Conheça os procedimentos mais rápidos e seguros para tratamento de sobrepeso e obesidade

Descubra mais sobre opções seguras para perda de peso e tratamento de sobrepeso e obesidade. A perda de peso, muitas vezes, é encarada como uma grande maratona. A corrida pelo pódio é disputada por muitos, mas somente aqueles que se preparam, buscam orientação de bons técnicos, alimentam sua boa vontade e são persistentes chegam à sua vitória pessoal. O sobrepeso e a obesidade podem estar relacionados a diversos fatores ou, até mesmo, a diferentes doenças e hereditariedade. Por isso, é importante saber que há diferentes tratamentos disponíveis para ajudar, como veremos a seguir. Como a obesidade é classificada: A classificação de sobrepeso e obesidade segue o cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC). Ele é obtido com a seguinte fórmula: Peso / Altura² A classificação segue o critério: Sobrepeso: IMC entre 25,0 e 29,9 kg/m²; Obesidade grau I: IMC entre 30,0 e 34,9 kg/m²; Obesidade grau II: IMC entre 35,0 e 39,9 kg/m²; Obesidade grau III: IMC maior do que 40,0 kg/m². Se identificou com alguma das classificações acima? Então siga a leitura! Esperamos que o conteúdo a seguir possa te auxiliar na conquista dos seus objetivos. Primeiros passos para perder peso: A abordagem inicial para evitar sobrepeso e obesidade com a perda de peso é adotar uma alimentação equilibrada, sem excessos, reduzindo a ingestão calórica, com orientação de equipe transdisciplinar especializada. Além disso, é fundamental praticar exercícios físicos regularmente, ao menos quatro vezes por semana, com moderação gradual recomendada e de preferência acompanhada por um profissional da área. Alerta! Cuidados com as dietas e restrições alimentares sem avaliação de nutricionistas clínicos e exercício físico praticado em excesso. Muitas são as dietas disponíveis na internet, assim como dicas de restrições alimentares encontradas nas redes sociais. Entretanto, antes de qualquer mudança, é preciso obter a avaliação e a orientação de especialistas que avaliarão o seu caso e indicarão o melhor método e tratamento para uma perda de peso saudável, sustentada e segura. Não devemos nos esquecer de que cada caso é um caso e, muitas vezes, a perda de peso não é conquistada apenas com dietas e exercícios. A boa notícia é que, para essas situações, há opções de tratamento confiáveis. Procedimentos para tratamento de sobrepeso e obesidade Em alguns casos, diversos fatores biológicos podem contribuir para que a perda de peso não ocorra, mesmo com uma reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos. Para essas situações, após uma avaliação médica, há diversos tratamentos que podem ser realizados com segurança. Entre esses, está o balão gástrico. Esse procedimento não cirúrgico é recomendado para pessoas com o IMC acima de 27. O tratamento consiste na colocação de um balão de silicone na cavidade gástrica. Assim, o paciente sente mais saciedade e menor necessidade de ingerir alimentos. Outro procedimento para tratar a obesidade é a redução de estômago, também conhecida como gastroplastia. É geralmente indicado para indivíduos com IMC acima de 35. Poderá ser feita com acesso endoscópico ou cirúrgico e uma sutura ou linha de grampeamento reduzem o tamanho do estômago. Independentemente da opção, para melhores e mais duradouros resultados, é recomendado que o tratamento seja conduzido por uma equipe transdisciplinar, formada por cirurgiões, nutricionistas, psicólogos, psiquiatras, endocrinologistas, médicos clínicos e preparadores físicos. Quer saber mais sobre procedimentos rápidos e seguros para tratamento de sobrepeso e obesidade? Então, continue acompanhando nosso blog e nossas atualizações sobre este tema!
SBCBM recomenda vacinação aos pacientes bariátricos. Veja os detalhes

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), vem a público expressar sua satisfação com a aprovação por unanimidade do uso emergencial da vacina contra a Covid-19, por meio da sua Diretoria Colegiada da Anvisa (DICOL). A obesidade mórbida é uma doença que aumenta o risco do desenvolvimento das formas graves da Covid 19. Inúmeras comorbidades estão associadas à obesidade, sendo a hipertensão arterial e o Diabetes Mellitus fatores de risco para o agravamento da infecção viral. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, pensando na saúde dos pacientes bariátricos e metabólicos e visando contribuir para conter os efeitos desta doença no Brasil, informa que: Pacientes bariátricos devem tomar a vacina; A decisão de vacinação deve ser individual e compartilhada entre o médico e paciente; Os pacientes bariátricos e metabólicos devem seguir os mesmos cuidados da população em geral, enfatizando as medidas de higiene e uso de máscaras, sem esquecer das recomendações nutricionais e de suplementação indicadas pela equipe multidisciplinar; A obesidade e doenças associadas costumam ser fortes indicadores de risco para o agravamento da Síndrome Respiratória Aguda Grave, devendo os pacientes que ainda não obtiveram controle pleno dessas doenças priorizarem a vacinação, mantendo os cuidados; O paciente submetido a cirurgia bariátrica/metabólica deve manter o acompanhamento médico rigoroso, inclusive após a vacinação. O estado nutricional do paciente bariátrico deve ser avaliado periodicamente pela equipe assim como atividade física e o acompanhamento psicológico devem manter-se como prioridade, inclusive após a vacinação; Lembre-se sempre de lavar as mãos cuidadosamente ou use álcool em gel quando não for possível lavar as mãos; Recomendamos aos pacientes que, em caso de dúvidas, procure o seu cirurgião bariátrico/metabólico. Recomendamos que os cirurgiões bariátricos/metabólicos repassem estas orientações aos seus pacientes. Com isso, acreditamos estarmos contribuindo com a nossa população.
Cuidado, adoçantes não são todos iguais

Vamos entender essa questão sobre adoçantes? Adoçantes não são todos iguais e vamos explicar um pouco mais sobre os compostos de cada um deles. Existem várias marcas diferentes e vários produtos dentro da linha de cada marca que são feitos de substâncias muito diferentes. Temos desde aspartame, ciclamato sódico, sacarina sódica, sucralose, stevia, xilitol, eritritol, taumatina… São inúmeras substâncias que compõem os adoçantes industrializados, algumas delas bastante nocivas à saúde. Os adoçantes aspartame, ciclamato sódico e sacarina sódica, não costumam ser indicados, pois existem diversos estudos que indicam malefícios para a saúde de quem os consome. Além de serem instáveis, esses adoçantes costumam ter outros compostos químicos usados para melhorar o sabor. Os adoçantes que mencionam “sódico” no nome possuem sal, elemento contraindicado para pacientes com pressão alta. Pacientes diabéticos substituem o açúcar refinado de alto índice glicêmico por adoçantes (glicose zero), mas acabam desenvolvendo problemas relacionados à hipertensão, pois ‘sem perceber’ aumentam muito o consumo de sódio. 4 TIPOS DE ADOÇANTES MAIS RECOMENDADOS POR NUTRICIONISTAS SUCRALOSE – É um derivado da cana de açúcar, porém, feito artificialmente. 3 gotas tem zero calorias e correspondem a 1 colher de chá de açúcar. A questão é: você usa e conta as gotas certinhas? Esse é o risco e o cuidado que devemos tomar para não consumir adoçante em excesso. Fazendo o uso de acordo com a indicação da nutricionista, não há problemas. ESTÉVIA – É 300 vezes mais doce que o açúcar. Um envelope de 0,8 g tem o mesmo poder adoçante de 10 gramas de açúcar. A vantagem está no número de calorias. Um envelope possui aproximadamente 2 calorias, contra mais de 40 calorias dos 10 gramas de açúcar. A estévia é uma planta nativa do Brasil e Paraguai, cujas folhas têm um princípio adoçante natural muito potente. As pessoas que consomem estévia geralmente preferem consumir com bebidas mornas ou geladas que ficam mais agradáveis ao paladar. Quem gosta de tomar um café quente talvez sinta diferença no sabor. XILITOL – É um adoçante de origem vegetal, derivado do milho. Em um pacote de xilitol de 5 gramas temos 12 calorias contra 20 calorias do açúcar convencional numa embalagem de mesmo peso. Algumas pessoas mencionam sofrer com desconfortos abdominais ao consumir o xilitol, mas isso se aplica apenas para quem tem sensibilidade ou algo específico com uso de adoçantes. Existem adoçantes em gotas ou em pó, e cada um deles possui suas especificidades. No caso do xilitol é mais recomendado o uso em pó, pois é mais estável neste formato. Na versão em gotas para ele ficar estável, geralmente se faz uma mistura entre dois tipos de adoçantes, o xilitol – que é 100% natural – junto com a sucralose, – obtida por processos químicos – para conseguir um sabor mais palatável. Se for usar o xilitol ou o eritritol, prefira a versão em pó. ERITRITOL – É o mais novo dos adoçantes, substância também extraída do milho não transgênico num processo de fermentação natural. Um envelope de 5g confere zero calorias e adoça o mesmo que 3,5 gramas de açúcar. Algumas pessoas informam que o eritritol tem pouco poder adoçante, por isso, é comum ser necessário usar de 2 a 3 sachês por dose, volume pouco indicado. Assim como o xilitol, ele é mais estável na versão em pó. É importante verificar a embalagem de todos os produtos para saber se tem apenas um elemento na sua composição ou é misturado com demais substâncias. Caso sua dieta recomende a substituição do açúcar refinado por adoçantes, lembre-se de nossas dicas! Conteúdo escrito com base na live: Cuidado! Adoçantes não são todos iguais! Da Dra. Ana Beatriz Guiesser, nutricionista do Instituto de Medicina Sallet.
Pós-Cirurgia Bariátrica: Quando devemos nos preocupar com o reganho de peso?

Você realizou uma cirurgia bariátrica há pouco tempo e está ganhando peso novamente? Será que todo o esforço foi por água abaixo? Calma, pois nem todo ganho de peso deve causar preocupações! Durante os primeiros meses após a cirurgia bariátrica o paciente perde peso de forma significativa e acentuada. Na maioria dos casos, mais de 50% do excesso de peso inicial é eliminado no primeiro ano de cirurgia. Entretanto, após esse período, o corpo passa a se adaptar e alcança um estágio conhecido como “platô” (saiba mais sobre o efeito platô aqui) e a velocidade de perda de peso passa a desacelerar. Em alguns casos, é possível ganhar peso novamente. Não devemos nos preocupar com ganhos de 5% ou 10% em relação ao peso perdido. Isso é perfeitamente normal! Entretanto, se o reganho de peso for acima de 30%, devemos acender uma luz de alerta. O reganho acelerado pode indicar que estejamos cometendo equívocos comportamentais e é necessário recorrer à equipe transdisciplinar para realinhar condutas e terapêuticas precocemente. Na maioria dos casos, a questão está mais relacionada ao comportamento do paciente que ao resultado técnico da cirurgia. Por isso, as consultas com psicólogo, nutricionista e até preparador físico, são indicadas para identificação de pontos de melhoria. CAUSAS FREQUENTES DE REGANHO DE PESO A obesidade é uma doença que possui certa complexidade. Existem multi fatores para que ela permaneça na vida das pessoas e sempre surgem novas dúvidas. O reganho de peso está associado aos 4 pilares dos fatores de origem da obesidade. Saiba quais são: O primeiro é o comportamental. Mais de 90% dos casos de reganho de peso não está relacionado a problemas técnicos da cirurgia, mas sim no comportamento do paciente, que deixa de lado o acompanhamento com a equipe transdisciplinar e volta a praticar hábitos pouco saudáveis. Dietas inadequadas, escolha dos alimentos incorretos, falta de atividades físicas regulares corroboram para o reganho de peso. Mais um ponto a se levar em consideração é a reposição multivitamínica. A deficiência de vitaminas e minerais pode causar compulsão alimentar e isso favorece o reganho de peso. O uso de alguns tipos de medicação provocam o aumento do apetite e retenção de líquidos, como os corticóides em altas doses ou medicações antidepressivas, promovendo assim o ganho de peso. COMO SE TRATA O REGANHO DE PESO? Começando com um diagnóstico correto da causa desse reganho de peso. Através de uma avaliação clínica criteriosa para identificar quais são os fatores responsáveis pelo reganho de peso é possível abordar e esperar respostas sinceras dos pacientes. A partir daí, atuar nestes pontos falhos e trabalhar em conjunto à equipe transdisciplinar, lembrando que o maior responsável pelos resultados é o próprio paciente! Em alguns casos podemos incluir medicações específicas para o controle do reganho de peso, promover ajustes na dieta ou no programa de atividades físicas. A resposta de um paciente bariátrico ao tratamento clínico é muito melhor que a resposta de um paciente que não passou por cirurgia. Se neste diagnóstico for verificado um problema técnico da operação, a indicação é uma cirurgia revisional, ou seja, uma revisão da primeira cirurgia bariátrica realizada. Embora representem situações muito raras e pontuais, estima-se que 2-5% dos pacientes operados precisem passar por uma cirurgia revisional após 10 anos. Caso você esteja ganhando peso de forma rápida, mesmo após a cirurgia bariátrica, é importante agendar uma avaliação individualizada com a equipe responsável por seu tratamento. Não deixe de acompanhar sua saúde, ela é seu maior bem!
Como reverter o reganho de peso em cirurgias bariátricas e metabólicas

A cirurgia bariátrica vem ganhando credibilidade, principalmente, pelos ótimos resultados conquistados nos últimos 20 anos. Porém, devemos ter consciência de que ela não resolve tudo. É fundamental que o paciente esteja disposto a uma significativa mudança comportamental. Tudo começa com a decisão pessoal e evolui para a escolha de uma equipe médica bem preparada, definição da técnica cirúrgica adequada, o apoio da família, o preparo para a cirurgia, os cuidados no pós-operatório e o acompanhamento com equipe transdisciplinar especializada. Um processo bem feito é o que garante bons resultados. No centro de todo este processo está, justamente, o paciente. A cirurgia bariátrica envolve dois órgãos do aparelho digestivo. O estômago – que é responsável pelo armazenamento de alimentos, e o intestino delgado – que é encarregado pela absorção de nutrientes. As técnicas cirúrgicas podem ser aplicadas em um ou em dois órgãos em conjunto. Saiba mais sobre as técnicas cirúrgicas lendo aqui. Seja qual for o procedimento bariátrico aplicado, o objetivo sempre será o auxílio à perda de peso significativa e duradoura. É importante destacar que a cirurgia bariátrica é uma procedimento de alta complexidade e indicado a pacientes que sofram com Obesidade Grau III (obesidade mórbida: IMC > 40) ou Obesidade Grau II (IMC >35) com comorbidades e doenças associadas. A cirurgia bariátrica tem um efeito metabólico muito importante principalmente no paciente com diabetes tipo 2 e uma série de doenças que estão relacionadas ao excesso de peso. A possibilidade de reganho de peso existe e é mais frequente após os primeiros 2 anos da cirurgia. Isso é mais comum entre os pacientes que não aderem a mudança comportamental proposta e não seguem o acompanhamento com equipe transdisciplinar especializada. Essas pessoas podem ter um reganho de peso parcial ou total, geralmente em médio ou longo prazo. A obesidade é uma doença crônica, inflamatória e incurável, que precisa ser acompanhada durante toda a vida. O acompanhamento tem que ser constante e periódico mesmo após a cirurgia bariátrica. DIFERENÇA ENTRE REGANHO DE PESO E A RECIDIVA DA OBESIDADE Conceitualmente, o percentual de reganho de peso pós-cirurgia bariátrica é baseado no total de peso perdido pelo paciente. Se um paciente de 120 kg, 1,80m de altura, tem 40 Kg de excesso de peso e perde 30 Kg, nos primeiros 2 anos da cirurgia, podemos considerar o resultado como ótimo. Já um outro paciente, com 160 kg e 1,60m de altura, perde 40 Kg no mesmo período, ainda precisará perder mais alguns quilos para que seu índice de massa corpórea (IMC) saia da faixa de risco. Calcule seu IMC clicando aqui. O parâmetro de cirurgia bariátrica ou metabólica bem sucedida não é o peso ideal do que seria um paciente não obeso previamente, mas sim, uma perda a partir de 50% do excesso de peso inicial. Esse número é significativo porque ajuda a reverter ou melhorar a maioria das doenças associadas à obesidade e prevenir a recidiva destas futuramente. Um reganho de peso nos primeiros 2 anos de aproximadamente 10% do peso perdido máximo, não deve ser considerado como reganho de peso, mas sim como adaptação fisiológica. A curva da perda de peso no primeiro ano de pós-operatório é bastante acentuada. A partir do segundo ano de cirurgia acontece a estabilização do ritmo de perda de peso. A recidiva (retorno) da obesidade pode ser considerada quando o paciente tem um reganho de peso acima de 30% do volume corporal perdido após a cirurgia. A qualidade de vida deve ser levada em consideração, além de somente a perda do peso em números absolutos. “A maneira mais fácil de termos decepção na vida é esperar mais do que a vida pode dar”. O grande objetivo da cirurgia bariátrica e metabólica é trazer uma qualidade de vida melhor e com saúde, além de reduzir o risco de mortalidade. O benefício estético existe, mas não deve ser colocado à frente dos demais benefícios que a cirurgia traz.
O Que Muda no Corpo Com a Perda de Peso?

Mais do que apenas obter ganhos estéticos, a perda de peso pode trazer inúmeros benefícios físicos e mentais para o paciente, sobretudo para as pessoas que já foram submetidas a uma cirurgia bariátrica. Ainda que a mudança mais perceptível no processo de emagrecimento seja a diminuição de medidas, as transformações mais importantes são, muitas vezes, invisíveis aos olhos, porém extremamente perceptíveis à saúde. Neste artigo, descubra mais detalhes sobre o que muda em nosso corpo com a perda de peso, em especial no organismo de quem passou por uma cirurgia bariátrica. Acompanhe. Cirurgia Bariátrica e Perda de Peso Para os pacientes submetidos à cirurgia bariátrica, o processo cirúrgico é um grande passo para sua mudança de vida. No entanto, depois disso, é preciso manter hábitos saudáveis, práticas regulares de atividade física e dieta balanceada para que os resultados sejam duradouros e consistentes. De fato, a cirurgia bariátrica estimula a perda de peso rápida. Porém, o paciente pode voltar a engordar caso não siga as orientações dadas pela equipe transdisciplinar. Nos primeiros seis meses após a cirurgia bariátrica, acontece a maior perda de peso. Entretanto, o emagrecimento total acontece em até dois anos. Assim, para garantir os resultados, é essencial continuar seguindo as recomendações da equipe em médio e longo prazo. Transformações no Corpo Devido à Perda de Peso Após um processo de perda de peso, é importante preservar o emagrecimento de forma gradual e segura. Isso porque quem perde peso lentamente, com foco em alimentação saudável e atividades físicas, transforma sua composição corporal. Quando a pessoa passa a perder gordura e ganhar massa muscular simultaneamente, o organismo tem a sensação de que não está perdendo. Assim, quanto mais massa muscular, maior o metabolismo basal e maior a probabilidade de o organismo utilizar a gordura do corpo como “combustível” a ser queimado. Alguns Benefícios da Perda de Peso Os ganhos com a perda de peso, sobretudo quando combinada com uma dieta balanceada, são abrangentes e refletem de diferentes formas em nosso corpo. Veja só: Pele e cabelo: a ingestão de, ao menos, três litros de água por dia, alimentos ricos em colágeno, biotina, ômega 3 e vitamina C, aliada a uma dieta para perda de peso, trazem benefícios para a beleza e a saúde de pele e cabelos. Unhas: o emagrecimento e consumo de alimentos ricos em vitaminas B, C e E e aminoácidos auxiliam na produção de queratina e outras proteínas importantes para o desenvolvimento de unhas fortes. Barriga: a gordura visceral, a mais perigosa e também a que mais incomoda a maioria das pessoas, tende a reduzir com a alimentação saudável e atividade física. Pressão alta: a perda de peso contribui para diminuição na pressão arterial, causadora de diversas doenças, como derrame e infarto. AVC: essa síndrome metabólica provoca um maior acúmulo de gordura no sangue, o que dificulta a circulação e eleva a incidência de doença vascular cerebral. Assim, a perda de peso diminui os riscos de AVC. Diabetes: a perda de peso pode favorecer a diminuição do uso da medicação. Já para quem não possui o diagnóstico de diabetes, com o emagrecimento, as chances diminuem em até 83%. Colesterol: o emagrecimento ajuda na elevação dos níveis de HDL (bom colesterol) e na diminuição do LDL (colesterol ruim). Doenças cardiovasculares: os riscos da manifestação dessas doenças pode cair 85% com o processo de emagrecimento. É importante saber que os resultados após a cirurgia bariátrica dependem muito do paciente e dos hábitos que ele seguirá para contribuir com a perda de peso e o ganho de qualidade de vida. Agora que você já sabe mais sobre o que ocorre com o corpo com o processo de emagrecimento, descubra também qual é o tempo de preparação necessário para a cirurgia bariátrica.
Live: Aspectos Psiquiátricos Cirurgia Bariátrica e Metabólica

Amanhã, 24/06, às 20h, o Dr. José Afonso Sallet, médico-CEO do Instituto de Medicina Sallet estará com com o Dr. Paulo Sallet, Coordenador da Equipe de Psiquiatria e Psicologia do Instituto de Medicina Sallet, respondendo às principais dúvidas de nossos pacientes sobre os Aspectos Psiquiátricos Cirurgia Bariátrica e Metabólica. Você pode enviar as suas perguntas antecipadamente e nós as responderemos durante a live. Acesse nosso perfil @institutosallet. Não deixe de assistir!
Instituto de Medicina Sallet participa do Fórum de Cirurgia Bariátrica e Metabólica

No último dia 06 de dezembro, a equipe do Instituto de Medicina Sallet participou do Fórum de Cirurgia Bariátrica e Metabólica promovido pela Medtronic em seu centro de inovação em São Paulo. O Dr. José Afonso Sallet palestrou sobre os “Dilemas da cirurgia bariátrica e metabólica – a escolha das técnicas cirúrgicas” – para uma plateia de convidados formada por renomados especialistas em suas áreas. A definição da melhor técnica cirúrgica O fórum primou pelo debate de situações diferenciadas e de difícil decisão ou controle dentro da especialidade cirúrgica da obesidade. Foram tratadas situações de para a escolha da técnica cirúrgica – tema principal da palestra – bem como os critérios de definição da melhor indicação conforme a individualidade e histórico de vida de cada paciente. Sabendo que essa individualização da técnica é fundamental para os resultados positivos a curto, médio e longo prazos, os debatedores concordaram que é fundamental realizar um criterioso estudo do paciente no pré-operatório. Esta investigação, necessariamente, envolve uma equipe formada por vários profissionais, tais como o psicólogos e psiquiatras (quando necessário), nutricionistas, endocrinologistas, orientadores de atividades físicas e membros da equipe cirúrgica. Também é de fundamental importância conhecer o nível de obesidade de cada paciente e as doenças metabólicas associadas apresentadas, principalmente, se o paciente está diabético e hipertenso. A partir desses fatores é que será definida, junto ao paciente, qual a melhor técnica cirúrgica aplicada. Cabe lembrar que o bom resultado de qualquer procedimento cirúrgico, seja qual a técnica utilizada, depende muito de o paciente fazer sua parte, realizando a proposta de mudança comportamental assumida, auxiliado pela cirurgia bariátrica e metabólica e suporte da equipe interdisciplinar. Cirurgia bariátrica e metabólica revisional Um outro tema de muita relevância abordado foram as cirurgias revisionais nos casos de reganho de peso significativo no médio e longo prazo ou recidiva das doenças metabólicas associadas à obesidade. Conhecemos algumas técnicas que são amplamente preconizadas em casos de procedimentos mais simples como a banda gástrica ou gastrectomia vertical. Já, em outras técnicas, como o bypass gástrico, a cirurgia revisional se torna mais complexa e exige uma investigação muito maior. É fundamental saber que, a cirurgia revisional, em qualquer caso, será a última alternativa recomendada. Quando o paciente começa a apresentar reganho de peso ou recidiva das doenças associadas, ele precisa ser muito bem acolhido pela equipe interdisciplinar no sentido de resgatar a proposta inicial da cirurgia. Faz se necessário investigar as causas do reganho de peso, avaliar a técnica cirúrgica primária, bem como descartar problemas anatômicos do procedimento realizado. A primeira escolha é o tratamento medicamentoso, apoiado pela equipe de endocrinologia. Alguns procedimentos endoscópicos são propostos para a investigação complementar. A cirurgia revisional, realmente, acontece em última instância, quando se detecta uma falha na cirurgia primária e as demais alternativas de evitar um novo procedimento não surtem o efeito desejado. Isto ocorre porque, é sabido, que as cirurgias revisionais apresentam risco maior de complicações que a cirurgia primária, além de alcançarem sucesso em menos de 50% dos casos. O tratamento da obesidade em pacientes com câncer Outro tópico muito debatido no fórum dentro do tema obesidade foi o aumento da incidência de câncer de aparelho digestivo, endométrio, pele e ginecológico em pacientes obesos. O evento contou com a participação de especialistas renomados na área de oncologia clínica, carcinogênese e cirurgia oncológica que puderam apresentar seus casos e discutiram sobre o aumento da incidência dessa doença em pacientes obesos. Entretanto, o tratamento da obesidade tende a diminuir essa incidência mesmo em pacientes de câncer diagnosticado. Os pacientes que estão em tratamento da obesidade têm uma resposta melhor aos tratamentos adjuvantes se comparados aos que continuam com excesso de peso. Estes fatores evidenciam a importância do tratamento da obesidade na prevenção de canceres do aparelho digestivo e ginecológicos, assim como melhora significativa no quadro clínico dos pacientes. Quer saber mais? Acompanhe nossas publicações semanais no site e em nossos perfis sociais!