Tanto as proteínas de origem animal quanto as de origem vegetal têm seu valor nutricional e podem desempenhar um papel importante em uma dieta equilibrada.    A quantidade de proteínas em cada alimento pode variar, portanto, é recomendado consultar tabelas nutricionais e orientar-se por recomendações profissionais para garantir um consumo adequado de proteínas com base em suas necessidades individuais. Lembre-se de que a combinação de uma alimentação saudável com outros hábitos de vida também é fundamental para uma boa saúde geral.

O uso de adoçantes segundo a Organização Mundial da Saúde: uma perspectiva atualizada

O consumo excessivo de açúcar tem sido associado a uma série de problemas de saúde, como obesidade, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. Como alternativa ao açúcar, os adoçantes artificiais e de baixas calorias ganharam popularidade. No entanto, surgiram debates e preocupações sobre a segurança desses adoçantes e seus potenciais efeitos na saúde. Neste artigo, discutiremos o uso de adoçantes segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), com base em suas diretrizes mais recentes.   Tipos de Adoçantes e seu Uso: Existem diferentes tipos de adoçantes disponíveis no mercado, incluindo adoçantes artificiais, como aspartame, sacarina e sucralose, e adoçantes naturais de baixas calorias, como stévia e eritritol. Os adoçantes artificiais são intensamente doces e não fornecem calorias significativas, enquanto os adoçantes naturais têm origem vegetal e fornecem algumas calorias, embora em quantidades menores do que o açúcar convencional.   Diretrizes da OMS: A OMS tem monitorado e avaliado os adoçantes em relação à segurança e ao consumo recomendado. De acordo com as diretrizes mais recentes, publicadas em 2014, a ingestão diária aceitável (IDA) para adoçantes artificiais, como aspartame e sacarina, foi estabelecida em uma proporção de até 0-5 miligramas por quilograma de peso corporal. Isso significa que uma pessoa de 70 kg pode consumir com segurança até 350 mg desses adoçantes por dia. No caso dos adoçantes naturais, como a estévia, a OMS não estabeleceu uma IDA específica, mas considerou-os seguros para consumo, desde que dentro dos limites diários recomendados. No entanto, é importante observar que alguns produtos à base de estévia podem conter outros ingredientes adicionados, portanto, a leitura dos rótulos e a escolha de produtos de qualidade são essenciais.   Benefícios e Preocupações: O uso de adoçantes pode trazer benefícios significativos, especialmente para indivíduos que buscam reduzir o consumo de açúcar e controlar o peso. Os adoçantes artificiais e naturais de baixas calorias podem ajudar a reduzir a ingestão calórica, sendo uma opção viável para pessoas com diabetes ou em programas de perda de peso. No entanto, surgiram algumas preocupações sobre os adoçantes. A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou, no dia 15/05, uma nova diretriz informando que não recomenda o uso de adoçantes sem açúcar para controle de peso ou para reduzir o risco de doenças crônicas não transmissíveis. A lista inclui adoçantes como sacarina, sucralose, aspartame, stevia e derivados e não se aplica aos açúcares de baixa caloria ou álcoois de açúcar (os chamados polióis, como xilitol e sorbitol). Segundo a organização, a orientação tem como base os resultados de uma revisão sistemática de evidências disponíveis que sugerem que o uso desse tipo de produto não proporciona benefícios a longo prazo na redução corporal em adultos e crianças. Ainda de acordo com a nota da OMS, “os resultados da revisão também sugerem que pode haver efeitos indesejáveis ​​potenciais do uso prolongado de NSS [non-sugar sweeteners – adoçantes sem açúcar, na tradução para o português], como um risco aumentado de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e mortalidade em adultos.”    Recomendações: Com base nas diretrizes da OMS, o uso moderado de adoçantes artificiais e naturais de baixas calorias é considerado seguro. No entanto, é importante lembrar que os adoçantes não são uma solução mágica e devem ser utilizados com moderação. A melhor abordagem para uma alimentação saudável continua sendo uma dieta equilibrada, rica em alimentos naturais e minimamente processados. Além disso, é fundamental consultar um profissional de saúde, como nutricionista ou médico, para obter orientação individualizada sobre o consumo de adoçantes, especialmente para pessoas com condições de saúde específicas, como diabetes ou fenilcetonúria. Com base nas diretrizes da OMS, o uso moderado de adoçantes artificiais e naturais de baixas calorias pode ser uma opção segura para reduzir o consumo de açúcar. No entanto, é necessário um equilíbrio adequado e uma abordagem individualizada.  É importante considerar que a alimentação saudável deve se basear principalmente em alimentos naturais e minimamente processados, e o uso de adoçantes deve ser complementar a essa abordagem. Sempre busque orientação de profissionais de saúde qualificados para fazer escolhas conscientes e informadas em relação ao consumo de adoçantes.

Você sabe o que é fome emocional?

Ocasionalmente, usar a comida como um estímulo ou como uma recompensa para comemorar uma vitória não é necessariamente uma coisa ruim. Entretanto, quando comer é seu principal mecanismo de enfrentamento emocional – quando seu primeiro impulso é abrir a geladeira sempre que estiver estressada, chateada, irritada, exausta ou entediada – você fica presa em um ciclo nocivo, onde o verdadeiro sentimento ou problema causador não é tratado. Para saber mais sobre o que é fome emocional, porque ela é considerada um desvio de comportamento e dicas para evitá-la em sua rotina, continue a leitura!

A importância do planejamento alimentar nos resultados dos programas de emagrecimento

Em busca de emagrecimento, muitas pessoas seguem dietas recomendadas por conhecidos ou até mesmo vão atrás de fórmulas da internet. No entanto, o resultado dificilmente é satisfatório. Pior do que isso, na maioria das vezes, se privam de vários alimentos, sofrem com as dietas e ainda colocam a saúde em risco. Para emagrecer de forma saudável, o acompanhamento profissional necessário e o planejamento alimentar são ferramentas indispensáveis. Saiba mais sobre esse importante recurso e como elaborá-lo de forma prática e funcional. Todo mundo já seguiu uma dieta que não surtiu nenhum efeito. Às vezes, até traz algum resultado no começo, mas logo depois voltamos a ganhar peso e todo o esforço vai por água abaixo. Há diversos motivos para isso acontecer, mas a raiz principal está em seguir um plano não-personalizado e que não considera fatores individuais. Dietas da moda, compartilhadas por conhecidos ou tiradas da internet não consideram preferências alimentares, rotinas ou mesmo o estado de saúde de quem precisa emagrecer. Quando o processo de emagrecimento é acompanhado por um profissional, todas as necessidades do indivíduo são consideradas e um programa alimentar é elaborado de forma consciente e equilibrada. O planejamento alimentar é um instrumento que permite manter a disciplina e a qualidade na seleção de alimentos e a organização da rotina de refeições. Por isso, é a chave para o emagrecimento saudável e sustentável. Mas o que é o planejamento alimentar? Simplificando, o planejamento alimentar envolve a organização de todas as suas refeições para um período (semana ou mês), considerando as particularidades e características individuais. É o processo de desenvolver um cardápio alinhado às suas necessidades e objetivos, elencando quais alimentos devem fazer parte de sua rotina para alcançar um resultado saudável e duradouro. Por isso, o planejamento alimentar sempre deve ser elaborado por um profissional de nutrição, que vai estabelecer a quantidade e as combinações ideais de alimentos e os nutrientes necessários na composição dos seus pratos, além de outros detalhes que otimizarão seus resultados. Quais são os benefícios e como o planejamento alimentar ajuda no emagrecimento? Com o planejamento alimentar, é mais fácil emagrecer com saúde, fazendo escolhas mais equilibradas e conscientes de alimentos do ponto de vista nutricional e metabólico. O planejamento descreverá rotinas e combinações de alimentos que permitirão alcançar seus objetivos. Ao planejar com antecedência suas refeições e saber exatamente o que deve e o que não deve combinar, você pode fazer escolhas inteligentes relacionadas às suas necessidades pessoais de alimentação e condicionamento físico, e isso evitará escolhas ruins e impulsivas que podem incluir alimentos gordurosos e com pouco valor nutritivo. Outros ganhos incluem otimização do tempo no planejamento e preparação das refeições, redução de desperdício de alimentos e economia de tempo e dinheiro nas idas ao mercado – já que você focará apenas no que consta na sua lista, evitando, também, compras por impulso. Para quem busca um emagrecimento saudável, o planejamento funciona como um guia que o aproxima do seu objetivo, ajudando a criar uma rotina mais equilibrada e adequada à perda de peso saudável. Saúde alimentar: como começar o seu planejamento? Agora que você já sabe mais sobre os diversos benefícios do planejamento alimentar para um emagrecimento saudável, conheça alguns passos que podem ajudar na sua implementação: 1. Estabeleça seus objetivos Antes de começar, pense em quais são as suas prioridades. Você precisa ter mais disposição? Precisa emagrecer? Está sofrendo algum problema de saúde em decorrência do excesso de peso? Ter isso claro ajudará você a se motivar com o planejamento e será importante para que o profissional elabore o seu cardápio de maneira mais assertiva. 2. Consulte um nutricionista Para se ter mais saúde e alcançar os resultados visados, é indispensável contar com o apoio e o acompanhamento de um profissional de nutrição, que estabelecerá as opções mais seguras e indicadas para a sua rotina alimentar, determinando um cardápio equilibrado e que combine com as suas necessidades de perda de peso e preferências. 3. Equipe sua cozinha Para facilitar a execução do que foi planejado, será preciso ter utensílios e recursos como embalagens para armazenamento de alimentos, liquidificador ou processador; cesto para higienizar frutas, verduras e legumes, entre outros equipamentos. 4. Avalie a sua rotina A partir da orientação do nutricionista, você terá o plano ideal para a sua alimentação. Para colocá-lo em prática, considere como é a sua rotina. Qual dia da semana você pode reservar para ir ao mercado? Qual é o melhor dia para preparar alimentos? Quanto tempo para deixar tudo pronto? Essa organização prévia ajudará a manter a disciplina necessária para que o seu planejamento seja bem-sucedido. 5. Planeje uma mudança consistente Ter mais saúde, bem-estar e equilíbrio depende não apenas da alimentação, mas da adoção de outros hábitos positivos. Praticar atividades físicas, ter qualidade no sono, controlar o estresse e não fumar ou beber em excesso são exemplos de iniciativas que potencializarão ainda mais os resultados do seu planejamento alimentar e contribuirão para você viver melhor e com saúde. Para saber mais, baixe o nosso e-book de receitas saudáveis e inclua-as no seu planejamento alimentar. Entre em contato com nossa equipe e agende sua avaliação!

Paciente bariátrico: Cuidados com a sua saúde no verão

Conheça alguns cuidados indispensáveis com a sua saúde na estação mais ensolarada do ano e confira nossas dicas. O paciente que se submete a procedimentos cirúrgicos já está em uma jornada para manter um estilo de vida mais saudável e equilibrado, adotando mudanças importantes em sua rotina. Entretanto, é importante reforçar que existem alguns cuidados adicionais que precisam ser tomados durante o verão para quem acabou de realizar uma cirurgia bariátrica. Afinal, nesta época, há exposição a alguns riscos e situações que precisam ser controladas para manter a saúde integral e o bem-estar. Por isso, continue a leitura para conferir quais cuidados você, que se submeteu à uma cirurgia bariátrica, precisa prestar mais atenção durante verão. 8 dicas de cuidados com a saúde no verão A mudança de estação exige, também, a mudança na rotina, como uma dieta mais leve e uma programação de exercícios físicos que se adapte ao clima. A elevação de temperatura pode tornar seu corpo mais vulnerável a diversos tipos de ocorrências. Para que você tenha sucesso em sua nova jornada, preste atenção nessas dicas: 1. Alimente-se de forma leve e fracionada O verão traz consigo muitas tentações – inclusive, gastronômicas. Mas, para manter os resultados da bariátrica e a tão desejada perda de peso, é preciso resistir a elas. Prefira fazer refeições leves, fracionadas em pequenas porções. Refeições pesadas e com grandes quantidades de carboidratos e gorduras elevam a temperatura corporal e costumam ser mais calóricas, prejudicando o processo de emagrecimento. Assim, concentre-se em frutas e vegetais frescos com alto teor de água – como laranja, melancia, tomate etc., e evite frituras e alimentos ricos em açúcar refinado, sal e gorduras. 2. Proteja bem os seus olhos Este é um dos cuidados com a saúde no verão que, por vezes, é deixado em segundo plano, mas que é muito importante. Proteja sua visão da forte luz do sol, use óculos com proteção UV. Isso ajudará a proteger seus olhos de agentes que podem desencadear problemas como infecções e doenças, como a conjuntivite. Ainda, protegerá as pálpebras e região da exposição solar, reduzindo os riscos para câncer de pele. 3. Continue evitando o consumo excessivo de álcool e cafeína Álcool, refrigerantes e café aceleram o metabolismo e podem promover desidratação. Se possível, tente reduzir a quantidade dessas bebidas, especialmente durante dias mais quentes. 4. Beba muita água O calor e o suor podem deixar seu corpo desidratado, causando efeitos indesejáveis ​​à saúde, como febre e calafrios. Por isso, mantenha-se bem hidratado bebendo entre 2 e 3 litros de água todos os dias. 5. Use protetor solar Um dos cuidados com a saúde no verão mais indispensáveis é o uso de protetor solar. Utilize-o diariamente, mesmo nos dias mais nublados. Reaplique-o a cada duas ou três horas para garantir que sua pele permaneça protegida e, após se expor à água, passe novamente o filtro de modo imediato. 6. Evite o sol intenso Quando possível, prefira fazer suas atividades ao ar livre fora da faixa horária das 10h às 16h, quando os raios solares são mais intensos e podem ser prejudiciais, gerando queimaduras, aumentando a temperatura do corpo, causando insolação e aumentando os riscos para câncer de pele. 7. Mantenha-se em atividade Embora possa parecer, por vezes, mais difícil praticar exercícios físicos em épocas de maior calor, é fundamental manter sua rotina. Afinal, as atividades físicas são essenciais para o bom funcionamento de nosso corpo e mente, além de indispensáveis para alcançar bons resultados após a bariátrica. Nos dias mais quentes, faça adaptações em sua programação, preferindo exercitar-se no início da manhã ou no fim de tarde, quando o sol e o calor estão menos intensos. 8. Continue se protegendo contra o coronavírus Embora o cenário geral seja de mais controle, é preciso continuar seguindo as recomendações de cuidados contra o coronavírus no verão. Continue evitando aglomerações e utilizando sua máscara sempre que possível. Prefira locais arejados para aproveitar o verão em segurança. Siga acompanhando o nosso blog para mais dicas e informações sobre cuidados com a sua saúde. 

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