Alerta Dezembro Laranja: prevenção ao câncer de pele

Saiba mais sobre o Dezembro Laranja e confira dicas de prevenção ao câncer de pele. Dezembro é mês de férias, calor, praia e mais exposição ao sol, resultando em um maior risco de danos à pele. É por isso que este é, também, um mês de maior conscientização quanto à prevenção ao câncer de pele. Anualmente, neste período, a Sociedade Brasileira de Dermatologia, em parceria com diversas organizações públicas e privadas, realiza o Dezembro Laranja. A campanha objetiva conscientizar a população sobre os cuidados para evitar este que é o tipo de câncer mais comum no Brasil, conforme o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Continue a leitura para saber mais sobre o tema e conferir nossas dicas de prevenção ao câncer de pele. Por que o Dezembro Laranja é tão importante? Assim como ocorre com outros tipos de doenças – como câncer de mama e de próstata –, há também uma campanha anual para a conscientização sobre os cuidados preventivos e a importância do diagnóstico precoce para o câncer de pele: o Dezembro Laranja. Em dezembro, é comum que haja mais exposição à luz solar, o que faz com que as ações protetivas à pele sejam ainda mais indispensáveis. Conforme divulgado pelo INCA, há cerca de 176 mil novos casos de câncer de pele todos os anos, resultando em cerca de 2.300 óbitos. Portanto, o Dezembro Laranja traz um alerta fundamental para reduzir esses números e aumentar as chances de sucesso nos tratamentos a partir de um diagnóstico em fase inicial do problema. O que é o câncer de pele? O câncer de pele é o crescimento anormal de células da pele e geralmente o resultado da exposição excessiva ao sol e aos nocivos raios ultravioletas (UV). É importante destacar que todas as pigmentações – escuras e claras – estão sujeitas ao câncer de pele. O câncer de pele pode ocorrer em qualquer parte do corpo, mas é mais comum em áreas expostas à luz solar, como rosto, pescoço, mãos e braços. Este é o mais comum de todos os cânceres. É altamente curável quando detectado precocemente. Quais são os tipos de câncer de pele? O câncer de pele pode assumir várias formas, mas as três mais comuns são: Carcinoma basocelular: começando nas células basais na camada externa da pele, os carcinomas basocelulares podem aparecer como uma protuberância perolada ou cerosa, bem como uma lesão achatada da cor da pele ou semelhante a uma cicatriz marrom. Carcinoma de células escamosas: também na camada externa da pele, esse tipo de câncer de pele se forma nas células escamosas. Os sinais geralmente são um nódulo vermelho e firme ou uma lesão plana com uma superfície áspera . Melanoma: o melanoma constitui uma menor incidência dos cânceres de pele, mas é o mais agressivo. Os sintomas do melanoma incluem manchas escuras, lesões de pele que apresentam mudanças de cor ou tamanho e sangramento. Quem corre maior risco de câncer de pele? Qualquer pessoa pode ter câncer de pele, mas aquelas em maior risco incluem indivíduos com forte exposição aos raios ultravioleta, pele mais clara, histórico familiar de câncer de pele, manchas prevalentes, queimaduras solares graves no passado e sistema imunológico enfraquecido. Dicas de prevenção ao câncer de pele Para se proteger, siga estas dicas de prevenção do câncer de pele: Evite exposição ao sol mais intenso Os raios solares são mais fortes entre 10h e 16h. Assim, quando possível, busque programar atividades ao ar livre para outros horários do dia e saia de casa apenas usando filtro solar e roupas que ajudem a minimizar a exposição solar. Use protetor solar o ano todo Os filtros solares não evitam toda a radiação ultravioleta prejudicial, especialmente a radiação que pode levar ao melanoma. Mas eles desempenham um papel fundamental para elevar a proteção e a prevenção ao câncer de pele. Por isso, aplique protetor solar generosamente e reaplique a cada duas horas – ou com mais frequência se você estiver nadando ou transpirando. Não se esqueça de áreas como as extremidades das orelhas e a parte de trás das mãos e do pescoço, pernas e pés. Evite bronzeamento artificial As luzes usadas em camas de bronzeamento artificial emitem raios ultravioleta em alta incidência e podem aumentar o risco de câncer de pele. Verifique sua pele regularmente Examine frequentemente a sua pele em busca de alterações nas manchas, sardas e mudanças em marcas de nascença existentes. Se encontrar qualquer alteração ou suspeita, visite seu médico. Acompanhe mais dicas de saúde em nosso blog!
5 alternativas para o tratamento da obesidade

Conheça mais sobre as opções de tratamento da obesidade. A obesidade pode ocorrer por vários motivos, incluindo estilo de vida sedentário, fatores genéticos, um problema de saúde específico ou o uso de certos medicamentos. O objetivo do tratamento da obesidade é fazer com que o paciente atinja e mantenha um peso saudável. Isso melhora a saúde geral e reduz o risco de desenvolver complicações relacionadas à obesidade. Independentemente do tratamento, será necessário adotar mudanças nos hábitos alimentares e praticar atividades físicas. Isso ajudará a manter o peso ideal e a proporcionar ganhos na saúde integral do paciente. Os métodos de tratamento adequados dependem de fatores como a gravidade da obesidade, do estado de saúde geral do paciente, entre outros. A seguir, saiba mais sobre algumas das principais alternativas para o tratamento da obesidade. 1. Acompanhamento clínico e transdisciplinar para obesidade Em boa parte dos casos, essa é a primeira opção de tratamento da obesidade. Por meio desse acompanhamento, o paciente obtém orientação de mudanças e ações que precisam ser feitas para ter uma vida mais saudável e controlar o seu peso. Para que ele apresente os melhores resultados, é importante contar com o apoio de uma equipe transdisciplinar de profissionais da saúde – incluindo nutricionista, psicólogo, endocrinologista e outros especialistas. 2. Dieta Reduzir calorias e praticar hábitos alimentares mais saudáveis é algo vital para o tratamento da obesidade. As mudanças dietéticas para tratar a obesidade podem incluir: reduzir o número de calorias ingeridas diariamente; fazer escolhas mais saudáveis; comer mais vegetais e grãos; priorizar fontes magras de proteína; limitar o consumo de sal e açúcar; evitar alimentos ricos em carboidratos ou gordurosos; 3. Medicamentos O médico responsável pelo tratamento da obesidade também pode prescrever medicamentos para apoiar a perda do peso e para controlar riscos à saúde do paciente provenientes do excesso de peso. Geralmente, essa é uma opção para pacientes com IMC maior do que 30kg/m2 ou, ainda, maior do que 27kg/m2, se há comorbidades como diabetes e pressão alta. Entre os medicamentos, podem estar inibidores de apetite, redutores de absorção de gordura e outros, que apenas devem ser utilizados com prescrição e orientação médica. Para a recomendação, o médico irá considerar seu histórico de saúde, bem como os possíveis efeitos colaterais. 4. Procedimentos endoscópicos Estes tipos de procedimentos não requerem incisões na pele. Os procedimentos comuns incluem gastroplastia vertical endoscópica e balão intragástrico, que reduz a quantidade de espaço no estômago, de modo que o paciente se sinta satisfeito comendo menos. Com o balão intragástrico, durante o tratamento, em torno de 20% do peso inicial do paciente poderá ser eliminado. A recomendação geralmente se dá para pacientes super obesos (com IMC maior do que 50kg/m²) e aqueles com IMC superior ou igual a 27 kg/m². 5. Cirurgia A cirurgia para obesidade limita a quantidade de alimentos que o paciente pode comer ou diminui a absorção de alimentos e calorias. A cirurgia bariátrica é uma alternativa de tratamento indicada, sobretudo, para o caso de obesidade mórbida (IMC igual ou maior do que 40kg/m2) ou obesidade moderada (IMC maior do que 35mg/m2) para o paciente que tenha comorbidades. Para saber mais sobre as opções de tratamento, conheça as técnicas cirúrgicas que o Instituto de Medicina Sallet oferece!
Como o esporte pode ser um aliado na sua mudança de vida pré e pós-cirurgia bariátrica?

Conheça os benefícios que as práticas esportivas podem proporcionar e seu poder transformador em pacientes bariátricos Os benefícios da atividade física e dos esportes são bastante conhecidos e amplamente citados para a busca por uma vida saudável e equilibrada. Assim, para uma mudança de vida, a prática esportiva aliada à alimentação saudável é um passo primordial para o bem-estar. O paciente que decide pela cirurgia bariátrica precisa saber que, para alcançar os resultados desejados, deverá realizar mudanças em seu estilo de vida e as práticas esportivas são parte indispensável para isso. Continue a leitura e saiba mais sobre os benefícios das práticas esportivas e de seu poder transformador em pacientes bariátricos. Acompanhe a seguir. Benefícios da atividade física: o esporte como agente transformador Muitas pessoas ainda não percebem o esporte como um meio para melhorar suas vidas. Entretanto, em uma vida agitada, repleta de trabalho e de afazeres, a prática de esportes torna-se um momento de autocuidado, de investimento no seu bem-estar. De maneira geral, os benefícios das práticas esportivas começam com a melhora da saúde física e mental, perda de peso, fortalecimento muscular, alívio de dores, aumento da disposição e da motivação para cumprir com os demais compromissos de rotina. Mas eles vão além: ajudam a criar condições para nosso organismo funcionar melhor e aumentar a imunidade, o esporte aumenta a sensação de prazer e bem-estar, fundamentais para a nossa saúde integral. Com isso, os benefícios da atividade física e da prática esportiva regular podem ser transformadores, permitindo uma melhora ampla na qualidade de vida do paciente bariátrico, tanto no pré-operatório, quanto na recuperação pós-cirúrgica. Paciente bariátrico e os benefícios da atividade física e do esporte Assim como você precisa realizar exercícios físicos para se preparar no pré-operatório, também precisará adotar uma rotina de atividades físicas para garantir que os resultados sejam efetivos após a realização da cirurgia bariátrica. Aliado à uma dieta equilibrada, o esporte é capaz de mudar o seu corpo, a sua relação com o mundo e com as pessoas. Além do mais, a prática esportiva libera endorfina em seu organismo, proporcionando uma vida mais feliz e melhora de humor. No período pós-cirúrgico, a prática esportiva ajudará a controlar doenças como o diabetes tipo 2, uma comorbidade recorrente nos pacientes que sofrem de obesidade. Ainda, modalidades como a musculação e exercícios resistidos serão essenciais para que o paciente mantenha massa magra e fortaleça suas articulações (que estavam sobrecarregadas com o sobrepeso) e, de maneira geral, permitirão uma recuperação mais rápida e segura da cirurgia. Geralmente, caminhadas leves e exercícios de respiração e flexibilidade são liberados no primeiro mês de cirurgia. É válido salientar que, antes de escolher um novo esporte, é importante buscar a recomendação de um profissional, considerando questões como intensidade, impacto e outras que sejam ideais para o seu caso. Sempre aliando a isso seus interesses e preferências. A prática de esportes deve ser agradável e prazerosa! Como vimos, os benefícios da atividade física e dos esportes são vastos e significativos, abrangendo desde melhorias nas funções respiratórias, cardiovasculares, imunológicas, controle do estresse, melhora do sono e aumento de autoestima. Para o paciente bariátrico, não é apenas recomendado, mas indispensável adotar essas práticas em sua rotina, tanto antes quanto após a cirurgia, ajudando a preparar o corpo para as mudanças que virão com a bariátrica, como para manter os resultados do procedimento e na construção de um estilo de vida mais saudável e equilibrado. Se você quer contar com os benefícios da atividade física e dos esportes e transformar sua vida, agende uma avaliação corporal 3D no Instituto de Medicina Sallet e saiba por onde começar a prática de atividade física.
Pós-bariátrica: como mudar de vida e seguir uma nova rotina saudável que envolve toda a família

Saiba como o envolvimento da família é importante no período pós-bariátrica e veja dicas para incentivá-lo. A obesidade é uma doença crônica, considerada um problema de saúde pública, já que representa um fator de risco significativo para o desenvolvimento de outras comorbidades . A cirurgia bariátrica surge como uma alternativa para o tratamento dessa doença. Entretanto, para que a vida pós-bariátrica traga os resultados esperados, é preciso adotar uma rotina saudável, que permita que o paciente mantenha seu peso ideal e tenha mais saúde integral. A cirurgia bariátrica envolve o acompanhamento multidisciplinar do paciente, tanto no período anterior, quanto no posterior ao procedimento cirúrgico. E, para aumentar o potencial de sucesso do tratamento em todos os seus estágios, é fundamental incluir a família do paciente. Isso possibilita a modificação de padrões que podem afetar o processo, além de fortalecer o vínculo familiar por meio de uma rotina saudável que pode ser compartilhada por todos. Continue a leitura e saiba mais sobre como mudar de vida no período pós-bariátrica e de que forma potencializar os ganhos com o apoio familiar. Pós-bariátrica: qual é a importância de uma rotina saudável? É importante lembrar que a rotina saudável deve começar antes mesmo da cirurgia. Depois da operação, deve ocorrer uma mudança significativa de hábitos para que se tenha sucesso para toda a vida, evitando o reganho de peso e, também, o desenvolvimento das doenças associadas à obesidade. Para isso, a rotina pós-bariátrica deve incluir mudanças na dieta alimentar e prática regular de exercícios físicos. Qual é o papel do envolvimento familiar no pós-bariátrico? Toda a mudança exige comprometimento. Para incorporar e enraizar hábitos mais saudáveis, contar com o apoio do núcleo familiar é uma boa alternativa. Ter esse suporte durante o processo de mudança de vida saudável ajuda a tornar essa etapa mais fácil e prazerosa. Isso pode envolver tanto o apoio para que o paciente mantenha sua dieta por meio de uma rotina alimentar mais equilibrada para todos quanto o suporte emocional para ajudá-lo a lidar com as mudanças em seu corpo, mente e estilo de vida. Como conseguir manter uma vida saudável com a família no período pós-bariátrico? Estar com pessoas que estimulem e incentivem hábitos mais saudáveis é essencial para continuar o processo. Nesse contexto, cercar-se de boas companhias e incluí-las na nova rotina aumentará a motivação para conquistar e manter hábitos saudáveis. Uma boa dica para envolver a família é realizar conjuntamente caminhadas leves e regulares nas primeiras semanas pós-bariátrica. Passado o período de recuperação, é possível praticar musculação e exercícios aeróbicos, que se tornarão muito mais prazerosos se praticados em equipe. Além disso, o sucesso ao longo dessa adaptação pode aumentar se a família estiver a par das mudanças alimentares necessárias. Assim, de forma consciente, os familiares não irão incorrer em erros ao oferecer alimentos impróprios, e poderão incentivar o paciente a fazer melhores escolhas e seguir firme no processo. Isso também pode trazer ganhos para a saúde de todos, à medida que determinados itens são eliminados da alimentação e outros mais saudáveis são incluídos. Dessa forma, ao contar com o envolvimento da família, as chances de sucesso do paciente aumentam, e as mudanças tornam-se mais tranquilas e leves de serem manejadas. Para saber mais sobre os cuidados no período pós-bariátrica e sobre rotina saudável, continue acompanhando nosso blog.
5 fatos que você deve conhecer sobre as doenças relacionadas à obesidade

Saiba mais sobre as doenças relacionadas à obesidade e como lidar com esse problema. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define uma pessoa como obesa quando seu Índice de Massa Corporal (IMC) é maior ou igual a 30 kg/m². Conforme dados do Ministério da Saúde, o número de obesos no Brasil aumentou três vezes desde 1975. E um dos riscos associados a isso são as doenças relacionadas à obesidade. Entre essas enfermidades, estão diabetes tipo 2, Acidente Vascular Cerebral (AVC), hipertensão, problemas cardiovasculares e diferentes tipos de câncer. Continue a leitura para saber mais sobre as doenças relacionadas à obesidade e como a cirurgia bariátrica pode ajudar a controlá-las. 1. Covid-19 é uma das doenças relacionadas à obesidade O novo coronavírus pode representar maior ameaça para quem apresenta doenças crônicas, incluindo a obesidade e outros problemas associados a ela (como a hipertensão). Por isso, encaixaram-se no grupo de risco de Covid-19 pessoas obesas, que apresentam mais chances de desenvolverem complicações mais agravadas em razão do novo coronavírus. Um estudo de caso internacional, inclusive, sugeriu que os riscos de hospitalização, admissão em unidade de terapia intensiva (UTI), ventilação mecânica invasiva e óbito são maiores com o aumento do IMC do paciente. 2. Doenças articulares podem surgir em pacientes obesos A inflamação e as cargas excessivas nas articulações provocadas pela obesidade são vias comumente consideradas como causadoras ou agravadoras de doenças articulares. Um dos impactos mais significativos da obesidade no sistema musculoesquelético está associado à osteoartrite ou artrose, um distúrbio articular degenerativo incapacitante caracterizado por dor, diminuição da mobilidade e impacto negativo na qualidade de vida do paciente. 3. Há 25 comorbidades para recomendação de cirurgia bariátrica As comorbidades ocorrem quando um paciente apresenta uma doença em conjunto com outra. Por exemplo, obesidade e hipertensão ou obesidade e diabetes. Conforme a Resolução nº 2.131/15 do Conselho Federal de Medicina (CFM), atualmente há 25 comorbidades aceitas para recomendação da cirurgia bariátrica, permitindo que os pacientes que apresentam essas doenças e se encaixam nos critérios possam se beneficiar da realização desse tipo de procedimento cirúrgico. Essas doenças incluem: apneia do sono, infarto de miorcárdio, fibrilação atrial, asma grave não controlada, diabetes, hipertensão, hérnia de disco,insuficiência cardíaca congestiva, entre outras. 4. A cirurgia bariátrica pode facilitar a remissão da hipertensão e o controle de diabetes tipo 2 Outra das doenças relacionadas à obesidade é a hipertensão. A boa notícia é que, ao fazer a cirurgia bariátrica, o paciente poderá apresentar remissão também nesse quadro. De acordo com um estudo, mais de 40% dos pacientes com hipertensão que realizaram o procedimento cirúrgico tiveram seu quadro de pressão alta controlado, sem precisarem utilizar medicamentos para isso. Além disso, a cirurgia bariátrica também pode ajudar no controle do diabetes tipo 2. Isso se dá, entre outras coisas, porque com o emagrecimento reduzem-se as substâncias inflamatórias que fazem o bloqueio da ação da insulina nas células, permitindo que o açúcar seja diminuído na corrente sanguínea e a insulina aja mais assertivamente. 5. Mudança de estilo de vida também é fundamental Mesmo que o paciente faça uma cirurgia bariátrica, é fundamental manter um estilo de vida mais equilibrado — não apenas para evitar o reganho de peso como também as doenças associadas à obesidade. Por isso, é indispensável seguir as orientações feitas pela equipe multidisciplinar que acompanha o paciente, que incluem mudanças na dieta alimentar e prática regular de exercícios físicos. Para saber mais sobre as doenças relacionadas à obesidade e as opções de tratamento, agende uma avaliação com os especialistas do Instituto de Medicina Sallet!
Pacientes que estão em tratamento da obesidade podem tomar a vacina contra gripe?

A campanha nacional de vacinação contra a gripe 2021 já começou e é normal que os pacientes em tratamento tenham algumas dúvidas. Em primeiro lugar, é importante entender que pessoas obesas apresentam maior risco de desenvolverem complicações relacionadas à gripe, sobretudo a H1N1. Desse modo, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) recomenda que as pessoas portadoras de obesidade tomem a vacina. A recomendação da Secretaria de Saúde aos pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos de alta complexidade é de que aguarde um intervalo de 15 dias da data cirúrgica e, se possível, consulte seu infectologista. Caso esteja apto para a vacinação, outro ponto importante a ser considerado são as datas para a imunização. A etapa indicada para pessoas com comorbidades e condições clínicas especiais começará a partir de 9 de junho. Além disso, é importante respeitar um intervalo de pelo menos 14 dias entre a aplicação da vacina da Covid-19 e a da gripe, ressaltando que o imunizante contra o coronavírus deve ser priorizado. Para mais informações sobre a vacina da gripe, acesse o site do Ministério da Saúde.
Procedimento sem cirurgia, sem endoscopia e sem anestesia: conheça o balão intragástrico

Descubra o que é o balão intragástrico, como ele funciona, quais as indicações e os benefícios para a perda de peso. Conforme dados da Pesquisa Nacional de Saúde, do IBGE, mais de 60% dos adultos brasileiros estão com excesso de peso, apresentando IMC maior do que 25 kg/m². Segundo o estudo, a obesidade é um problema que avança no país e no mundo, com prevalência cada vez mais elevada. Nesse contexto, opções de procedimentos para solucionar questões de sobrepeso e obesidade surgem como alternativa. Um exemplo deles é o balão intragástrico. Descubra, neste artigo, o que é esse procedimento e como ele funciona, bem como seus benefícios e indicações. Acompanhe a seguir! Procedimento para perda de peso sem cirurgia invasiva: é possível? Quem começa a considerar opções para perder peso comumente acaba voltando sua atenção para os procedimentos cirúrgicos invasivos. Esses, de fato, são alternativas possíveis. No entanto, é preciso saber que existem outros caminhos a se considerar. Afinal, toda cirurgia envolve riscos e pré-requisitos, e pode demandar um período de cuidados pós-procedimento que impactam na rotina do paciente. O balão intragástrico é uma solução alternativa a isso, que apresenta resultado satisfatório na perda de peso e não envolve cirurgia invasiva e uso de anestesia geral. Afinal, o que é o balão intragástrico e como funciona o procedimento? Primeiramente, é importante esclarecer que não se trata apenas de um procedimento, mas de um tratamento temporário, com duração média de 6 meses, que é realizado com a introdução de uma prótese gástrica de silicone no estômago via sonda endoscópica, mas hoje em dia já existe também a tecnologia do balão de engolir. Com isso, tem-se uma diminuição da capacidade do estômago armazenar alimentos, o que leva à saciedade e por fim, a perda de peso sem cirurgia. Ao longo do tempo de tratamento, cerca de 20% do peso inicial do paciente pode ser eliminado. Quais os benefícios do balão intragástrico e suas indicações? O balão intragástrico oferece o benefício de ser uma solução para a perda de peso com segurança, eficiência e baixo risco, que pode ser aplicada em ambiente ambulatorial. Por não ser um procedimento cirúrgico invasivo, não exige a aplicação de anestesia geral. Tudo é mais prático, sem demandar um pós-operatório mais restritivo. Basta seguir as orientações da equipe médica transdisciplinar, especialmente no que diz respeito à reeducação alimentar e à prática de exercícios físicos. Assim, além de um procedimento, o balão intragástrico é um tratamento de perda de peso, acompanhado por profissionais de diversas especialidades, de modo a garantir que seus resultados sejam duradouros para o paciente. Para considerar essa alternativa, saiba que o balão intragástrico pode ser recomendado para: Pessoas super obesas (IMC maior do que 50kg/m²) com alto risco cirúrgico, como tratamento que pode anteceder a cirurgia bariátrica; Pessoas sem indicação cirúrgica (ou que não querem se submeter a esse tipo de procedimento), com IMC acima ou igual a 27 kg/m². Importante salientar, que como todo procedimento médico, existem algumas contraindicações. Os casos de pacientes com doença inflamatória intestinal e lesões potencialmente hemorrágicas deverão ser averiguados junto à equipe médica antes da escolha do tratamento para a perda de peso. Para saber mais sobre o balão intragástrico, continue acompanhando nosso blog e leia outros artigos relacionados ao tema!
5 soluções de perda de peso consistente

Descubra mais sobre alguns dos principais procedimentos para tratamento da obesidade. A obesidade é um distúrbio que consiste em excesso de gordura corporal e que leva a uma maior propensão a problemas de saúde. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma pessoa é considerada obesa quando seu Índice de Massa Corporal (IMC) é maior ou igual a 30. Se você está nesta faixa e está em busca de soluções para perda de peso consistente e duradoura, continue a leitura e descubra mais sobre alternativas seguras e eficientes para lidar com essa situação. Classificação dos graus de obesidade Há três graus diferentes de obesidade. Para calcular o IMC, descobrir o grau específico de obesidade e procurar o tratamento mais adequado para perda de peso, é necessário dividir o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em metros). Quando o resultado está entre 30kg/m² e 34,9 kg/m², caracteriza-se grau 1 de obesidade; entre 35 kg/m² e 39,9 kg/m² é grau 2; a partir de 40 kg/m², considera-se grau 3 ou obesidade mórbida. Tratamentos específicos contra a obesidade A escolha do tratamento para obesidade dependerá de diversos fatores. Entre eles, o grau da obesidade, doenças associadas (comorbidades), hábitos e causas que levaram a essa condição. É comum, por exemplo, o excesso de peso estar associado a algum componente genético. Na obesidade grau 1, a junção de reeducação alimentar, prática regular de exercícios físicos e apoio psicológico tende a ser suficiente na solução de alguns casos. No entanto, para os graus 2 e 3, as demais possibilidades de tratamentos devem ser avaliadas, inclusive as intervenções cirúrgicas, que devem ser analisadas e discutidas com uma equipe transdisciplinar especializada , a fim de definir qual opção se encaixa melhor em cada caso. Entre esses tratamentos disponíveis, estão: Balão intragástrico Procedimento não cirúrgico, minimamente invasivo, realizado por endoscopia, apenas com leve sedação. Trata-se de um tratamento temporário de 6 meses, com a implantação de uma prótese de silicone preenchida com 500ml de um líquido azul chamado metileno. Em um eventual caso de vazamento ou rompimento do balão, o líquido azul será expelido pela urina de maneira a ser rapidamente detectado e corrigido. O principal objetivo desse procedimento é diminuir a capacidade gástrica e estimular a saciedade, de forma que o paciente ingira menor quantidade de alimento. Após 6 meses, o balão deverá ser retirado através de um procedimento de endoscopia tradicional. As mais novas tecnologias de balão intragástrico dispensam o procedimento endoscópico e/ou sedação, pois trata-se de um modelo em cápsula deglutível, que após o período de tratamento é naturalmente expelido pelo corpo nas fezes. Banda gástrica ajustável Apesar de não promover mudanças na produção de hormônios, é uma técnica cirúrgica segura na redução de peso. A banda é um anel de silicone inflável e ajustável instalado ao redor do estômago, que aperta um pouco o órgão, controlando seu esvaziamento. Bypass gástrico Esse é um procedimento cirúrgico misto, que associa redução de parte do estômago, com um desvio do intestino inicial. Esta técnica é restritiva e disabsortiva pois reduz a capacidade gástrica em receber alimento ingerido e desvia uma parte do intestino que fisiologicamente absorveria mais nutrientes e calorias. Essas estratégias promovem o aumento de hormônios que dão saciedade e diminuem a sensação de fome, proporcionando uma perda de peso sustentada, eficiente e duradoura aos pacientes aderentes aos cuidados de pós-operatório e às mudanças comportamentais propostas por uma equipe transdisciplinar especializada. O acesso cirúrgico, em sua grande maioria, é por videolaparoscopia. Sleeve Gastrectomia Por último, temos uma técnica relativamente nova, conhecida como Sleeve. A cirurgia do tipo Sleeve, consiste na retirada de 70 a 80% do estômago, transformando-o em um tubo. Além de provocar uma considerável perda de peso pela redução de tamanho do estômago, o procedimento ainda reduz a sensação de fome do paciente por alterar a síntese de alguns hormônios da fome e da saciedade. Neste, não há desvio intestinal e a absorção é mantida. Igualmente, requer manejo nutricional, mudança comportamental e adesão às orientações da equipe transdisciplinar especializada. Duodenal switch É uma técnica cirúrgica que consiste na associação entre gastrectomia vertical e desvio intestinal. Nesse tratamento, 85% do estômago é retirado, mantendo sua fisiologia e anatomia básica. O desvio intestinal reduz a absorção dos nutrientes, ocasionando o emagrecimento. Sua indicação deve ser criteriosa e cautelosa pois a disabsorção causada pelo desvio intestinal poderá causar deficiências nutricionais importantes. De uma forma simples e sintetizada, pudemos entender de maneira superficial algumas das diferentes alternativas para a perda de peso e para tratamento contra a obesidade. Lembrando que somente uma equipe transdisciplinar especializada poderá definir qual o procedimento ideal para cada caso. Para saber mais sobre o assunto, conheça a equipe transdisciplinar e os procedimentos endoscópicos e cirúrgicos que o Instituto de Medicina Sallet oferece!
Conheça os procedimentos mais rápidos e seguros para tratamento de sobrepeso e obesidade

Descubra mais sobre opções seguras para perda de peso e tratamento de sobrepeso e obesidade. A perda de peso, muitas vezes, é encarada como uma grande maratona. A corrida pelo pódio é disputada por muitos, mas somente aqueles que se preparam, buscam orientação de bons técnicos, alimentam sua boa vontade e são persistentes chegam à sua vitória pessoal. O sobrepeso e a obesidade podem estar relacionados a diversos fatores ou, até mesmo, a diferentes doenças e hereditariedade. Por isso, é importante saber que há diferentes tratamentos disponíveis para ajudar, como veremos a seguir. Como a obesidade é classificada: A classificação de sobrepeso e obesidade segue o cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC). Ele é obtido com a seguinte fórmula: Peso / Altura² A classificação segue o critério: Sobrepeso: IMC entre 25,0 e 29,9 kg/m²; Obesidade grau I: IMC entre 30,0 e 34,9 kg/m²; Obesidade grau II: IMC entre 35,0 e 39,9 kg/m²; Obesidade grau III: IMC maior do que 40,0 kg/m². Se identificou com alguma das classificações acima? Então siga a leitura! Esperamos que o conteúdo a seguir possa te auxiliar na conquista dos seus objetivos. Primeiros passos para perder peso: A abordagem inicial para evitar sobrepeso e obesidade com a perda de peso é adotar uma alimentação equilibrada, sem excessos, reduzindo a ingestão calórica, com orientação de equipe transdisciplinar especializada. Além disso, é fundamental praticar exercícios físicos regularmente, ao menos quatro vezes por semana, com moderação gradual recomendada e de preferência acompanhada por um profissional da área. Alerta! Cuidados com as dietas e restrições alimentares sem avaliação de nutricionistas clínicos e exercício físico praticado em excesso. Muitas são as dietas disponíveis na internet, assim como dicas de restrições alimentares encontradas nas redes sociais. Entretanto, antes de qualquer mudança, é preciso obter a avaliação e a orientação de especialistas que avaliarão o seu caso e indicarão o melhor método e tratamento para uma perda de peso saudável, sustentada e segura. Não devemos nos esquecer de que cada caso é um caso e, muitas vezes, a perda de peso não é conquistada apenas com dietas e exercícios. A boa notícia é que, para essas situações, há opções de tratamento confiáveis. Procedimentos para tratamento de sobrepeso e obesidade Em alguns casos, diversos fatores biológicos podem contribuir para que a perda de peso não ocorra, mesmo com uma reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos. Para essas situações, após uma avaliação médica, há diversos tratamentos que podem ser realizados com segurança. Entre esses, está o balão gástrico. Esse procedimento não cirúrgico é recomendado para pessoas com o IMC acima de 27. O tratamento consiste na colocação de um balão de silicone na cavidade gástrica. Assim, o paciente sente mais saciedade e menor necessidade de ingerir alimentos. Outro procedimento para tratar a obesidade é a redução de estômago, também conhecida como gastroplastia. É geralmente indicado para indivíduos com IMC acima de 35. Poderá ser feita com acesso endoscópico ou cirúrgico e uma sutura ou linha de grampeamento reduzem o tamanho do estômago. Independentemente da opção, para melhores e mais duradouros resultados, é recomendado que o tratamento seja conduzido por uma equipe transdisciplinar, formada por cirurgiões, nutricionistas, psicólogos, psiquiatras, endocrinologistas, médicos clínicos e preparadores físicos. Quer saber mais sobre procedimentos rápidos e seguros para tratamento de sobrepeso e obesidade? Então, continue acompanhando nosso blog e nossas atualizações sobre este tema!
Cuidado, adoçantes não são todos iguais

Vamos entender essa questão sobre adoçantes? Adoçantes não são todos iguais e vamos explicar um pouco mais sobre os compostos de cada um deles. Existem várias marcas diferentes e vários produtos dentro da linha de cada marca que são feitos de substâncias muito diferentes. Temos desde aspartame, ciclamato sódico, sacarina sódica, sucralose, stevia, xilitol, eritritol, taumatina… São inúmeras substâncias que compõem os adoçantes industrializados, algumas delas bastante nocivas à saúde. Os adoçantes aspartame, ciclamato sódico e sacarina sódica, não costumam ser indicados, pois existem diversos estudos que indicam malefícios para a saúde de quem os consome. Além de serem instáveis, esses adoçantes costumam ter outros compostos químicos usados para melhorar o sabor. Os adoçantes que mencionam “sódico” no nome possuem sal, elemento contraindicado para pacientes com pressão alta. Pacientes diabéticos substituem o açúcar refinado de alto índice glicêmico por adoçantes (glicose zero), mas acabam desenvolvendo problemas relacionados à hipertensão, pois ‘sem perceber’ aumentam muito o consumo de sódio. 4 TIPOS DE ADOÇANTES MAIS RECOMENDADOS POR NUTRICIONISTAS SUCRALOSE – É um derivado da cana de açúcar, porém, feito artificialmente. 3 gotas tem zero calorias e correspondem a 1 colher de chá de açúcar. A questão é: você usa e conta as gotas certinhas? Esse é o risco e o cuidado que devemos tomar para não consumir adoçante em excesso. Fazendo o uso de acordo com a indicação da nutricionista, não há problemas. ESTÉVIA – É 300 vezes mais doce que o açúcar. Um envelope de 0,8 g tem o mesmo poder adoçante de 10 gramas de açúcar. A vantagem está no número de calorias. Um envelope possui aproximadamente 2 calorias, contra mais de 40 calorias dos 10 gramas de açúcar. A estévia é uma planta nativa do Brasil e Paraguai, cujas folhas têm um princípio adoçante natural muito potente. As pessoas que consomem estévia geralmente preferem consumir com bebidas mornas ou geladas que ficam mais agradáveis ao paladar. Quem gosta de tomar um café quente talvez sinta diferença no sabor. XILITOL – É um adoçante de origem vegetal, derivado do milho. Em um pacote de xilitol de 5 gramas temos 12 calorias contra 20 calorias do açúcar convencional numa embalagem de mesmo peso. Algumas pessoas mencionam sofrer com desconfortos abdominais ao consumir o xilitol, mas isso se aplica apenas para quem tem sensibilidade ou algo específico com uso de adoçantes. Existem adoçantes em gotas ou em pó, e cada um deles possui suas especificidades. No caso do xilitol é mais recomendado o uso em pó, pois é mais estável neste formato. Na versão em gotas para ele ficar estável, geralmente se faz uma mistura entre dois tipos de adoçantes, o xilitol – que é 100% natural – junto com a sucralose, – obtida por processos químicos – para conseguir um sabor mais palatável. Se for usar o xilitol ou o eritritol, prefira a versão em pó. ERITRITOL – É o mais novo dos adoçantes, substância também extraída do milho não transgênico num processo de fermentação natural. Um envelope de 5g confere zero calorias e adoça o mesmo que 3,5 gramas de açúcar. Algumas pessoas informam que o eritritol tem pouco poder adoçante, por isso, é comum ser necessário usar de 2 a 3 sachês por dose, volume pouco indicado. Assim como o xilitol, ele é mais estável na versão em pó. É importante verificar a embalagem de todos os produtos para saber se tem apenas um elemento na sua composição ou é misturado com demais substâncias. Caso sua dieta recomende a substituição do açúcar refinado por adoçantes, lembre-se de nossas dicas! Conteúdo escrito com base na live: Cuidado! Adoçantes não são todos iguais! Da Dra. Ana Beatriz Guiesser, nutricionista do Instituto de Medicina Sallet.