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1ª Caminhada Nacional de Combate à Obesidade SBCBM

Coloque um tênis confortável, encha a sua garrafinha de água e venha com muita disposição! A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), com apoio de vários membros titulares e associados, bem como clínicas médicas voltadas à especialidade de obesidade e doenças metabólicas, dentre elas o Instituto de Medicina Sallet, promovem, no dia 21 de outubro (domingo), em todo o Brasil, a 1ª Caminhada Nacional de Combate à Obesidade. A ação, de aproximadamente 50 minutos, acontece em comemoração ao Dia Nacional de Prevenção da Obesidade – 11 de outubro, e tem como objetivo chamar a atenção da população sobre a importância da atividade física e de alimentação adequada para melhorar a qualidade de vida e reduzir o excesso de peso. Durante o evento – coordenado por cirurgiões, educadores físicos e profissionais multidisciplinares associados à SBCBM – será realizado atendimento ao público para diagnóstico de sobrepeso, obesidade, bem como orientações sobre o nível de peso. Também poderão ser realizadas atividades e aulas abertas à população. A campanha trabalhará os quatro princípios básicos para manter a saúde e o peso saudável: comer bem, movimentar-se, beber água e dormir bem. A caminhada acontecerá, simultaneamente, em todas as capitais do Brasil que possuem Capítulos da SBCBM. São elas: Amazonas, Bahia, Brasília, Ceará, Goiás, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul , Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Recife, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Será um grande prazer contar com a sua participação! ☀️ ☀️ ☀️ SAIBA MAIS E INSCREVA-SE As primeiras 300 inscrições ganham o KIT da Caminhada! Faça sua inscrição gratuita e participe! Espero por você lá! Dr. José Afonso Sallet Médico-Diretor

Atendimento Multidisciplinar – Conheça a forma mais eficiente de tratamento da obesidade e doenças metabólicas

Atendimento Multidisciplinar - Conheça a forma mais eficiente de tratamento da obesidade e doenças metabólicas Instituto Sallet 2

A obesidade, por ser uma doença crônica e multifatorial, pode ser tratada de diferentes maneiras. Nem sempre a perda de peso e sua manutenção em longo prazo são tarefas fáceis. Por isso, a indicação da cirurgia bariátrica e metabólica tem sido mais frequente. Além de ser uma forma eficiente de emagrecer, o paciente melhora o quadro geral da sua saúde. No entanto, não basta apenas submeter-se ao procedimento cirúrgico. O paciente deve seguir uma série de cuidados e orientações para perder peso e manter essa perda, além de melhorar sua condição clínica. Dessa forma, além de muita força de vontade, ele deve ter acompanhamento transdisciplinar especializado em todas as fases do tratamento. Isso permite resultados satisfatórios e duradouros. Se você quiser saber mais sobre o assunto continue lendo este artigo. Aqui você encontrará mais informações sobre atendimento multidisciplinar, a maneira mais eficiente de tratamento da obesidade no pré e pós-operatório de cirurgia bariátrica e metabólica. Como funciona o atendimento multidisciplinar? Antes mesmo de passar pela cirurgia bariátrica é importante que o paciente seja atendido por médicos de diferentes especialidades, os quais devem estar trabalhando em conjunto. O recomendado é que nesse grupo haja, além de nutricionista e psicólogo, preparadores físicos, psiquiatras, endocrinologistas e outros. Cada profissional possui a sua importância no tratamento ao paciente. Com cada especialista são trabalhados aspectos de fundamental importância para o preparo e tratamento do paciente, nos quais incluem a autoimagem, adequação de programa alimentar, controle de ansiedade, suplementos nutricionais e motivação do paciente. Juntos, esses especialistas transdisciplinares conseguem promover melhores resultados em médio e longo prazo.     Atendimento multidisciplinar no pré-operatório A importância do atendimento multidisciplinar em pré-operatório está, principalmente, em fazer com que o paciente entenda a razão do seu ganho de peso excessivo e construa expectativas reais como resultado da intervenção cirúrgica. As principais causas do ganho excessivo de peso são doenças metabólicas, distúrbios emocionais, alta ingestão calórica, inatividade física, entre outros. Esse entendimento é importante para facilitar e otimizar o planejamento do tratamento pós-operatório. Assim, há maiores chances de sucesso. Além disso, é antes mesmo da cirurgia bariátrica que a equipe multidisciplinar começa a trabalhar questões relacionadas ao aspecto emocional e à autoimagem do paciente. Esses dois fatores são principalmente importantes quando os pacientes obesos sofrem de depressão e ansiedade. No pré-operatório é preciso, ainda, conhecer os hábitos alimentares do paciente. Isso é fundamental para preparar um cardápio equilibrado e em conformidade com suas necessidades nutricionais, que deverá ser iniciado antes mesmo da cirurgia. Também, é orientação das Federações Internacionais envolvidas com esta especialidade que todo paciente seja submetido a correções de eventuais deficiências nutricionais antes de operar. Atendimento multidisciplinar pós-operatório Enquanto o atendimento multidisciplinar no pré-operatório funciona para conhecer o paciente, suas necessidades e prepará-lo para as mudanças, depois da cirurgia bariátrica se torna ainda mais importante o acompanhamento em conjunto. O atendimento especializado de diferentes profissionais no pós-operatório tem a principal função de ajudar o paciente a colocar em prática todos os cuidados e recomendações que devem ser seguidos. Só assim consegue-se obter o sucesso esperado após a cirurgia. Além disso, embora a perda de peso seja grande logo após o procedimento, poderão haver efeitos adversos já esperados, como queda de cabelo e enfraquecimento das unhas. Existem protocolos médicos bem estabelecidos capazes de minimizar esses sintomas. Da mesma forma que acontecia com a obesidade anteriormente, os efeitos secundários à cirurgia bariátrica podem levar a alterações da autoimagem do paciente. E para tornar essas implicações menos agressivas, é essencial o adequado acompanhamento nutricional, endocrinológico e psicológico. Você sabe qual é o seu IMC (Índice de Massa Corporal)? Clique aqui, faça o teste gratuito e descubra sua classificação. Na grande maioria dos casos os pacientes submetidos à cirurgia bariátrica em Centros de Excelência apresentam incontáveis benefícios: melhora da qualidade de vida, redução de custos com medicações que antes eram aplicados ao tratamento das comorbidades, maior controle da fome, retomada do convívio social, retorno às práticas de atividades físicas regulares, melhora da autoestima, entre outros. Aproveite! Se você apresentar obesidade em grau elevado pesquise por centros renomados em Cirurgia Bariátrica e Metabólica e agende uma avaliação com todos os especialistas da equipe multidisciplinar.

Dicas para uma recuperação excepcional após a cirurgia de redução de estômago

Dicas para uma recuperacao excepcional apos a cirurgia de reducao de estomago - Instituto Sallet

Para tratar casos de obesidade a cirurgia de redução de estômago é uma alternativa bastante eficiente. Além de oferecer resultados positivos ao longo do tempo, a recuperação costuma contar com um pós-operatório descomplicado, desde que sejam tomados alguns cuidados. Em geral, esse tipo de procedimento operatório é realizado em poucas horas. E, depois da sua realização, o paciente já acordado segue para a recuperação pós-anestésica. Alguns pacientes podem ir direto para o quarto, a não ser em casos mais graves, em que a recomendação é permanecer as primeiras 24 horas na UTI – Unidade de Terapia Intensiva. Além disso, a internação hospitalar dura alguns dias. Já em casa, é preciso se adaptar ao novo tamanho do estômago. Nesse sentido, é comum que tenha diarreia, náusea, vômito e dor no abdômen, mas todos os efeitos da recuperação são minimizados ao seguir as recomendações médicas. E para saber quais são elas, continue lendo este artigo e confira as dicas para uma recuperação excepcional após a cirurgia de redução de estômago. Alimentação adequada nos primeiros meses Já que na cirurgia de redução de estômago o órgão sofre uma mudança de tamanho, as recomendações alimentares do pós-operatórios são extremamente importantes para uma recuperação excepcional. Entre elas, está a de ter uma dieta líquida nos primeiros 30 dias. Após o primeiro mês, a dieta deve ser pastosa, sendo necessário ainda ser sempre variada, fracionada e constante. Para tanto, é fundamental o acompanhamento nutricional, para que esteja garantida a qualidade nutritiva do cardápio de todos os dias. Dessa forma, na dieta líquida, o paciente pode beber sucos naturais de frutas e legumes, chás, sopas e caldos caseiros com proteína, bebida de soja, água de coco e manter a hidratação com água. As porções precisam ser pequenas e as refeições frequentes, totalizando de seis a oito. Já com o início da dieta pastosa é possível adicionar ao cardápio os mingaus, cremes de legumes, purês de frutas, de leguminosas e proteínas, além das vitaminas de frutas. E mesmo depois desse período, deve-se ter uma dieta equilibrada para perder os quilos desejados. Uso de suplementos alimentares vitamínicos Outra recomendação médica bem comum para uma recuperação excepcional após a cirurgia de redução de estômago é fazer uso de suplementos vitamínicos. Eles ajudam a complementar a ingestão nutricional diária necessária de cada paciente. Isso porque, além de comer menos, depois do procedimento cirúrgico, conforme a técnica usada, o organismo pode estar menos capacitado a fazer a absorção normal dos nutrientes. De qualquer forma, os suplementos devem ser prescritos pelo médico. Práticas regulares de atividades físicas Mais uma dica é fazer exercícios físicos, não só porque eles ajudam na perda de peso, promovendo resultados da cirurgia mais rápidos, mas também porque evitam a perda de massa magra. Do contrário, há redução da força muscular e da sensação de vitalidade. Em alguns casos, o médico pode até mesmo indicar sessões de fisioterapia, para contribuir com as funções respiratórias e motoras. Os exercícios respiratórios, inclusive, devem ser feitos nos primeiros dias do pós-operatório, a fim de prevenir complicações respiratórias. Realização dos exames necessários Além dos cuidados que se deve ter no dia a dia, é importante que o indivíduo que passa pela cirurgia de redução de estômago tenha uma rotina de acompanhamento médico e de exames. No caso dos exames, eles ajudam a identificar como o organismo está reagindo às mudanças. Dessa maneira, os exames servem para verificar os níveis de vitaminas, inclusive, as do complexo B, bem como dos minerais, entre eles, do cálcio. É preciso ainda fazer exame de glicemia e os que verificam a qualidade renal do paciente. Assim, se houver deficiências nutricionais, são recomendados novos suplementos ou doses maiores, bem como mudanças na dieta, com o objetivo de corrigir os resultados. Há também os exames que avaliam as condições cardiovasculares, respiratórias e circulatórias. Uso de remédios prescritos pelo médico Os medicamentos também podem ser prescritos para o período pós-operatório. Entre eles, analgésicos para as dores e os antiácidos líquidos para reduzir a taxa de formação de úlceras no novo estômago. Porém, todos eles devem ser usados apenas com recomendação médica. Acompanhamento multidisciplinar Outra das dicas para uma recuperação excepcional após a cirurgia de redução de estômago é que o paciente tenha o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar. Isso deve ser feito por meio de consultas regulares. Afinal, mais do que mexer no sistema digestivo do paciente, a cirurgia de redução de estômago pode interferir em diferentes aspectos da sua vida. Até porque muitas pessoas que realizam o procedimento o fazem justamente para reduzir as chances de diabetes e doenças cardíacas. Atendimento psicológico Na equipe multidisciplinar, que deve atender os pacientes no pós-operatório, destaca-se a figura do psicólogo. Ele, até mesmo antes do procedimento ser realizado, já deve acompanhar o indivíduo. Isso é importante pois, não raro, a obesidade está associada a distúrbios emocionais. Além disso, nessa fase de adaptação é preciso que o paciente tenha muita força de vontade para conseguir realizar as mudanças necessárias, como a de comer menos. Há pessoas que até mesmo desistam de todos esses cuidados, por encontrarem muitas dificuldades, no entanto, isso só acontece se não houver o apoio adequado. Com o acompanhamento psicológico, portanto, ele se sente motivado a seguir em frente. Quer saber mais sobre o pós-operatório da Cirurgia Bariátrica? Confira o Guia completo que preparamos. Clique aqui e baixe gratuitamente!

Aspectos psicológicos da cirurgia bariátrica: Pré e Pós-operatório

Aspectos psicológicos da cirurgia bariátrica: Pré e Pós-operatório

A cirurgia bariátrica não envolve apenas os cuidados com a parte física. Muito do sucesso do seu resultado depende de aspectos psicológicos, talvez a maior parte. Por isso, é tão importante que o paciente seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar, incluindo um psicólogo. Neste artigo falaremos sobre os aspectos psicológicos da cirurgia bariátrica: pré e pós-operatório. O psicólogo tem um papel fundamental em todo o processo do tratamento, desde o pré-operatório, onde é preciso avaliar a condição emocional do paciente e o que ele sabe e espera sobre a cirurgia, até o final do tratamento quando o paciente já eliminou muitos quilos e precisa entender que agora possui uma forma física nova.   Qual o papel do psicólogo na período pré-operatório? Nessa fase, antes da cirurgia é preciso que o paciente seja avaliado cuidadosamente. Essa avaliação é capaz de diagnosticar transtornos comportamentais, como os alimentares, de compras, uso de substâncias e outros, em especial transtornos alcoólicos e sintomas de depressão ou ansiedade. Se algum transtorno psicológico for diagnosticado, será preciso que esse paciente tenha um planejamento terapêutico mais preciso e mais focado, em todo o processo. Mas, isso não chega a ser um impedimento, é comum que transtornos sejam identificados na avaliação pré-operatória. O que não é comum, são casos onde o paciente desenvolve uma patologia psicológica no período pós-operatório da cirurgia bariátrica. Quando isso acontece, geralmente é porque o paciente deixou de comparecer às consultas, interrompendo o tratamento por conta própria. É importante que o profissional avalie nesse primeiro momento, se o paciente realmente entende todas as questões que envolvem o procedimento e o tratamento completo, como: As possíveis complicações e os riscos envolvidos no procedimento; Quais são os benefícios esperados; Como funcionam e para que servem todos os exames necessários; Quais serão os procedimentos realizados a longo prazo; Todas as consequências emocionais, sociais e físicas envolvidas; Quais serão as suas responsabilidades; Caso seja necessário, que ele precisará de um tratamento psicológico prévio. A cirurgia bariátrica envolve muitos detalhes, por isso, é fundamental que o paciente esteja a par de todos eles e saiba exatamente o que sua cirurgia envolverá. Riscos, cuidados, tudo.   Cuidados psicológicos no pós-operatório O período pós-operatório é o que demanda mais atenção, em todos os âmbitos. Esse é o momento em que o paciente está mais fragilizado, fisicamente e emocionalmente. É o começo de uma nova fase, e por um mês ele deverá de alimentar apenas com uma dieta líquida. Nesse período é comum surgirem desconfortos como insegurança, ansiedade e até mesmo problemas relacionados à adaptação da nova rotina alimentar do paciente. Por isso, é fundamental que haja um acompanhamento mais frequente nesse período.   Os aspectos psicológicos da cirurgia bariátrica A cirurgia bariátrica vai muito além de apenas um procedimento onde uma parte do estômago é alterada. Se trata de um tratamento completo, cheio de detalhes, realizado por uma equipe multidisciplinar. A operação promove uma perda de peso muito grande e rápida, que em um primeiro momento pode elevar muito a autoestima do paciente, melhorando sua vida social e seus relacionamentos. Porém, existe um pequeno risco de o paciente voltar a ganhar peso, depois de uma perda significativa. O que pode gerar graves problemas psicológicos. Como distúrbios de autoimagem, transtornos alimentares, depressão e outros. Fora essa possibilidade de reganho de peso. Existe o fato de que o emagrecimento rápido acaba promovendo um excesso de pele que incomoda muito os pacientes.   A importância do psicólogo da cirurgia bariátrica Todo o acompanhamento psicológico é fundamental no tratamento do paciente que se submeteu a cirurgia bariátrica. Esse apoio é o que garante o sustento emocional do paciente para que ele possa dar continuidade ao processo de mudança tão importante em sua nova vida. Afinal, a cirurgia bariátrica não funciona sozinha, é preciso que o paciente tenha comprometimento com novas rotinas e se esforce para melhorar sua saúde e qualidade de vida. Entre os papéis principais desse acompanhamento médico estão: Auxílio na compreensão do paciente em relação ao seu novo corpo (imagem), e na adaptação de novos e saudáveis hábitos alimentares e físicos. Estímulo do amor-próprio e do cuidado autocuidado, incentivando o paciente a prosseguir com o tratamento multidisciplinar e seguir todas as orientações médicas. Acompanhar a evolução do paciente e sua adaptação ao novo estilo de vida. Ajudar o paciente na retomada de seus projetos de vida. Auxiliar na administração do estresse diário e dos sintomas de ansiedade que ele pode promover.   Como já falamos aqui em nossos artigos, a obesidade é uma doença que vem fazendo cada vez mais vitimas por todo o mundo. Atualmente mais da metade da população mundial sofre com esse problema e a tendência é que ele aumente cada vez mais. É fundamental que o paciente conte com o suporte de uma equipe multidisciplinar que está atenta e comprometida com o sucesso do procedimento como um todo. Se você deseja conhecer um pouco mais sobre o Instituto de Medicina Sallet e como é realizado o acompanhamento pré e pós cirúrgico, venha nos fazer uma visita, será um prazer!

Como evitar o reganho de peso após cirurgia bariátrica

por que e tao dificil perder peso

Lutar contra a obesidade é uma tarefa extremamente desafiadora, uma batalha que muitas vezes não pode ser vencida sozinha. São nesses casos extremos, onde o paciente está muito acima do seu peso saudável, a reeducação alimentar é difícil e os exercícios físicos as vezes não são nem possíveis, que se encaixa a cirurgia bariátrica. A cirurgia bariátrica é uma intervenção médica onde, uma parte do estômago é “desativada”. Existem vários tipos de cirurgia, e todas elas consistem basicamente em reduzir o tamanho do estômago, e em alguns casos do intestino também, para que a quantidade de alimentos ingeridos seja menor, e o emagrecimento seja possível. O processo pós-operatório requer um nível maior de atenção e cuidados, envolve um acompanhamento médico constante com uma equipe multidisciplinar onde, nutricionistas, endocrinologistas e psicólogos, orientam o paciente. Esse acompanhamento é necessário para que o paciente, tenha um bom emagrecimento sem que sua saúde física e mental seja colocada em risco. Já que com a redução da capacidade do estômago, também é reduzida a capacidade de absorção de nutrientes e vitaminas provenientes dos alimentos. O que pode acabar promovendo alguns problemas como fraqueza, queda de cabelo e outros mais graves. Além disso, a perda de peso acelerada costuma mexer muito com o emocional dos pacientes operados. As pessoas que se submetem a esse procedimento eliminam a maior parte do seu peso excessivo. E seus cérebros algumas vezes demoram a entender que eles estão agora com um corpo mais magro e precisam adotar novos hábitos. E esse é um dos principais motivos pelo qual muitos pacientes voltam a ganhar peso. O emagrecimento promovido pela cirurgia bariátrica é muito intenso e rápido, mas é fundamental que fique claro para o paciente que esse procedimento é apenas uma chance para que ele perca peso e possa adquirir novos hábitos mais saudáveis, tanto alimentares como físicos, e assim superar a obesidade. Como evitar o reganho de peso após a cirurgia bariátrica? Aparentemente essa é uma tarefa simples, mas que precisa ser levada com muita seriedade, do contrário, não existirão resultados positivos. Para que seja possível manter um peso saudável depois da cirurgia bariátrica é fundamental que se mantenha o acompanhamento médico, e criem-se melhores hábitos. Os pacientes depois que são “liberados” pela nutricionista, entendem que podem voltar a se alimentar como antes, da mesma maneira que os levaram a um quadro sério de obesidade. É preciso entender que a cirurgia bariátrica não é um milagre, ela não permitirá que você coma o que quiser e não engorde. Mesmo comendo em menor quantidade, nesta fase os pacientes tendem a ingerir alimentos muito calóricos e de baixa nutrição como sorvetes, doces, frituras, etc. Logo, é preciso manter uma alimentação regrada e saudável. Outro passo importante para evitar o reganho de peso após a cirurgia bariátrica é a prática de atividades físicas. Os exercícios além de serem importantes no processo de eliminação de peso, são fundamentais para a manutenção dele. Com uma capacidade de armazenamento menor no estômago, os pacientes tendem a começar a beliscar os alimentos, e fazem isso durante todo o dia. De maneira errada, com intervalos inadequados e alimentos que não são saudáveis. Evitar o hábito de beliscar é preciso. Alguns pacientes, por falta de acompanhamento médico muitas vezes, acabam desenvolvendo transtornos alimentares. Desencadeados por depressão e ansiedade, por exemplo. O que faz com que a bariátrica não alcance o resultado com alguns pacientes? O fator principal para pacientes nestas situações costuma ser o quadro psiquiátrico do paciente. Quando esses não são bem avaliados no período pré-operatório, principalmente, não recebendo um diagnóstico e tratamentos mais precisos, eles tendem a não obter bons resultados em relação à perda de peso, e manutenção dessa perda. É importante que a obesidade seja tratada como uma doença, pois, é disso que ela se trata. Por isso, um acompanhamento psiquiátrico pré e pós-operatório, inclusive com o uso de medicamentos, se necessário, é importante.   Quer saber mais sobre Cirurgias de Redução de Estômago? Clique aqui e baixe o nosso [eBook] : Cirurgias de Redução de Estômago – O que são e quais as indicações   Outro fator importante no pós-operatório da cirurgia bariátrica Outro ponto importante que deve ser considerado após a cirurgia bariátrica é a suplementação alimentar. O rápido processo de emagrecimento após a cirurgia gera um grande déficit de nutrientes e vitaminas. Isso acontece porque, a maior parte da absorção dessas substâncias ocorre no intestino, e em alguns casos cirúrgicos, uma parte do intestino também é inutilizada. Por isso, é fundamental que exista uma suplementação alimentar onde vitaminas, minerais e diversos outros nutrientes sejam ingeridos através de cápsulas. Essa suplementação ajuda a evitar a fome excessiva, promovida pelo organismo pelo déficit desses nutrientes. Além de manter a saúde em dia. Todos esses fatores levam a ter a certeza de que, poder contar com uma boa equipe médica multidisciplinar, tanto no pré-operatório da cirurgia bariátrica como nos pós é o caminho mais assertivo para se obter bons resultados. Tanto na cirurgia como na perda de peso e na manutenção dos quilos eliminados. Por isso, antes de tomar a decisão de realizar a cirurgia, pesquise bem os locais onde todo esse tratamento e acompanhamento é possível e tenha certeza de estar cercado de profissionais realmente competentes e dedicados. Pois, o fator principal para evitar o reganho de peso após uma cirurgia bariátrica é o comprometimento com os novos hábitos por parte do paciente, e a competência da equipe médica que o acompanha. Quer saber mais sobre o pós-operatório da Cirurgia Bariátrica? Confira o Guia completo que preparamos. Clique aqui e baixe gratuitamente! Gostou desse artigo? Compartilhe com outras pessoas!

Cirurgias Bariátricas: O que são, quais as indicações e quem realiza

Cirurgias Bariátricas: O que são, quais as indicações e quem realiza Instituto Sallet

A obesidade afeta muitas pessoas no mundo todo e atua como uma doença crônica. A prevalência crescente desta doença é considerada, em alguns países, como uma epidemia ligada à sociedade moderna. O impacto negativo deste problema afeta não somente o portador da doença, mas a sociedade de forma geral. A comunidade médica e os governos estão preocupadas com os índices cada vez mais crescentes de comorbidades (doenças relacionadas à obesidade)  que causam inúmeros gastos com atendimentos e muitas mortes. Diante disso, iniciativas visando a conscientização da sociedade, que incluem campanhas de reeducação alimentar e incentivo à prática de exercícios físicos, tornaram-se comuns na mídia. As pessoas estão cada vez mais informadas sobre os riscos da obesidade e, muitas vezes, buscam soluções extremas para este grande mal. Hoje em dia é comum ouvirmos falar da indicação de cirurgia bariátrica para pessoas com sobrepeso patológico como alternativa para solução de alguns casos de obesidade. Mas será que as cirurgias bariátricas são indicadas para todos os casos? Se não, quais seriam esses casos de indicação cirúrgica? O procedimento é seguro ou oferece riscos? Quais são os profissionais da saúde que podem indicar a cirurgia bariátrica como uma solução contra a obesidade mórbida? Continue lendo até o final e compreenda a grande importância deste procedimento considerado invasivo e as suas contraindicações clínicas e psicológicas!   Quando surgiu a cirurgia bariátrica? A cirurgia bariátrica surgiu em 1991 durante a Conferência de Desenvolvimento de Consenso realizada pelo NIH – National Institutes of Health. Quando surgiu, a cirurgia bariátrica era um procedimento indicado apenas para indivíduos com classificação de obesidade grau II ou III, com riscos de saúde consideráveis. A condição pré-mórbida dos pacientes, por natureza, acabava elevando os casos de óbito em mesas de cirurgia. Os fatores de risco pré e pós-operatório passaram a ser fortemente considerados antes da aprovação do procedimento por vários profissionais. A indicação cirúrgica passou a ocorrer mediante avaliação nutricional, clínica, laboratorial e psiquiátrica. A obesidade mórbida tem, na cirurgia bariátrica, a ferramenta mais eficaz diante dos tratamentos existentes. Porém, uma equipe multidisciplinar deve assumir um papel extremamente delicado antes e depois da realização do procedimento.     Profissionais envolvidos em uma cirurgia bariátrica A equipe de profissionais envolvidos no tratamento da obesidade e doenças metabólicas conta com endocrinologista, cirurgião, psicólogo, psiquiatra, nutricionista e preparador físico. Além dos profissionais citados, o paciente precisa contar com a fundamental assistência de sua família e amigos antes e depois da cirurgia. É importante ter ciência dos riscos e mudanças de hábitos relacionados a uma cirurgia que afeta boa parte do trato digestivo. Por ser uma cirurgia de grande porte, todos os pacientes deverão passar por avaliação cardiológica e apresentar um risco cirúrgico-anestésico compatível com o procedimento proposto. Alguns pacientes deverão, por vezes,realizar avaliações em outros profissionais a critério do cirurgião bariátrico (cirurgião vascular, pneumologista etc). No pré-operatório, também ocorrem avaliações com nutricionistas – responsáveis pela preparação e adaptação da dieta do paciente a fim de melhorar o seu comportamento alimentar pré-cirurgia, corrigir carências nutricionais e estimular defesas do organismo que serão importantes para a recuperação cirúrgica – preparadores físicos – responsáveis por preparar o tônus muscular e melhorar a capacidade cardiovascular dos pacientes. A perda de massa muscular no pós-operatório é significativa e de difícil reposição. Os exercícios resistidos de fortalecimento como a musculação, pilates com aparelhos e ginástica localizada com pesos, são os mais indicados nessa fase. Psicólogos também são envolvidos no pré-operatório, pois analisam o histórico do paciente, identificam fatores psicossociais, transtornos psiquiátricos e clínicos de risco, suas motivações e conscientização para cirurgia. Assim como no pré-operatório, após a realização da cirurgia bariátrica o paciente deve ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar de profissionais especialistas por um longo prazo. Esse processo envolve avaliações individuais e dinâmicas em grupo para a troca de experiências.   Onde são realizados os procedimentos de cirurgia bariátrica Os procedimentos são realizados em hospital com total capacidade de atendimento ao paciente com obesidade mórbida: suporte de UTI se necessário, médico anestesista capacitado, total monitorização, equipe de enfermagem e fisioterapia treinada para o tratamento adequado do pós-operatório imediato. As cirurgias são prioritariamente realizadas por laparoscopia com cerca de 5 ou 6 furinhos de 1,0-2,0 cm por onde entra uma câmera de vídeo (através de um dos furinhos) e os instrumentos que usamos para operar como grampeador, pinças, material de sutura, tesouras, etc (colocados nos outros furinhos restantes). A vantagem desta técnica está na recuperação mais rápida do paciente, menos complicações e dor pós-operatória, além de uma cicatriz cirúrgica mínima. Essa via de acesso é feita em quase 100% das cirurgias. Raramente o cirurgião não consegue fazer toda a operação através da técnica laparoscópica (pacientes com muitas cirurgias prévias, por exemplo). Nesta situação pode ser necessário fazer um corte (converter a operação para a via aberta) para terminar a operação.   Tipos de cirurgias bariátricas As operações usadas no tratamento da obesidade mórbida são também conhecidas como cirurgias bariátricas. Estes procedimentos reduzem o tamanho do estômago e/ou o comprimento do intestino, cujo objetivo é limitar a quantidade de comida que você pode ingerir e/ou absorver. Por muito tempo nós dividimos os procedimentos apenas em restritivos, disabsortivos ou mistos como descritos abaixo: Restritivos: são procedimentos que reduzem o tamanho do estômago. Mesmo que o paciente queira, ele não consegue ingerir uma grande quantidade de alimentos de uma única só vez, porque se tem a impressão que seu estômago está repleto (cheio). Exemplos: Banda Gástrica e o Sleeve (Gastrectomia Vertical). Malabsortivos ou Disabsortivos: são operações que reduzem parcialmente o tamanho do estômago e reduzem o comprimento do intestino delgado, diminuindo a quantidade de alimento que o organismo (intestino) absorve. Este tipo de operação foi muito usada no passado, mas as complicações pós-operatórias fizeram com que estes procedimentos só sejam utilizados, atualmente, em casos excepcionais. Mistos: são procedimentos que associam tanto a redução do tamanho do estômago como do comprimento do intestino delgado. Desta forma, ocorre tanto uma redução de quantidade de alimento que pode ser ingerida, como da quantidade de alimento que pode ser absorvida

Conheça as 5 Principais doenças relacionadas à obesidade

Estar acima do peso traz muitas consequências para sua saúde, você sabe quais são as doenças relacionadas à obesidade? Saiba mais sobre elas nesse artigo. Encontrar pessoas acima do peso é cada vez mais comum. Para alguns, a preocupação com a saúde é mínima e pode trazer consequências irreparáveis.  Atualmente, a ocorrência da obesidade pode ser considerada epidêmica. De acordo com uma pesquisa realizada pela OMS (Organização Mundial de Saúde), uma em cada três pessoas no mundo está acima do peso. No Brasil, existem 18 milhões de pessoas com índices corporais que indicam obesidade. Mas, o que é mais preocupante nesse fato é que o excesso de gordura no corpo desencadeia problemas de saúde que poderiam ser evitados. São as doenças relacionadas ao excesso de peso, chamadas de comorbidades. As comorbidades têm reduzido a expectativa de vida de muitas pessoas e causado a morte de pacientes com excesso de peso. É importante conhecer quais são as comorbidades mais frequentes, para que um diagnóstico precoce identifique os indivíduos que precisam de uma intervenção urgente para a perda de peso. Conheça as comorbidades que, fora de controle, podem ser fatais. Conheça 5 doenças relacionadas à obesidade: 1 – Hipertensão A hipertensão ocorre quando há um aumento da pressão nos vasos sanguíneos. Ela ocorre com muita frequência em indivíduos com excesso de peso. Isso acontece, principalmente, pelo alto consumo de alimentos contendo sódio e gorduras saturadas. O sedentarismo e a falta de atividades físicas regulares fazem com que os vasos sanguíneos fiquem comprimidos causando o aumento da pressão. A hipertensão é considerada uma doença silenciosa, pois os sintomas nem sempre aparecem, o que retarda o diagnóstico. Assim como o colesterol alto, a pressão arterial elevada, ou hipertensão, pode ocasionar vários problemas cardiovasculares, como ataques cardíacos ou mesmo derrames cerebrais (AVCs). Estima-se que a hipertensão seja a causadora de 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal em todo o país. Este problema acomete pessoas de ambos os sexos, jovens, adultos e pessoas na terceira idade, principalmente quando não existe um equilíbrio na alimentação com uma quantidade elevada de sal. Após o diagnóstico é possível tratá-la com medicamentos apropriados e mudanças de hábitos que estimulam a atividade física. Pacientes podem fazer acompanhamento em aparelhos encontrados em farmácias e consultas médicas regulares. Porém, o recomendado é que haja uma mudança significativa por parte do paciente no que diz respeito aos hábitos alimentares, consumo de álcool e prática de exercícios físicos que, por sua vez, são de extrema importância para a qualidade de vida de todas as pessoas. 2 – Diabetes O diabetes é uma doença caracterizada pelo aumento dos níveis de glicose no sangue. Ele pode ocorrer devido a dificuldades na secreção de insulina, que é um hormônio produzido no pâncreas. A função principal da insulina é promover a absorção de glicose nas células do organismo de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares. A falta da insulina ou a dificuldade na sua ação resulta em acúmulo de glicose no sangue, o que chamamos de hiperglicemia. Pessoas muito acima do peso têm a produção de insulina desregulada, o que pode resultar no desenvolvimento da diabete de tipo 2, que não é genética. Estudos comprovam que uma dieta saudável, a prática de exercícios físicos regulares e perda de peso podem ajudar a controlar ou prevenir o diabetes tipo 2. 3 – Colesterol O colesterol é um componente essencial nas membranas celulares do corpo. A maior parte do colesterol encontrado no sangue de um indivíduo é produzida pelo próprio organismo, sendo apenas uma pequena parte adquirida da alimentação. O colesterol é composto pelas frações: HDL (colesterol bom) e LDL (colesterol ruim) e triglicérides. Os indivíduos com excesso de peso ou obesidade, em sua maioria, alimentam-se mal e não praticam exercícios físicos suficientes, o que faz com que o nível total de colesterol aumente, e assim, aumente o risco de entupimento de veias e artérias aumentando o risco de infartos e derrames. Geralmente, essa situação é muito repentina, o que dificulta o diagnóstico se o paciente não faz o acompanhamento médico adequado.   Na maioria dos casos, o colesterol alto pode ser reduzido com uma dieta de baixo teor de gordura, aliada à prática de exercícios. Em alguns casos, a medicação é útil na redução do colesterol. O aumento do colesterol e da gordura corporal também pode ocasionar o desenvolvimento de pedras na vesícula biliar, o que exige cirurgia como único tratamento.   4 – Hipertrofia Ventricular O coração é um órgão composto por músculos, sendo o responsável pelo bombeamento de sangue para todo o corpo. A hipertrofia ventricular acontece quando o músculo do coração aumenta muito de tamanho, o que pode resultar em parada cardíaca repentina. Na maioria dos casos, não há sintomas prévios. Essa doença acontece em mais evidência em pessoas obesas, pois o coração de quem está acima do peso precisa trabalhar mais do que deveria para sustentar o volume e a estrutura corporal. Há tratamento com o uso de medicamentos, no entanto, é necessário investigar quais hábitos estão causando o problema. Se for constatada a obesidade como fator de risco, dietas e exercícios podem amenizar o problema.   5 – Doenças respiratórias Apneia do sono e Asma A obesidade é a principal causadora da apneia do sono. Ela pode causar paradas respiratórias involuntárias durante o sono. Esse distúrbio ocorre devido ao excesso de gordura nas áreas do pescoço e do tronco, dificultando a respiração e causando o fechamento repentino da faringe. Os colapsos durante a noite provocam mini despertadas e desequilibram os níveis de oxigênio no sangue, o que resulta em sonolência excessiva durante o dia, perturbando a capacidade de raciocínio e avaliação. É um problema grave e que pode ser tratado com a redução do volume corporal. A asma também uma doença respiratória que ocorre quando há o estreitamento dos bronquíolos, dificultando a respiração. Apesar das causas não serem totalmente conhecidas, há suposta relação com obesidade, pois já se sabe que a reação inflamatória provocada

Quando a obesidade se torna um risco para a saúde?

Quando o emagrecimento se torna uma questão de vida ou morte Instituto Sallet Medicina

Por que a obesidade preocupa médicos e autoridades em todo o mundo? O emagrecimento não é só uma questão de estética e vaidade. A obesidade está na lista dos mais graves problemas de saúde da atualidade. Os números não param de crescer e médicos e estudiosos do tema afirmam que os problemas decorrentes da obesidade são os responsáveis por grande número de mortes no Brasil e no mundo.

A importância da abordagem multidisciplinar no tratamento da obesidade e doenças metabólicas

A obesidade tem sido tema de filmes, pesquisas e sua escalada preocupa profissionais da saúde e sociedade. Os números não param de crescer e, junto com eles, fica claro que, ainda faltam informações concretas sobre a doença e conscientização dos pacientes. Após muita controvérsia, em 2013, a American Medical Association, uma das organizações médicas mais influentes do setor, declarou, durante sua então reunião anual, que a obesidade é uma doença. Apesar de a discussão já existir desde a década de 80, o reconhecimento da AMA foi considerado um marco na medicina, dada a sua importância em impactar a sociedade, a comunidade médica e os governantes de modo que todos reconheçam o problema e facilitem o acesso aos tratamentos para os pacientes de todas as camadas sociais.

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