Exercícios físicos no pós-bariátrica: caminhada x musculação

Praticar exercícios físicos é sempre algo desafiador, especialmente, para quem acabou de realizar uma cirurgia bariátrica. Além de acelerar os resultados do procedimento, as atividades físicas no pós-operatório são fundamentais para a plena recuperação da cirurgia. Mas a rotina de exercícios deve respeitar essa fase e precisa ser acompanhada de perto por profissionais de educação física qualificados. Mesmo antes da cirurgia, a adoção de um programa de exercícios é imprescindível para preparar o corpo a fim de diminuir os riscos de complicações pós-operatórias e facilitar a recuperação. A prática precisa ser adequada a cada fase do tratamento e incorporada à rotina do paciente para evitar recorrência da obesidade e o reganho de peso. Mas você sabe quais exercícios físicos são indicados para pacientes bariátricos? Neste artigo, falaremos sobre as práticas mais indicadas para quem realiza uma cirurgia bariátrica. Acompanhe! A caminhada é um exercício físico indicado para o paciente bariátrico? De maneira geral, a caminhada oferece diversos benefícios para a saúde e bem-estar, a começar pelo ganho de energia, aumenta a disposição e ajuda também na diminuição do estresse. Por ser um exercício físico fácil e simples de realizar, a caminhada está entre as atividades mais indicadas para pacientes bariátricos, tanto no pré, quanto no pós-operatório. E ela pode ser realizada na academia, ao ar livre, em qualquer lugar, em grupo ou individual. Para otimizar os ganhos, é importante utilizar algumas variações nesse exercício, como, por exemplo, alternar a velocidade das passadas ou caminhar por terrenos com diferentes desníveis. Outras opções são subir ou descer ladeiras, escadarias, contar passos e, mais importante do que qualquer outra coisa, aliar hábitos alimentares com essa prática esportiva. No entanto, para o paciente bariátrico, a caminhada não deve ser vista como o único exercício físico. Ela será importante para manter o condicionamento e a otimização cardiovascular, porém trata-se de um exercício complementar. Por que a musculação é um exercício físico tão importante para o paciente bariátrico? A musculação é um exercício físico amplamente relacionado ao ganho de massa muscular. Perder gordura e ganhar massa magra estão entre os principais objetivos de quem pratica essa modalidade. Por ser uma atividade física que engloba força e resistência, a musculação é uma ótima opção no período pós-cirúrgico. Com acompanhamento profissional e respeitando os limites individuais, a musculação auxiliará o paciente a fortalecer articulações, como joelhos e coluna, sobrecarregados pelo sobrepeso. Além disso, a prática de exercícios com carga favorece o tônus muscular, permitindo melhor recuperação no pós-cirúrgico. A musculação é indicada desde antes da bariátrica, pois auxilia na preparação do corpo para o impacto que ocorrerá com a cirurgia. Em qualquer dos casos, é indispensável seguir as orientações da equipe transdisciplinar. Será elaborado um programa específico para as necessidades do paciente bariátrico, de modo que a prática possa ser realmente segura, benéfica e, principalmente, prazerosa. Em quanto tempo o paciente pode praticar exercícios físicos após a cirurgia bariátrica? Cada paciente receberá uma orientação individualizada da equipe que o está acompanhando. Mas, de maneira geral, é liberado que ele faça caminhadas leves desde os primeiros dias após a cirurgia. Isso evitará complicações inflamatórias, retenção de líquidos e auxiliará na recuperação. Após 30 dias da cirurgia e liberação do cirurgião, o paciente pode iniciar atividades de musculação ou exercícios funcionais com restrições: nesta fase, NÃO deve realizar exercícios abdominais, nem aqueles que envolvam a região abdominal (CORE), como o leg press e agachamentos. Exercícios aeróbios moderados como caminhadas, bike, elíptica devem ser executados por, no máximo, 15 minutos. Nessa fase, é importante realizar exercícios de fortalecimento muscular. Após 60 dias, o paciente deverá realizar exercícios de fortalecimento muscular, preferencialmente. Poderá realizar exercícios abdominais leves nos aparelhos, para diminuir a sobrecarga. Os exercícios aeróbios estão permitidos por, no máximo, 20 minutos. Após seis meses de cirurgia, o paciente está liberado para todos exercícios de musculação, exercícios funcionais, dança, hidroginástica, natação. Exercícios aeróbios ainda devem permanecer limitados a 30 minutos diários. Cabe ressaltar que seguir as orientações da equipe transdisciplinar e adotar uma rotina diária de atividades físicas é fundamental para evitar o reganho de peso pós-cirurgia e manter a qualidade de vida e saúde do paciente. Para saber mais, agende uma consulta e avalie sua composição corporal por meio da bioimpedância ou Styku. Identifique ganhos ou perdas de acordo com seu plano de treino ou da sua dieta. Aguardamos seu contato!
Diferença entre emagrecer e perder peso

Você sabe a diferença entre emagrecer e perder peso? Nem todos sabem, mas há uma enorme diferença. O processo de emagrecimento envolve diversos fatores, cujas principais motivações estão diretamente relacionadas à saúde e ao bem-estar. Já a perda de peso, está atrelada ao número que aparece na balança, desconsiderando a composição corporal. Você pode perder peso e não emagrecer, assim como também pode emagrecer sem perder peso. Assim, fica claro que definitivamente não são a mesma coisa! Perder peso quer dizer diminuir a massa corporal. Essa ação fará diferença nos números vistos na balança e, possivelmente, ao vestir suas roupas. Boa parte das pessoas fica muito feliz quando isso acontece. Porém, nem sempre perder peso é realmente um feito a ser comemorado. O motivo para isso é que, ao perder peso, você pode estar perdendo somente a massa magra sem alterar o nível de gordura presente em seu corpo. Isso significa perder massa muscular e líquidos, mas ainda manter a gordura corporal. Nessa situação, podemos apurar que seu percentual de gordura — em relação à massa total — aumentou. Em outras palavras, mesmo perdendo peso, você não emagreceu. Pior do que isso é constatar que sua saúde pode sofrer sérios danos em razão do aumento proporcional de gordura corporal. Esteatose hepática (gordura no fígado), diabetes tipo 2, e doenças do coração são algumas enfermidades relacionadas ao aumento de gordura. Sendo assim, perder peso sem avaliar a composição corporal é muito prejudicial para a saúde! Mas afinal, o que significa emagrecer? Emagrecer significa reduzir o excesso de gordura corporal. Ao praticar atividades físicas e adquirir hábitos alimentares saudáveis, você terá uma redução em seu peso proporcionada pela perda de gordura corporal. Por outro lado, seu corpo ganhará músculos, perderá volume, mas seu peso pode não sofrer mudanças. Percentualmente, seu corpo terá menos gordura e sua saúde melhorará. Com isso, quando pensamos em emagrecimento e perda de peso, o emagrecimento é um objetivo mais saudável do que a simples perda numérica da balança. É possível emagrecer de maneira saudável? Sem dúvidas! Agora que ficou mais claro que há diferença entre emagrecimento e perda de peso, é importante ressaltar que emagrecer de maneira saudável é absolutamente possível. No entanto, boa parte dos casos requer acompanhamento profissional de uma equipe multidisciplinar para que tudo seja feito da melhor forma. Um dos primeiros e mais importantes passos para o emagrecimento saudável é a reeducação alimentar associada à prática regular de atividades físicas. A ajuda profissional é altamente recomendada para que você esteja ciente de suas necessidades principais, conheça seus limites e mantenha o foco no seu objetivo. Quando contamos com a ajuda profissional, temos mais chances de sucesso. Além disso, procurar ajuda profissional especializada poderá abrir sua mente sobre como adquirir novos hábitos de forma definitiva. E então, ficou mais clara a diferença entre emagrecimento e perda de peso? Você conhece a sua composição corporal? Agende uma avaliação corporal com nossos especialistas e descubra!
O prato ideal do paciente bariátrico: o que comer e o que evitar

Em agosto de 2021, a Dra. Margaretth Arruda, nutricionista e vice-diretora do Instituto de Medicina Sallet, teve como convidada a Dra. Bruna Montanher Vasques, nutricionista especializada em obesidade e emagrecimento e fitoterapia para uma live no canal @institutosallet do Instagram. Durante o encontro, as profissionais debateram a alimentação e recomendações sobre os pratos ideais para os pacientes bariátricos. A conversa trouxe uma série de informações para quem realizou ou pretende realizar uma cirurgia bariátrica, além de esclarecimentos para as principais dúvidas dos pacientes. Confira os principais pontos abordados no evento sobre o prato ideal para o paciente bariátrico. Há grandes restrições alimentares após a cirurgia bariátrica? Não há tantas restrições, mas é recomendado fazer melhores escolhas para manter a perda de peso e a boa saúde. Na verdade, a quantidade do alimento é menos importante de ser considerada do que a qualidade nutricional do que é posto em seu prato. E qual é uma alimentação mais saudável para o paciente bariátrico? A alimentação saudável ocorre quando o paciente consegue equilibrar qualidade nutricional em todas as refeições, combinando variedade de alimentos e priorizando aqueles in natura aos processados. Assim, quanto mais se descascar e menos cozinhar e desembalar, mais qualidade e saúde você terá na alimentação. Por que é importante melhorar hábitos alimentares antes da cirurgia bariátrica? Toda a mudança exige comprometimento. Assim, começar a melhorar a alimentação mesmo antes da cirurgia bariátrica ajudará a enraizar novos e melhores hábitos alimentares. Isso inclui realizar as refeições respeitando intervalos regulares e tratar eventuais casos de compulsão antes da cirurgia. É preciso lembrar que a cirurgia bariátrica não faz milagre — os resultados se manterão com a mudança de estilo de vida do paciente, e os novos hábitos precisam ser incorporados ainda no pré-operatório. O que muda na alimentação do paciente bariátrico próximo à realização da cirurgia? Os 15 dias que antecedem o procedimento exigem mais adaptações, visto que é um período de preparo cirúrgico. Por esse motivo, é necessário diminuir a gordura do fígado e a gordura visceral. E, para isso, será necessário adotar uma dieta mais pastosa e sem resíduo. É importante destacar que será necessário fazer um jejum de 12 horas antes da cirurgia bariátrica. Esses cuidados também ajudarão a facilitar e agilizar a cirurgia e, ainda, beneficiar o pós-operatório do paciente, tais como reduzir riscos de fístulas, Dumping ou problemas e crises que demandem maior tempo de internação hospitalar. Como é a alimentação do paciente bariátrico no período imediato pós-operatório? A dieta de quem acabou de realizar uma cirurgia bariátrica será mais restritiva e líquida nesse momento. Com o passar do tempo, haverá uma evolução na consistência dos alimentos, até que a cirurgia complete os 30 primeiros dias. Quando o paciente bariátrico poderá ingerir alimentos mais sólidos? Será feita uma avaliação pela equipe multidisciplinar de especialistas, quando será considerada a necessidade de suplementação para o paciente e, também, qual a textura dos alimentos e como poderão ser ingeridos. Após cerca de três meses da cirurgia, a cicatrização interna deverá estar concluída. Então, poderá haver a liberação para consumo de alimentos de consistência mais fibrosa e sólida. Nesse momento, a equipe também orientará o paciente sobre os bons hábitos alimentares em sua nova rotina. Isso incluirá um foco na ingestão de proteínas — frango, carne vermelha, peixe, ovo e suplementos. Há também a introdução de verduras e legumes, prioritariamente crus, para aumentar a saciedade e consumo de fibras alimentares. Há um peso ou composição de prato ideal para o paciente bariátrico? O prato do paciente bariátrico deve priorizar proteínas, depois saladas, grãos/leguminosas e, posteriormente, carboidratos. A recomendação é que se utilize prato e talheres de sobremesa para servir essas porções. Um exemplo seria: uma colher de sopa de arroz, uma colher maior de salada e outra de carne. Em exemplos práticos, seria algo como: 50% do seu prato deve ser composto de proteínas, optando sempre pelas opções pobres em gordura; 30% deve ser reservado para frutas e vegetais, responsáveis por fornecer vitaminas, fibras e minerais para o organismo; 20% do prato estará reservado aos carboidratos. Quer saber quais alimentos são indicados em cada fase do tratamento bariátrico? Assista à íntegra da live e descubra! Se você realizou ou pretende realizar uma cirurgia bariátrica e ainda tem dúvidas de qual é o prato ideal nas diversas fases do tratamento, escreva para nós! Suas dúvidas serão respondidas por nossa equipe. Compartilhe e deixe seus comentários.
O impacto dos exercícios físicos para pacientes que querem ou já fizeram cirurgia bariátrica

O Dr. José Afonso Sallet, médico-cirurgião e CEO do Instituto de Medicina Sallet, conversou com o personal trainer Paulo Henrique em uma live exclusiva sobre o impacto do treino de força para os pacientes bariátricos. A atividade física é um complemento no tratamento da obesidade e doenças associadas. Desse modo, os pacientes que estão prestes ou se submetem a um procedimento bariátrico precisam ter uma vida de treinos adequada para obter resultados consistentes. Dessa forma, confira as principais perguntas que foram respondidas durante o encontro: Qual a importância dos exercícios físicos pré-cirurgia bariátrica? Antes da cirurgia bariátrica, a recomendação é trabalhar bastante a parte muscular, para preparar o corpo para o impacto que ele terá com o procedimento cirúrgico. Afinal, com a perda de peso rápida, também irá existir perda de massa muscular, por isso é tão importante a preparação no período pré-cirúrgico com a musculação. Há casos, também, em que o paciente precisa perder alguns quilos para poder se submeter à cirurgia bariátrica. Nessas situações, a prática dos exercícios físicos é essencial e ajuda na perda de peso. E qual a importância dos exercícios no período pós-cirúrgico? Após a cirurgia bariátrica, é recomendado que o paciente comece a caminhar logo nos primeiros dias após a realização do procedimento para estimular o corpo, seu bem-estar e evitar complicações de saúde diversas. Já para a prática de musculação, será preciso seguir a recomendação da equipe transdisciplinar e de seu cirurgião, podendo ser liberada, normalmente, depois de 30 dias da cirurgia bariátrica. Qual o papel da musculação na recuperação da massa muscular no pós-operatório? A cirurgia bariátrica tem como objetivo a perda de peso aguda, sobretudo nos primeiros três a seis meses após a realização do procedimento. E isso, claro, leva a uma repercussão metabólica nutricional com a “queima”, não só de gordura, como também de nossa reserva de musculatura. Com um bom plano multidisciplinar(dieta+atividade física), é possível minimizar esse efeito, preservando mais a massa magra e perdendo mais gordura. Isso é essencial para a saúde integral do paciente. Afinal, com a perda de massa magra, há impacto na estrutura corporal, deixando joelhos e a coluna, por exemplo, com mais pressão. É por isso que a musculação é tão importante para o paciente bariátrico. Entretanto, a recomendação não é a realização de atividades de musculação convencionais. O paciente que passou pela cirurgia bariátrica precisa de uma rotina de exercícios mais completa, de fortalecimento, de modo a evitar os efeitos negativos associados à perda de massa magra pós-cirurgia. Nesse sentido, os exercícios aeróbicos são importantes para manter o condicionamento físico e a otimização cardiovascular. O ideal, portanto, é buscar um plano individualizado de musculação, associado às mudanças na alimentação, orientadas pela equipe de nutrição que devem incluir suplementos e vitaminas. Como os exercícios podem ajudar a minimizar a flacidez após a cirurgia bariátrica? Isso depende de fatores como a idade do paciente, quantidade de gordura perdida, entre outros. Se o paciente tiver muito acúmulo de pele, pode ser necessária uma cirurgia reparadora. A musculação ajuda, mas não pode evitar a flacidez nesses casos. Por que ocorre recidiva de peso em alguns casos? O paciente que se submete a uma cirurgia bariátrica deve saber que não há milagre. É preciso mudar hábitos e seguir cuidadosamente as orientações da equipe multidisciplinar. Alguns pacientes que ganham peso novamente após o procedimento não conseguem a mudança comportamental esperada, que inclui a prática de exercícios físicos regularmente por toda a vida e ajustes em sua alimentação. Sem isso, o peso realmente poderá voltar gradativamente. Assista à live e confira todas as informações apresentadas pelos especialistas. E se quiser saber mais sobre as atividades físicas indicadas para a sua fase do tratamento, entre em contato conosco!
Questões relevantes sobre a cirurgia bariátrica

A live mediada pelo Dr. José Afonso Sallet, médico-cirurgião e CEO do Instituto de Medicina Sallet em junho de 2021 teve a participação da Dra. Ana Caroline Fontinele, que também integra o time de cirurgiões do Instituto. Durante o evento, os profissionais debateram sobre a indicação cirúrgica, técnicas e acompanhamento de pacientes bariátricos. A conversa esclareceu as principais dúvidas dos pacientes sobre diversos aspectos importantes que envolvem a cirurgia bariátrica. Em nosso país, há um grande número de pessoas acima do peso – cerca de 120 milhões de brasileiros já possuem indicação de intervenção cirúrgica para tratar a obesidade. Por isso, é tão importante abordar esse tema. A seguir, confira um resumo das informações apresentadas nesta live focada em questões relevantes sobre a cirurgia bariátrica. Para quem é indicada a cirurgia bariátrica? A cirurgia bariátrica é indicada para quem tem o IMC acima de 40, obesidade grau III ou, ainda, pacientes com obesidade grau II, com IMC a partir de 35 que tenham algum problema de saúde como pressão alta, apneia do sono ou diabetes. Pacientes com diabetes, por exemplo, podem ser bastante beneficiados pela cirurgia bariátrica, pois a perda de peso auxilia no controle da diabetes tipo 2. Esse procedimento contribui também para a redução de um hormônio chamado Grelina, que é o “famoso” hormônio da fome. Com isso, o paciente tem mais facilidade para se manter dentro do plano alimentar proposto. A indicação deve ser feita a partir de cada caso, demandando o estudo de qual técnica é mais indicada. Além disso, o paciente será preparado para as mudanças comportamentais, indispensáveis para garantir e manter os resultados obtidos com o procedimento. Quais os outros procedimentos cirúrgicos são autorizados para tratamento de obesidade, além das já conhecidas Bypass e Sleeve? Além desses procedimentos, existem outras técnicas, tais como a banda gástrica, que já não é tão utilizada aqui no Brasil e nem em outros lugares do mundo, por apresentar resultados limitados a longo prazo. Podemos citar também as técnicas de Scopinaro e o Duodenal Switch, que embora possam gerar uma perda de peso significativa e melhora das doenças metabólicas associadas, podem ocasionar diversos efeitos colaterais consideráveis. Por isso, são indicadas apenas para casos mais específicos. Como é o preparo pré-operatório da cirurgia bariátrica? O resultado da cirurgia bariátrica depende de um pré-operatório bem feito. Nessa etapa, o paciente é avaliado fisicamente por meio de exames que variam conforme cada caso. Ele também passará pelo atendimento pré-procedimento da equipe transdisciplinar — incluindo a avaliação de profissionais da psicologia, nutrição e endocrinologia, também buscando a checagem de eventuais comorbidades – como diabetes, hipertensão ou doenças cardíacas – que possam impactar no tratamento. Pacientes com glicemia alta, por exemplo, exigem um pré-operatório bastante específico e cuidadoso. Isso é fundamental para minimizar o risco cirúrgico, entre outras questões. Quais são as contraindicações para cirurgia bariátrica e metabólica? Não há uma contraindicação absoluta para a realização da cirurgia bariátrica. Entretanto, há situações que exigem um tratamento preliminar antes do procedimento cirúrgico, como os casos de compulsão alimentar ou alcoolismo. Quanto tempo leva o procedimento cirúrgico? Em razão de um pré-operatório bem otimizado, hoje é possível que a cirurgia seja menos agressiva e exija menos permanência hospitalar, com um retorno mais breve possível. O tempo em cirurgia tende a variar entre 50 minutos e 1 hora e 30, sendo que a maioria dos pacientes recebe alta hospitalar nas primeiras 24 horas pós-procedimento. Qual o impacto da cirurgia sobre a Covid-19? O principal grupo de risco para a evolução de complicações graves é o de pacientes com obesidade e com doenças associadas a esse quadro. Portanto, a cirurgia bariátrica pode ajudar a proteger os pacientes de um quadro evolutivo mais grave. Isso foi comprovado em um estudo feito pelos cirurgiões do Instituto Sallet, que acompanharam 1.500 pacientes que se submeteram ao procedimento em um ano. Desses, em torno de 1%, tiveram Covid-19 no período pós-operatório e apenas 2 desses pacientes precisaram realizar internação hospitalar. Nenhum precisou ir para a UTI. O que é o efeito platô? O efeito platô geralmente acontece seis meses após a cirurgia e é uma condição na qual o organismo “estaciona” em um certo peso. Isso não deve ser uma grande preocupação porque ele é um equilíbrio que o seu corpo se propõe a fazer quando você perde peso de forma muito abrupta. Já a recidiva de peso, popularmente conhecida como reganho, ocorre quando está acima de 10% do peso perdido, é um sinal de alerta para que haja um acompanhamento mais próximo do quadro. O acompanhamento com a equipe transdisciplinar deve se manter anualmente para monitorar o comportamento e os novos hábitos do paciente. Caso o paciente apresente recidiva de peso pós-cirúrgico entre 20% a 50%, esse acompanhamento deve se tornar mais frequente afim de equilibrar o quadro e investigar os motivos que podem estar prejudicando o resultado da bariátrica. Assista à live completa em nosso canal no YouTube ou Instragram e confira esse bate-papo com os nossos especialistas. https://www.instagram.com/p/CQM0-1GIHwo/ Quer saber mais sobre as indicações e técnicas cirúrgicas? Entre em contato com nossa equipe e agende sua avaliação!
O que é e como funciona o balão gástrico?

Descubra mais sobre o que é e como funciona o balão intragástrico para tratamento de perda de peso e obesidade. O sobrepeso e a obesidade causam riscos consideráveis à saúde e à vida da população. Por isso, são considerados problemas de saúde pública. Entre as principais doenças associadas estão a hipertensão arterial, doenças no coração, diabetes e até câncer. Em muitos casos, não bastam apenas exercícios físicos para emagrecer. Muitos fatores podem contribuir para a dificuldade na perda de peso. Se você já tentou emagrecer e não consegue, saiba que, entre os diversos tratamentos, o balão intragástrico é uma alternativa não-cirúrgica e sem a necessidade de anestesia. Mas, afinal, o que é balão intragástrico? Tire essa e outras dúvidas a seguir! Estatística da obesidade O sobrepeso e a obesidade já são considerados por especialistas da saúde uma crise de saúde pública global. Os números comprovam: conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), 2,3 bilhões de pessoas no mundo são classificadas como obesas ou com sobrepeso. No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, a cada quatro cidadãos a partir de 18 anos, um se encaixava como obeso. A partir de dados como esses, é possível perceber como esse é um problema importante, assim como é fundamental buscar soluções para se lidar com ele. É nesse contexto que se destaca o tratamento com balão intragástrico. O que é o balão intragástrico? Os balões intragástricos são uma inovação para lidar com casos de obesidade. Esse procedimento não-cirúrgico e temporário, no formato tradicional, consiste na introdução de um balão inflável de silicone dentro do estômago por via endoscópica. O balão é insuflado com aproximadamente 500-600 ml de um líquido, provocando a diminuição da capacidade de ingestão de alimentos e o aumento da saciedade. Trata-se de um procedimento simples e seguro, que é realizado dentro de poucas horas e em ambiente hospitalar, com alta hospitalar no mesmo dia. É um tratamento que pode variar entre 4 a 12 meses, de acordo com a necessidade do paciente e o tipo de balão adotado. Logo, ao final do período determinado, o balão é retirado por via endoscópica. Por outro lado, já existem técnicas mais avançadas e que não necessitam de endoscopia. Esse é o caso do Balão em Cápsula Deglutível. Nessa técnica, o paciente ingere uma cápsula presa a um tubo-fio, o qual está conectado a um aparelho externo. Antes de encher a cápsula pelo tubo-fio, ou cateter, e a mesma transformar-se no balão, o médico realiza um raio-x para confirmar se o dispositivo está na posição correta. Este procedimento dura apenas alguns minutos. Os efeitos desse método são os mesmos do procedimento tradicional, ou seja, causam a diminuição da capacidade de ingestão, o aumento da saciedade e , por fim, auxiliam no emagrecimento. O período desse tratamento também pode variar de 4 a 12 meses e, em torno de 16 semanas após o procedimento, a cápsula esvazia-se e é expelida pelo organismo naturalmente, diferentemente do método tradicional, onde a retirada é por via endoscópica. Por que o balão intragástrico emagrece? Pelo fato de ocupar espaço no estômago, há um retardo no esvaziamento gástrico, gerando a sensação de saciedade no paciente. Um estudo mostrou que 72% dos pacientes participantes mantiveram a perda de peso por mais de 12 meses após o procedimento. Isso porque, com acompanhamento médico transdisciplinar durante o tratamento, o paciente acaba por manter a reeducação alimentar de forma natural em sua rotina, o que torna os resultados satisfatórios no médio e longo prazo. Quem pode colocar o balão intragástrico? O tratamento com balão intragástrico deve ser indicado após criteriosa avaliação médica e de equipe transdisciplinar. Como recomendação geral, o procedimento pode ser feito por todos que não possuem alguma contraindicação para esse tratamento (como por exemplo, cirurgias gástricas prévias), seguindo-se os critérios: pacientes superobesos (aqueles com IMC acima de 50kg/m²) com risco cirúrgico elevado como procedimento anterior à cirurgia bariátrica; pacientes sem indicação cirúrgica (ou que não querem se submeter à cirurgia), desde que apresentem IMC igual ou superior a 27 kg/m². Se você quer saber mais sobre o balão gástrico, agende sua avaliação no Instituto de Medicina Sallet!
Pacientes que estão em tratamento da obesidade podem tomar a vacina contra gripe?

A campanha nacional de vacinação contra a gripe 2021 já começou e é normal que os pacientes em tratamento tenham algumas dúvidas. Em primeiro lugar, é importante entender que pessoas obesas apresentam maior risco de desenvolverem complicações relacionadas à gripe, sobretudo a H1N1. Desse modo, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) recomenda que as pessoas portadoras de obesidade tomem a vacina. A recomendação da Secretaria de Saúde aos pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos de alta complexidade é de que aguarde um intervalo de 15 dias da data cirúrgica e, se possível, consulte seu infectologista. Caso esteja apto para a vacinação, outro ponto importante a ser considerado são as datas para a imunização. A etapa indicada para pessoas com comorbidades e condições clínicas especiais começará a partir de 9 de junho. Além disso, é importante respeitar um intervalo de pelo menos 14 dias entre a aplicação da vacina da Covid-19 e a da gripe, ressaltando que o imunizante contra o coronavírus deve ser priorizado. Para mais informações sobre a vacina da gripe, acesse o site do Ministério da Saúde.
Procedimento sem cirurgia, sem endoscopia e sem anestesia: conheça o balão intragástrico

Descubra o que é o balão intragástrico, como ele funciona, quais as indicações e os benefícios para a perda de peso. Conforme dados da Pesquisa Nacional de Saúde, do IBGE, mais de 60% dos adultos brasileiros estão com excesso de peso, apresentando IMC maior do que 25 kg/m². Segundo o estudo, a obesidade é um problema que avança no país e no mundo, com prevalência cada vez mais elevada. Nesse contexto, opções de procedimentos para solucionar questões de sobrepeso e obesidade surgem como alternativa. Um exemplo deles é o balão intragástrico. Descubra, neste artigo, o que é esse procedimento e como ele funciona, bem como seus benefícios e indicações. Acompanhe a seguir! Procedimento para perda de peso sem cirurgia invasiva: é possível? Quem começa a considerar opções para perder peso comumente acaba voltando sua atenção para os procedimentos cirúrgicos invasivos. Esses, de fato, são alternativas possíveis. No entanto, é preciso saber que existem outros caminhos a se considerar. Afinal, toda cirurgia envolve riscos e pré-requisitos, e pode demandar um período de cuidados pós-procedimento que impactam na rotina do paciente. O balão intragástrico é uma solução alternativa a isso, que apresenta resultado satisfatório na perda de peso e não envolve cirurgia invasiva e uso de anestesia geral. Afinal, o que é o balão intragástrico e como funciona o procedimento? Primeiramente, é importante esclarecer que não se trata apenas de um procedimento, mas de um tratamento temporário, com duração média de 6 meses, que é realizado com a introdução de uma prótese gástrica de silicone no estômago via sonda endoscópica, mas hoje em dia já existe também a tecnologia do balão de engolir. Com isso, tem-se uma diminuição da capacidade do estômago armazenar alimentos, o que leva à saciedade e por fim, a perda de peso sem cirurgia. Ao longo do tempo de tratamento, cerca de 20% do peso inicial do paciente pode ser eliminado. Quais os benefícios do balão intragástrico e suas indicações? O balão intragástrico oferece o benefício de ser uma solução para a perda de peso com segurança, eficiência e baixo risco, que pode ser aplicada em ambiente ambulatorial. Por não ser um procedimento cirúrgico invasivo, não exige a aplicação de anestesia geral. Tudo é mais prático, sem demandar um pós-operatório mais restritivo. Basta seguir as orientações da equipe médica transdisciplinar, especialmente no que diz respeito à reeducação alimentar e à prática de exercícios físicos. Assim, além de um procedimento, o balão intragástrico é um tratamento de perda de peso, acompanhado por profissionais de diversas especialidades, de modo a garantir que seus resultados sejam duradouros para o paciente. Para considerar essa alternativa, saiba que o balão intragástrico pode ser recomendado para: Pessoas super obesas (IMC maior do que 50kg/m²) com alto risco cirúrgico, como tratamento que pode anteceder a cirurgia bariátrica; Pessoas sem indicação cirúrgica (ou que não querem se submeter a esse tipo de procedimento), com IMC acima ou igual a 27 kg/m². Importante salientar, que como todo procedimento médico, existem algumas contraindicações. Os casos de pacientes com doença inflamatória intestinal e lesões potencialmente hemorrágicas deverão ser averiguados junto à equipe médica antes da escolha do tratamento para a perda de peso. Para saber mais sobre o balão intragástrico, continue acompanhando nosso blog e leia outros artigos relacionados ao tema!
5 soluções de perda de peso consistente

Descubra mais sobre alguns dos principais procedimentos para tratamento da obesidade. A obesidade é um distúrbio que consiste em excesso de gordura corporal e que leva a uma maior propensão a problemas de saúde. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma pessoa é considerada obesa quando seu Índice de Massa Corporal (IMC) é maior ou igual a 30. Se você está nesta faixa e está em busca de soluções para perda de peso consistente e duradoura, continue a leitura e descubra mais sobre alternativas seguras e eficientes para lidar com essa situação. Classificação dos graus de obesidade Há três graus diferentes de obesidade. Para calcular o IMC, descobrir o grau específico de obesidade e procurar o tratamento mais adequado para perda de peso, é necessário dividir o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em metros). Quando o resultado está entre 30kg/m² e 34,9 kg/m², caracteriza-se grau 1 de obesidade; entre 35 kg/m² e 39,9 kg/m² é grau 2; a partir de 40 kg/m², considera-se grau 3 ou obesidade mórbida. Tratamentos específicos contra a obesidade A escolha do tratamento para obesidade dependerá de diversos fatores. Entre eles, o grau da obesidade, doenças associadas (comorbidades), hábitos e causas que levaram a essa condição. É comum, por exemplo, o excesso de peso estar associado a algum componente genético. Na obesidade grau 1, a junção de reeducação alimentar, prática regular de exercícios físicos e apoio psicológico tende a ser suficiente na solução de alguns casos. No entanto, para os graus 2 e 3, as demais possibilidades de tratamentos devem ser avaliadas, inclusive as intervenções cirúrgicas, que devem ser analisadas e discutidas com uma equipe transdisciplinar especializada , a fim de definir qual opção se encaixa melhor em cada caso. Entre esses tratamentos disponíveis, estão: Balão intragástrico Procedimento não cirúrgico, minimamente invasivo, realizado por endoscopia, apenas com leve sedação. Trata-se de um tratamento temporário de 6 meses, com a implantação de uma prótese de silicone preenchida com 500ml de um líquido azul chamado metileno. Em um eventual caso de vazamento ou rompimento do balão, o líquido azul será expelido pela urina de maneira a ser rapidamente detectado e corrigido. O principal objetivo desse procedimento é diminuir a capacidade gástrica e estimular a saciedade, de forma que o paciente ingira menor quantidade de alimento. Após 6 meses, o balão deverá ser retirado através de um procedimento de endoscopia tradicional. As mais novas tecnologias de balão intragástrico dispensam o procedimento endoscópico e/ou sedação, pois trata-se de um modelo em cápsula deglutível, que após o período de tratamento é naturalmente expelido pelo corpo nas fezes. Banda gástrica ajustável Apesar de não promover mudanças na produção de hormônios, é uma técnica cirúrgica segura na redução de peso. A banda é um anel de silicone inflável e ajustável instalado ao redor do estômago, que aperta um pouco o órgão, controlando seu esvaziamento. Bypass gástrico Esse é um procedimento cirúrgico misto, que associa redução de parte do estômago, com um desvio do intestino inicial. Esta técnica é restritiva e disabsortiva pois reduz a capacidade gástrica em receber alimento ingerido e desvia uma parte do intestino que fisiologicamente absorveria mais nutrientes e calorias. Essas estratégias promovem o aumento de hormônios que dão saciedade e diminuem a sensação de fome, proporcionando uma perda de peso sustentada, eficiente e duradoura aos pacientes aderentes aos cuidados de pós-operatório e às mudanças comportamentais propostas por uma equipe transdisciplinar especializada. O acesso cirúrgico, em sua grande maioria, é por videolaparoscopia. Sleeve Gastrectomia Por último, temos uma técnica relativamente nova, conhecida como Sleeve. A cirurgia do tipo Sleeve, consiste na retirada de 70 a 80% do estômago, transformando-o em um tubo. Além de provocar uma considerável perda de peso pela redução de tamanho do estômago, o procedimento ainda reduz a sensação de fome do paciente por alterar a síntese de alguns hormônios da fome e da saciedade. Neste, não há desvio intestinal e a absorção é mantida. Igualmente, requer manejo nutricional, mudança comportamental e adesão às orientações da equipe transdisciplinar especializada. Duodenal switch É uma técnica cirúrgica que consiste na associação entre gastrectomia vertical e desvio intestinal. Nesse tratamento, 85% do estômago é retirado, mantendo sua fisiologia e anatomia básica. O desvio intestinal reduz a absorção dos nutrientes, ocasionando o emagrecimento. Sua indicação deve ser criteriosa e cautelosa pois a disabsorção causada pelo desvio intestinal poderá causar deficiências nutricionais importantes. De uma forma simples e sintetizada, pudemos entender de maneira superficial algumas das diferentes alternativas para a perda de peso e para tratamento contra a obesidade. Lembrando que somente uma equipe transdisciplinar especializada poderá definir qual o procedimento ideal para cada caso. Para saber mais sobre o assunto, conheça a equipe transdisciplinar e os procedimentos endoscópicos e cirúrgicos que o Instituto de Medicina Sallet oferece!
Conheça os procedimentos mais rápidos e seguros para tratamento de sobrepeso e obesidade

Descubra mais sobre opções seguras para perda de peso e tratamento de sobrepeso e obesidade. A perda de peso, muitas vezes, é encarada como uma grande maratona. A corrida pelo pódio é disputada por muitos, mas somente aqueles que se preparam, buscam orientação de bons técnicos, alimentam sua boa vontade e são persistentes chegam à sua vitória pessoal. O sobrepeso e a obesidade podem estar relacionados a diversos fatores ou, até mesmo, a diferentes doenças e hereditariedade. Por isso, é importante saber que há diferentes tratamentos disponíveis para ajudar, como veremos a seguir. Como a obesidade é classificada: A classificação de sobrepeso e obesidade segue o cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC). Ele é obtido com a seguinte fórmula: Peso / Altura² A classificação segue o critério: Sobrepeso: IMC entre 25,0 e 29,9 kg/m²; Obesidade grau I: IMC entre 30,0 e 34,9 kg/m²; Obesidade grau II: IMC entre 35,0 e 39,9 kg/m²; Obesidade grau III: IMC maior do que 40,0 kg/m². Se identificou com alguma das classificações acima? Então siga a leitura! Esperamos que o conteúdo a seguir possa te auxiliar na conquista dos seus objetivos. Primeiros passos para perder peso: A abordagem inicial para evitar sobrepeso e obesidade com a perda de peso é adotar uma alimentação equilibrada, sem excessos, reduzindo a ingestão calórica, com orientação de equipe transdisciplinar especializada. Além disso, é fundamental praticar exercícios físicos regularmente, ao menos quatro vezes por semana, com moderação gradual recomendada e de preferência acompanhada por um profissional da área. Alerta! Cuidados com as dietas e restrições alimentares sem avaliação de nutricionistas clínicos e exercício físico praticado em excesso. Muitas são as dietas disponíveis na internet, assim como dicas de restrições alimentares encontradas nas redes sociais. Entretanto, antes de qualquer mudança, é preciso obter a avaliação e a orientação de especialistas que avaliarão o seu caso e indicarão o melhor método e tratamento para uma perda de peso saudável, sustentada e segura. Não devemos nos esquecer de que cada caso é um caso e, muitas vezes, a perda de peso não é conquistada apenas com dietas e exercícios. A boa notícia é que, para essas situações, há opções de tratamento confiáveis. Procedimentos para tratamento de sobrepeso e obesidade Em alguns casos, diversos fatores biológicos podem contribuir para que a perda de peso não ocorra, mesmo com uma reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos. Para essas situações, após uma avaliação médica, há diversos tratamentos que podem ser realizados com segurança. Entre esses, está o balão gástrico. Esse procedimento não cirúrgico é recomendado para pessoas com o IMC acima de 27. O tratamento consiste na colocação de um balão de silicone na cavidade gástrica. Assim, o paciente sente mais saciedade e menor necessidade de ingerir alimentos. Outro procedimento para tratar a obesidade é a redução de estômago, também conhecida como gastroplastia. É geralmente indicado para indivíduos com IMC acima de 35. Poderá ser feita com acesso endoscópico ou cirúrgico e uma sutura ou linha de grampeamento reduzem o tamanho do estômago. Independentemente da opção, para melhores e mais duradouros resultados, é recomendado que o tratamento seja conduzido por uma equipe transdisciplinar, formada por cirurgiões, nutricionistas, psicólogos, psiquiatras, endocrinologistas, médicos clínicos e preparadores físicos. Quer saber mais sobre procedimentos rápidos e seguros para tratamento de sobrepeso e obesidade? Então, continue acompanhando nosso blog e nossas atualizações sobre este tema!