Canjica Proteica

Hoje é dia de aprender a fazer uma receita clássica das Festas Juninas: a Canjica! Esta versão foi “turbinada” com uma porção extra de proteína para atender às dietas de quem precisa suplementar esse nutriente. O resultado é uma sobremesa fácil de fazer, funcional e muito saborosa! Ingredientes: – 100 gramas de milho para canjica cozido – 100 leite de coco light – 5 unidades de cravo-da-índia (ou cravinho) – 1 unidade de canela em pau – 1 colher (sopa) de adoçante xylitol (ou de 7 a 10 gotas de adoçante 100% Stevia) – 2 colheres (sopa) de proteína vegetal (ou whey protein) sabor baunilha Modo de preparo: Em uma panela, aqueça todos os ingredientes, exceto a proteína vegetal. Mexa sem parar por uns 15 minutos ou até sentir que o creme está quentinho e com sabor forte do cravo e da canela. Depois, tire os cravos e canela e acrescente a proteína vegetal. Gostou da receita? Deixe seus comentários! Acompanhe nossos perfis sociais semanalmente e aprenda a preparar receitas práticas e funcionais.
Caldo Verde Proteico

Que tal aproveitar as noites mais frias de junho para preparar um caldo saboroso e nutritivo? A receita da semana é um delicioso caldo verde proteico. Uma receita funcional e muito fácil de preparar! RECEITA DA SEMANA: CALDO VERDE PROTEICO Ingredientes: – 1 unidade de chuchu picado – 1 maço pequeno de couve em tiras – 1 ramo de brócolis picados – sal rosa a gosto – salsinha e cebolinha a gosto – whey protein isolado ou com baixo teor de carboidratos SEM SABOR (ex: Isofort ou JL nutrition isolate), intolerantes/sensíveis ou com dietas restritas de proteína do leite e/ou lactose podem usar proteína vegana (a base de arroz ou ervilha). O importante é a proteína ser SEM SABOR! Preparo: Cubra os vegetais com com água em uma panela, e aguarde o cozimento até que fiquem molinhos. Neste momento acrescente o sal à gosto. Após a cocção bater no liquidificador até adquirir consistência cremosa. Volte a panela e acrescente a salsinha, cebolinha à gosto. Para cada porção de sopa (medida de 4 conchas médias) dilua 1/2 scoop (15g) da proteína, e mexa até que dissolva, se necessário use o mixer. Acompanhe os perfis do Instituto de Medicina Sallet nas redes sociais e compartilhe nossas publicações.
Barilife: a carteirinha digital do paciente bariátrico

Você sabia que pacientes bariátricos podem ter acesso a um localizador de médicos e especialistas, receber orientações sobre o tratamento da obesidade, além de descontos em restaurantes por meio de um aplicativo? Conheça o Barilife, suas funcionalidades e como usufruir de seus benefícios. Disponibilizada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), a Barilife – Carteirinha de Identificação do Paciente Bariátrico, ganhou a sua versão digital por meio de aplicativo nas versões IOS e Android. Além de identificar e prover benefícios aos pacientes bariátricos, o aplicativo permite o acesso a um mapa em tempo real com localizador médico e demais profissionais especializados no tratamento da obesidade e doenças metabólicas. O que é o Barilife e qual a sua importância para o paciente bariátrico? O Barilife é uma iniciativa da SBCBM que visa modernizar a antiga carteirinha física e fornecer mais facilidades ao paciente bariátrico por meio de um aplicativo celular amigável e intuitivo. Trata-se, ainda, de uma maneira prática e segura de identificar os pacientes operados e oferecer a eles serviços e benefícios adicionais. Outro fator que indica a importância de uma iniciativa como o Barilife é que o aplicativo será utilizado como uma maneira de comprovar a situação do paciente em caso de atendimento emergencial ou urgência. Quais os benefícios do aplicativo Barilife? O Barilife oferece diversas facilidades e serviços úteis ao paciente que se submeteu a uma cirurgia bariátrica. Há, portanto, muitas razões para providenciar a sua carteirinha digital e utilizar o app, incluindo: O app é gratuito, possui interface amigável e fácil de usar; Permite a identificação rápida do paciente e da cirurgia realizada, algo importante para trazer assertividade aos atendimentos emergenciais; Oferece descontos em estabelecimentos credenciados como restaurantes; Auxilia a localização de hospitais, clínicas, médicos e especialistas voltados ao atendimento aos pacientes bariátricos por meio de recurso de geolocalização; Forma digitalizada de centralizar informações sobre o histórico do paciente, algo útil também para o acompanhamento do tratamento; Em SP, é possível obter desconto de até 50% em refeições servidas em serviços de alimentação à la carte e em rodízios em alguns restaurantes. É preciso verificar antes as regras dos mesmos. Obtenção de orientações pré e pós-operatórias, além de dicas sobre alimentação, receitas para pacientes bariátricos, exercícios físicos e outras diretamente no app. Quem pode utilizar o Barilife e como fazer o cadastro? Apenas quem realizou a operação com um cirurgião bariátrico que seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) poderá usufruir dos benefícios do Barilife. Para isso, será preciso baixar o aplicativo (na loja virtual da Apple ou Android) e realizar um rápido cadastro, preenchendo os dados solicitados. As informações, posteriormente, deverão ser validadas pelo cirurgião responsável pelo procedimento. Entre as informações que serão solicitadas para o cadastramento, estão: Dados de identificação (nome completo do paciente, data de nascimento e número do CPF); Dados de contato (endereço, telefone e e-mail); Peso e altura; Data de realização e tipo de cirurgia feita; Total de dias internado; Instituição na qual foi feito o procedimento e cirurgião responsável*. *Para nossos pacientes, o prazo de liberação é de até 3 dias após o preenchimento do cadastro. Já tem a sua carteirinha digital Barilife? O que você está esperando para aproveitar todos esses benefícios? Consulte o Instituto de Medicina Sallet e saiba como realizar seu cadastro!
Paçoquinha Proteica

Quem aí está com saudades de uma Festa Junina? 🙋🏽♀️🙋🏼♂️🙋🏻♀️🙋🏽 Nós também estamos! O mês de Junho é marcado por quermesses, arraiais e encontros repletos de alegria, danças e comidas gostosas. Mas não é porque esperamos tanto tempo por uma Festa Junina que vamos colocar tudo a perder, não é mesmo? Por isso, para celebrar o mês mais gostoso do ano e ajudar você a não perder o foco nos cuidados com sua saúde, vamos compartilhar algumas dicas e receitas saborosas, funcionais e nutritivas todas as semanas. — RECEITA DA SEMANA: PAÇOQUINHA PROTEICA Ingredientes: – 2 xícaras de amendoim torrado – 3/4 xícara de açúcar de coco – 2 colheres de sopa de chia – 1 scoop de whey sem sabor ou baunilha Modo de preparo: 1. Coloque todos os ingredientes em um processador. Quanto mais processar o amendoim, mais ele soltará o óleo e mais fácil será de moldar as paçoquinhas. 2. Em uma forminha de gelo, comece a moldar as paçoquinhas. Coloque uma porção pequena na forminha e aperte muito bem. 3. Para retirar a paçoquinha, vire a forma de cabeça para baixo, dando leves batidinhas. 4. Coloque em um prato e sirva (as paçoquinhas duram até uma semana se conservadas na geladeira). Acompanhe os perfis do Instituto de Medicina Sallet nas redes sociais e compartilhe nossas publicações!
Cirurgia revisional: É possível converter uma cirurgia bariátrica?

Embora raras, há situações nas quais um procedimento bariátrico não alcança os resultados esperados ou mesmo promove efeitos indesejados no paciente. Saiba em quais circunstâncias as cirurgias bariátricas revisionais são indicadas. A cirurgia bariátrica é um termo utilizado para denominar um grupo de diferentes de procedimentos realizados no sistema digestório que ajudam o paciente obeso a perder peso de forma significativa com intuito de melhorar seu estado geral de saúde. Em pouquíssimos casos, a cirurgia pode não alcançar os resultados desejados, seja por não promover a perda de peso esperada ou mesmo causar reações adversas no paciente. Dependendo da situação e a partir de uma análise extremamente criteriosa, a equipe transdisciplinar responsável pelo paciente poderá sugerir uma cirurgia bariátrica revisional. Embora a imensa maioria das cirurgias bariátricas tenha resultados positivos e promova perda de peso significativa, alguns pacientes podem sofrer efeitos indesejados no pós-cirúrgico, ou ainda, voltar a ganhar peso por deixarem de seguir as recomendações da equipe transdisciplinar ou em razão de algum possível problema anatômico na cirurgia. Se você fez uma cirurgia bariátrica recentemente ou está avaliando as alternativas de tratamento contra a obesidade, pode estar pensando se o procedimento é definitivo ou se pode ser revisto no futuro. Cirurgia bariátrica: um procedimento seguro e eficiente A cirurgia bariátrica é um procedimento que proporciona excelentes benefícios para os pacientes que sofrem de obesidade ou doenças metabólicas como diabetes ou hipertensão. Na maioria dos casos, os resultados obtidos são bastante satisfatórios e promovem uma perda superior a 70% do peso original. Com a redução do excesso de peso, pacientes bariátricos apresentam remissão de comorbidades, tais como o diabetes mellitus tipo 2, a hipertensão arterial, a apneia do sono e doenças osteoarticulares, melhorando de maneira integral seu estado de saúde. Entretanto, há um pequeno número de casos nos quais o procedimento não resolve todos os problemas primários. Estima-se que entre 10% e 20% dos pacientes tenham reganho de peso após dez anos de cirurgia. As causas para isso são multifatoriais e envolvem o retorno aos maus hábitos alimentares pós-bariátrica, sedentarismo e falta de acompanhamento do tratamento. Há, ainda, situações em que o paciente apresenta agravamento da doença do refluxo gastroesofágico devido à perda dos mecanismos anti refluxo causados pela remoção de parte do estômago. Importante destacar que essas ocorrências correspondem a um percentual muito baixo sobre o total de procedimentos bariátricos bem-sucedidos. Especialmente quando cogita-se a bariátrica revisional por problemas relacionados ao procedimento cirúrgico em si. Apesar de incomum, quando identificados, demandam intervenção de emergência. Quando é possível converter uma cirurgia bariátrica? Como vimos, há situações nas quais a cirurgia revisional pode ser cogitada. Entretanto, é preciso ter em mente que não é qualquer tipo de procedimento que poderá ser convertido. O balão intragástrico, procedimento minimamente invasivo e sem cirurgia, no qual é introduzida uma prótese inflável no estômago do paciente, que ocupa parte do volume do órgão e promove sensação de saciedade – é um procedimento temporário e transitório (em torno de 6 meses) totalmente reversível. A gastrectomia vertical ou sleeve gástrico é um procedimento cirúrgico, realizado por via laparoscópica, no qual é removida parte do estômago, mas que pode ser transformada em qualquer outra técnica bariátrica regulamentada no país. A gastroplastia endoscópica, procedimento que não deixa cicatrizes externas, promove a diminuição do volume do estômago por meio de suturas na parede interna do órgão e também pode ser revertida, embora sua realização demande indicação médica específica. Já no caso do bypass gástrico, a cirurgia revisional exige um maior nível de complexidade, demanda de uma investigação criteriosa e recomendação ainda mais precisa. Deve-se levar em conta o benefício da bariátrica revisional, frente ao risco cirúrgico para o paciente. Afinal, quando a cirurgia bariátrica revisional é indicada? É válido salientar que a cirurgia bariátrica revisional será indicada apenas para casos e situações bastante específicas, nas quais uma nova intervenção cirúrgica seja a última alternativa frente aos tratamentos clínicos convencionais. Quando há recidiva significativa de peso ou reaparecimento de alguma comorbidade, o paciente deverá procurar o apoio da sua equipe transdisciplinar a fim de identificar os motivos que o levaram ao quadro. A equipe transdisciplinar acolherá o paciente e fará as devidas avaliações sobre os motivos do ganho de peso ou mesmo sobre os efeitos indesejados da cirurgia. Ainda, irá analisar o procedimento primário de modo a ser possível eliminar problemas anatômicos da cirurgia realizada e indicará o tratamento mais adequado. A partir do diagnóstico definido, e em situações bastante específicas que envolvem desnutrição ou grave déficit nutricional, agravamento da doença do refluxo gastroesofágico severa, oclusões intestinais ou, ainda, reganho excessivo de peso, a cirurgia revisional poderá ser recomendada. Você fez uma bariátrica e está preocupada com o reganho de peso? Agende uma consulta com nossos especialistas e esclareça todas as suas dúvidas.
Brasil pode ter até 29% da população obesa até 2030, afirma Atlas Mundial sobre a Obesidade

O Instituto de Medicina Sallet é destaque em diversos portais de conteúdo com a notícia “Brasil pode ter até 29% da polulação obesa até 2030”. Na reportagem, o Dr. José Afonso Sallet, diretor-médico do Instituto de Medicina Sallet comenta o recente estudo realizado pelo Atlas Mundial da Obesidade em 2022 e divulgado pela Federação Mundial da Obesidade, no qual estima-se que quase 30% da população adulta no Brasil apresentará algum grau de obesidade até 2030. Deste total, 33,2% serão mulheres e 25,8% serão homens. No mundo, a obesidade poderá alcançar mais de 1 bilhão de pessoas em oito anos, número alarmente e que exige medidas imediatas de governos e atenção de toda a sociedade. O Dr. Sallet aponta as soluções mais eficazes para o combate à obesidade, como a importância do acompanhamento multidisciplinar e os novos tratamentos que envolvem técnicas cirúrgicas cada vez menos invasivas, como a gastroplastia endoscópica. O link para a matéria completa está aqui.
Apelidos do açúcar: paciente bariátrico, preste atenção na composição nutricional dos alimentos que você consome!

A ingestão de açúcar no pré-operatório pode ser um agravante para qualquer quadro de obesidade e, após o procedimento, é algo que necessita ser evitado na dieta do paciente bariátrico. Saiba como identificar as diferentes formas de apresentação do açúcar nas embalagens dos alimentos e porque é importante evitá-lo nas diversas fases do seu tratamento. O açúcar é um mestre do disfarce: Só porque você não vê seu nome explicitado na lista de ingredientes ao conferir o rótulo nutricional da embalagem de um produto no supermercado, não quer dizer que ele não esteja ali. Existem muitos nomes e apelidos para o açúcar. Muitas vezes, ele aparece de duas ou três formas no mesmo produto, o que torna mais fácil para os fabricantes de alimentos esconder a quantidade exata de carboidratos do produto. Glicose, melaço, xarope, enquanto esses termos são mais óbvios de identificar, algumas nomenclaturas usadas na indústria alimentícia mascaram esse nutriente tão prejudicial para as dietas low carb. Por isso, nós do Instituto Médico Sallet, preparamos uma lista de termos para que você conheça um pouco mais sobre os principais apelidos do açúcar e porque é importante identificá-los antes de comprar e ingerir um alimento. Por que é importante conhecer os apelidos do açúcar? Conhecer os apelidos do açúcar e analisar rótulos é fundamental para garantir que você realmente esteja reduzindo o consumo de alimentos pobres em nutrientes e ricos em calorias. Pacientes bariátricos, em especial, devem reduzir o consumo de açúcares em todas as suas formas no período pré-operatório, a fim de não prejudicarem o preparo cirúrgico e evitar inflamações. Após o procedimento, os pacientes bariátricos são orientados a não consumirem açúcares a fim de evitar a Síndrome de Dumping, também conhecida como esvaziamento gástrico rápido, situação caracterizada pela passagem rápida dos alimentos gordurosos ou bastante açucarados entre o estômago e o intestino. Ela pode manifestar-se em pacientes que passaram por cirurgia bariátrica ou metabólica, em decorrência da mudança anatômica do estômago. Pode provocar dores de cabeça, cólicas, tonturas, náuseas e desmaios. Não fazer essa análise dos rótulos nutricionais no supermercado pode levar pacientes que possuem restrição de ingestão de açúcar a comprar um produto inadequado para o tratamento e que poderá trazer desconfortos e outras complicações. Produtos com excesso de açúcares fornecem as chamadas calorias vazias, pois, além do excesso do ingrediente, são pobres em vitaminas, minerais e fibras. Ademais, o alto consumo desses produtos desequilibra a dieta e aumenta as chances para o desenvolvimento de doenças, incluindo diabetes, doenças cardiovasculares, agravamento de casos de obesidade, entre outras. Por tudo isso, é fundamental conhecer os apelidos do açúcar e conferir a lista de ingredientes dos produtos antes de comprá-los. Além da presença do ingrediente, lembre-se que é essencial analisar a quantidade de açúcar por porção.. Outro ponto importante é dar preferência à ingestão de alimentos naturais e evitar colocar açúcar ou adoçantes artificiais nos em bebidas — se precisar, utilize adoçantes naturais, como stevia, xylitol e eritritol. Quais são os principais apelidos do açúcar contidos nos rótulos dos alimentos? A melhor maneira de garantir que você não está consumindo açúcares adicionados em excesso é adquirir o hábito de sempre verificar a lista de ingredientes no rótulo nutricional indicado nos rótulos dos produtos antes de comprá-los. Entre os principais apelidos do açúcar, estão: Açúcares Simples Básicos (monossacarídeos e dissacarídeos): Dextrose Frutose Galactose Glicose Lactose Maltose Sacarose Açúcares Sólidos ou Granulados: Açúcar de beterraba Açúcar mascavo Cristais de caldo de cana Açúcar mascavo Açúcar de coco Açúcar de confeiteiro Frutose cristalina Açúcar de tâmara Açúcar demerara Dextrina Malte Diastático Etil maltol Açúcar dourado Sólidos de xarope de glicose Maltodextrina Sucanat Açúcar amarelo Açúcares Líquidos ou Xarope: Néctar/Xarope de Agave Malte de cevada Melaço de Blackstrap Xarope de alfarroba Caldo de cana evaporado Xarope de ouro Xarope de milho rico em frutose Açúcar invertido Xarope de malte Xarope de bordo Melaço Xarope de arroz Xarope de sorgo E o que é açúcar adicionado? Os açúcares são um tipo de carboidrato por vezes chamado de “carboidratos simples”. Os açúcares ocorrem naturalmente em muitos alimentos, como a frutose encontrada nas frutas ou a lactose no leite e que são menos prejudiciais do que os açúcares refinados ou ultraprocessados. Entretanto, em alguns casos, os fabricantes de alimentos também adicionam açúcares extras na composição do alimento com intuito de intensificar o sabor de modo artificial. O açúcar pode ser adicionado ao tempero para salada, à manteiga de amendoim ou ao molho de tomate. Outro exemplo comum, é a inserção do adoçante como forma de espessante, usado para engrossar ou adicionar textura aos alimentos. Dessa forma, o paciente bariátrico que precisa mudar seus hábitos alimentares e seguir uma dieta mais equilibrada, deve estar ciente dos açúcares adicionados e evitá-los a fim de não exceder as diretrizes recomendadas e não prejudicar o processo de emagrecimento. Quer saber mais sobre este e outros assuntos, entre em contato conosco em nossos canais de atendimento e agende uma consulta com nossa equipe de nutrição.
A obesidade como fator de risco para o agravamento de outras doenças

O Conselho Federal de Medicina (CFM) reconheceu ao menos 25 doenças relacionadas à obesidade que são aceitas para a indicação de tratamento por meio de cirurgia bariátrica. A obesidade se caracteriza por um acúmulo de gordura corporal, por vezes, acompanhada de alterações metabólicas que interferem no funcionamento do organismo e prejudicam a saúde. Tal situação contribui diretamente para o surgimento ou agravamento de diversas doenças relacionadas ao excesso de peso. Tais doenças são chamadas de comorbidades e podem prejudicar ainda mais o bem-estar e a qualidade de vida de quem sofre com sobrepeso. Continue a leitura e conheça as principais doenças relacionadas à obesidade e seus riscos. Quais são as principais doenças relacionadas à obesidade? O excesso de gordura corporal tende a sobrecarregar os ossos, órgãos e prejudicar o funcionamento do organismo como um todo. Casos graves de obesidade causam mudanças complexas nos hormônios e no metabolismo, além de promover quadros inflamatórios e mau funcionamento dos sistemas digestivo, endócrino, cardiovascular e respiratório. As comorbidades aumentam as chances de pessoas com obesidade desenvolverem graves problemas de saúde adicionais associados à doença. Esses problemas podem incluir: Glicemia elevada ou diabetes; Pressão alta (hipertensão); Colesterol e triglicérides elevados no sangue; Ataque cardíaco devido à doença cardíaca coronária, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral; Problemas ósseos e articulares (como osteoartrite); Apneia do sono; Asma grave não controlada; Cálculos biliares e problemas no fígado (esteatose hepática); Alguns tipos de câncer. Desse modo, além de elevar as possibilidades de o paciente obeso desenvolver diversas doenças crônicas, esse quadro pode, ainda, aumentar o risco de patologias como câncer de mama e de próstata. O Conselho Federal de Medicina (CFM), em sua Resolução nº 2.131/15, reconheceu ao menos 25 doenças relacionadas à obesidade que são aceitas para a indicação de tratamento por meio de cirurgia bariátrica. Doenças relacionadas à obesidade: qual o risco das comorbidades? Como vimos, um quadro de obesidade sem tratamento adequado pode prejudicar bastante a saúde e a qualidade de vida do paciente. As causas da obesidade são multifatoriais e envolvem não apenas o indivíduo, mas fatores sociais, ambientais, econômicos e culturais, fazendo com que o paciente que sofre da doença, na maioria dos casos, tenha pouca ou nenhuma capacidade de interferência. Promover o tratamento considerando todos os fatores é essencial para alcançar os resultados desejados. Em sua avaliação, a equipe transdisciplinar envolvida irá considerar questões como: Índice de massa corporal (IMC) do paciente (quanto maior, mais elevado pode ser o risco); Quadro clínico geral Aspectos psicológicos Dietas e hábitos alimentares Sedentarismo Ademais, quando, além da obesidade, o paciente tem um estilo de vida sedentário, fuma ou bebe em excesso, tem familiares que apresentaram determinado problema (como doença cardíaca), os riscos também poderão ser potencializados. Desse modo, quanto mais fatores de risco o paciente apresentar, maior deverá ser a probabilidade de ele desenvolver ou ter agravadas doenças associadas à obesidade. Por tudo isso, o tratamento para obesidade deve ser conduzido por uma equipe completa de especialistas, que atuará de modo integrado para reduzir riscos e melhorar a saúde do paciente de modo integral. Assim, se você sofre de doenças relacionadas à obesidade, é fundamental buscar o apoio de uma equipe transdisciplinar para identificar quais os fatores que levaram ao aumento de peso. Agende uma consulta de avaliação com o Instituto de Medicina Sallet.
5 verdades sobre a bariátrica que você precisa conhecer antes de realizar sua cirurgia

Descubra cinco fatos importantes sobre a cirurgia bariátrica que você precisa saber antes de se submeter ao procedimento
Qual a melhor técnica cirúrgica? Bypass Gástrico ou Sleeve Gástrico? Conheça as diferenças.

A cirurgia bariátrica é uma solução muito eficiente para quem luta contra a obesidade, sofre de alguma doença metabólica ou precisa perder grandes quantidades de peso por motivos de saúde. Dentre os tratamentos cirúrgicos oferecidos, duas técnicas se destacam pelos excelentes resultados alcançados: o Bypass Gástrico e a Sleeve Gástrico. Ambos são procedimentos seguros e muito efetivos contra a obesidade, no entanto, são realizados de maneiras diferentes, sendo indicados a partir de critérios específicos. Para compreender um pouco mais sobre Bypass Gástrico e Sleeve e suas indicações, continue a leitura! O que é o Bypass Gástrico? Também denominado como Gastroplastia Vertical com Bypass Gástrico em Y de Roux por Videolaparoscopia, é a técnica cirúrgica mais realizada no Brasil, correspondendo a 75% das cirurgias bariátricas feitas no país. Trata-se de um procedimento considerado “padrão ouro”, devido aos resultados consistentes e duradouros que apresenta aos pacientes que se submetem à cirurgia e seguem corretamente as orientações da equipe transdisciplinar. O Bypass é uma técnica que consiste em “construir” um novo pequeno reservatório gástrico com volume bem reduzido (cerca de 50ml) e costurar este reservatório ao intestino, mais abaixo, tornando o caminho percorrido pelo alimento, cerca de um metro mais curto. Desta maneira, a quantidade de alimentos ingeridos, bem como a absorvida, são menores. Por meio do Bypass Gástrico é possível eliminar entre 60% e 70% do peso inicial do paciente ao final do tratamento, assim como reduzir a produção de Grelina – conhecido como “o hormônio da fome” – que promove a sensação de saciedade e o ajuda a controlar a ingestão de alimentos de forma exagerada. O restante do estômago e o intestino desviado não são retirados do organismo, o que concede um caráter reversível à cirurgia. O que é a cirurgia Sleeve Gástrico? Conhecida também como Gastroplastia Sleeve e Gastroplastia em Manga por Videolaparoscopia, a Sleeve Gástrico é uma técnica de cirurgia bariátrica restritiva. Consiste na construção de um novo estômago em forma de um tubo fino através da remoção de 70% a 80% do estômago original, restringindo a ingestão alimentar. Por ser um procedimento de modificação do órgão digestório, é um procedimento irreversível, porém, pode ser transformado, em caso de insucesso, em qualquer outra técnica bariátrica regulamentada. Por conta da retirada do fundo gástrico, o paciente deixa de produzir a Grelina, hormônio que tem um papel diretamente relacionado ao apetite e à sensação de saciedade. Quais são as principais diferenças entre os procedimentos? Ambas as técnicas de cirurgia bariátrica são seguras, eficientes e promovem alterações benéficas ao organismo do paciente. No entanto, há algumas diferenças na forma como as cirurgias são realizadas e os resultados alcançados. Bypass Gástrico Procedimento: o cirurgião anexa um pequeno reservatório gástrico ao intestino para contornar o estômago. Conforme o caso, pode ser reversível. Tempo de recuperação: 2 a 4 semanas. Riscos e complicações: Risco de síndrome de dumping. Resultados da perda de peso: os pacientes podem esperar perder de 40% a 45% do excesso de peso nos primeiros 3 meses de cirurgia. Sleeve Gástrico Procedimento: o cirurgião remove uma parte do estômago, resultando em um órgão em forma de tubo (manga). É um procedimento irreversível. Tempo de recuperação: 2 a 4 semanas. Riscos e complicações: Menor risco de síndrome de dumping. Resultados de perda de peso: os pacientes podem esperar perder peso a uma taxa mais lenta e constante. Nos primeiros 12 a 18 meses, eles podem perder de 60 a 70% do excesso de peso inicial. Bypass Gástrico ou Sleeve Gástrico: há uma técnica melhor? Optar por um ou outro procedimento só é possível após uma meticulosa avaliação transdisciplinar, que envolve o quadro clínico, psicológico, além de fatores específicos do paciente — como seu histórico, comorbidades associadas, perfil alimentar, hábitos sociais e rotinas.. Sendo assim, não é possível eleger uma técnica melhor que a outra. Existe aquela que é mais indicada para cada caso, de modo pessoal e individualizado. Independentemente do procedimento bariátrico, tanto o Bypass Gástrico, como a Sleeve são técnicas cirúrgicas muito eficientes, desde que haja a aderência do paciente aos novos hábitos e ao programa de tratamento bariátrico disponibilizado pela equipe transdisciplinar que o acompanhará no pós-cirúrgico. Lembre-se que, toda cirurgia bariátrica só terá sucesso se for acompanhada de mudanças alimentares e comportamentais, associadas ao acompanhamento profissional. Esta é a chave do sucesso para resultados duradouros. Para saber mais, você também pode encontrar informações importantes em nosso Guia Prático para quem precisa fazer uma cirurgia bariátrica, que pode ser baixado gratuitamente aqui. Lá, você saberá detalhes sobre os procedimentos bariátricos e esclarecerá dúvidas sobre tratamentos eficazes contra a obesidade. Conte com o Instituto de Medicina Sallet!