Obesidade e Trombose – Como o excesso de peso prejudica a circulação

A obesidade pode desencadear uma série de doenças, como cardiopatias, diabetes, hipertensão, apneia do sono, problemas articulares, depressão e até mesmo alguns tipos de câncer. Além das doenças citadas, pode causar diversos problemas circulatórios, como a trombose. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 1 bilhão de pessoas no mundo estarão obesas em 2030, simultaneamente, em que os quilos na balança sobem, os casos de trombose também aumentam. Por isso, é importante compreender a relação entre o excesso de peso e doenças circulatórias. Obesidade e trombose: quais as principais causas? Embora não seja uma regra, o sedentarismo está frequentemente relacionado ao excesso de peso. Quando o indivíduo fica parado por muito tempo, o fluxo de sangue que passa pelas veias também desacelera. Tal condição facilita a formação de coágulos e, em indivíduos obesos ou com maior concentração de gordura abdominal, faz com que a circulação sanguínea nas veias mais profundas seja prejudicada, aumentando o risco de um coágulo se formar. Quando a pessoa está acima do peso, a composição química do sangue também é modificada, desencadeando alguns processos inflamatórios, desta forma, o sangue se torna mais espesso e fácil de coagular. Indivíduos obesos têm 2 a 3 vezes mais chances de desenvolver problemas circulatórios, assim como o diabetes, também responsável pelo aumento do risco de trombose. Dependendo de como e onde esse trombo (coágulo) se forma, pode haver um entupimento de um vaso importante, causando interrupção de fluxo sanguíneo para o cérebro ou pulmões. A Trombose Venosa Profunda (formação de um coágulo de sangue em uma veia profunda) e a sua complicação, a embolia pulmonar, quando o coágulo se solta e compromete a circulação pulmonar. Tratamento para trombose Reconhecer a chegada da doença antes que se desenvolva para uma embolia pulmonar é o mais importante, os pacientes com IMC acima de 35 kg/m² possuem mais chances de desenvolver complicações circulatórias. Os principais sintomas são a dificuldade para respirar, tosse sem motivo aparente e dor súbita no peito que apresenta piora ao tentar respirar. Atualmente, os médicos costumam utilizar heparina e outros remédios relacionados para o tratamento de trombose venosa profunda (TVP) e embolia pulmonar (EP). Outros dispositivos, como bombas venosas e meias de compressão também são bastante usados como prevenção. Apesar de existir tratamento, é importante ressaltar que a trombose é uma doença grave que pode levar o indivíduo a embolia pulmonar e, consequentemente, à morte. Por isso, o mais importante é prevenir. Aposte em uma mudança de estilo de vida saudável Praticar exercícios físicos regularmente e perder peso são a chave para diminuir o risco de uma possível trombose e suas complicações mais graves. Adultos que não conseguem perder peso, mas que mantêm uma vida ativa, ou seja, praticam algum tipo de atividade física diária, possuem menos riscos de desenvolver doenças cardiovasculares. A cirurgia bariátrica é indicada para os casos de obesidade grave, nos quais os tratamentos convencionais para perda de peso não foram eficientes. Para isso, uma avaliação multidisciplinar é necessária a fim de se identificar os fatores da obesidade e as condições clínicas do paciente para uma provável cirurgia. Agende uma avaliação O Instituto de Medicina Sallet está aqui para apoiar e esclarecer todas as dúvidas. Faça uma avaliação com nossa equipe e saiba como retomar sua saúde e reconquistar a sua qualidade de vida!
Cirurgia Bariátrica não deve ser considerada um procedimento estético

Somente em 2019, mais de 68 mil brasileiros passaram por cirurgia bariátrica. Você, provavelmente, conhece alguém que fez a cirurgia bariátrica, seja um familiar, um amigo ou conhecido. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), somente em 2019, foram feitas 68.530 cirurgias deste tipo no Brasil. Este é o último dado sobre cirurgias bariátricas que a SBCBM possui, uma vez que com a chegada da pandemia do Covid-19, em março de 2020, todos os procedimentos considerados eletivos foram suspensos por determinação do Ministério da Saúde, entre eles, as cirurgias bariátricas. A classificação das cirurgias bariátricas como procedimentos eletivos — não urgentes, que podem ser agendados — causaram estranhamento na comunidade médica especializada, afinal, a indicação cirúrgica como tratamento para a obesidade e doenças metabólicas é, na grande maioria dos casos, a última alternativa para quem precisa perder um grande volume de peso para recuperar a saúde, por isso, a bariátrica não pode ser classificada como um procedimento adiável, um tratamento estético e não de saúde. Quem pode fazer uma cirurgia bariátrica? A cirurgia bariátrica é a solução mais eficaz para o tratamento da obesidade severa, o procedimento acontece para pacientes que possuem Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40 ou, acima de 35, com doenças associadas como a diabetes ou hipertensão. Atualmente, vemos situações onde a cirurgia bariátrica é procurada por pacientes com algum nível de sobrepeso ou obesidade leve para fins meramente estéticos por quem busca conquistar uma aparência física desejada. Retomada das cirurgias bariátricas Um alerta emitido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica mostrou que os pacientes obesos que não puderam realizar as cirurgias bariátricas durante a pandemia de Covid-19 tiveram agravamento de saúde nos últimos meses. Muitos deles apresentavam comorbidades associadas como a hipertensão, diabetes, dislipidemia ou apneia do sono. As cirurgias bariátricas foram retomadas em setembro de 2021, mesmo hoje, na rede pública, os procedimentos seguem a passos lentos e, em muitos estados do país, as cirurgias ainda não haviam sido retomadas até junho deste ano. Sobrepeso x Obesidade Para os casos de sobrepeso ou obesidade grau I, a melhor solução é o tratamento clínico convencional, sempre realizado com acompanhamento profissional, que pode indicar procedimentos menos invasivos se comparados a uma cirurgia bariátrica, como no caso do Balão Intragástrico e da Gastroplastia Endoscópica. Quem determinará a indicação do paciente para a cirurgia bariátrica é o médico cirurgião, apoiado por sua equipe transdisciplinar, composta por psicólogos, psiquiatras, nutricionistas, endocrinologistas e preparadores físicos. Por ser uma doença multifatorial, a obesidade precisa ser diagnosticada e tratada por múltiplos especialistas. O primeiro passo é descobrir a composição corporal para a classificação da obesidade. Com base na relação massa magra x massa gorda, o índice identifica se a pessoa está com peso normal, sobrepeso ou apresenta algum grau de obesidade. Dado seu caráter multifatorial, outros parâmetros são considerados pela equipe transdisciplinar antes de determinar se o paciente possui indicação cirúrgica. Agende uma avaliação no Instituto de Medicina Sallet Lembre-se que o mais importante é cuidar da sua saúde! Entender a sua composição corporal e ter um acompanhamento profissional adequado são fatores essenciais para uma vida longa e saudável. Você pode conhecer a sua composição corporal com precisão por meio da Bioimpedância ou Scanner Corporal 3D. Agende sua avaliação!
O que muda na vida sexual após a cirurgia bariátrica?

A obesidade pode afetar a vida sexual do paciente negativamente, pois acarreta alterações hormonais, resistência à insulina — que pode causar a síndrome dos ovários policísticos nas mulheres — além de insegurança e falta de libido. À medida que o paciente emagrece, os problemas decorrentes do excesso de peso deixam de ser fatores inibidores ou limitantes, promovendo uma significativa melhora na vida sexual. A perda de peso extra não é o único benefício potencial da cirurgia bariátrica. Aqueles que se submetem ao procedimento, também desfrutam de melhorias nos níveis de energia, libido e desempenho sexual. Como as consequências físicas e psicológicas da obesidade podem atrapalhar a vida sexual de um paciente obeso? A disfunção sexual masculina está frequentemente ligada à obesidade. As razões para isso são multifatoriais. Alterações metabólicas relacionadas à obesidade e ao excesso de peso podem resultar, além de limitações físicas e hormonais, baixa autoestima, falta de libido e frequência das atividades sexuais. Outro ponto importante é que as comorbidades relacionadas à obesidade, como diabetes, doenças cardiovasculares e depressão, interferem também na função sexual fisiológica do paciente, contribuindo para a diminuição da qualidade da prática sexual. Como a cirurgia bariátrica pode ajudar a melhorar a vida sexual do paciente? Diversos hormônios contribuem para a expressão do desejo sexual. À medida que o paciente ganha peso, seu metabolismo sofre alterações. Isso inclui o desequilíbrio de importantes hormônios sexuais que podem causar a diminuição da libido. Felizmente, essa condição costuma ser revertida com o auxílio da cirurgia bariátrica. À medida que perde peso, o paciente bariátrico volta a apresentar níveis estáveis de hormônios, recupera a autoestima, percebe aumento do desejo sexual, domínio da função erétil e ejaculação (homens), refletindo na melhora da qualidade de vida sexual logo nos seis meses após o procedimento cirúrgico. Portanto, há uma combinação de elementos, como mecanismos biológicos e fatores psicológicos, beneficiados com a cirurgia bariátrica. É importante destacar que, à medida que se perde o excesso de peso, o paciente bariátrico melhora muito a sua condição médica, recupera a saúde e a qualidade de vida. Um estudo publicado na revista JAMA Surgery indicou que uma parte significativa dos pacientes que se submeteram à cirurgia bariátrica apresentaram melhor função sexual, uma libido aumentada e sexo mais frequente. Assim, fica claro que a cirurgia bariátrica pode trazer uma melhora significativa na vida sexual de quem sofre com obesidade. Enquanto a obesidade acarreta alterações hormonais e resistência à insulina — situação que pode acarretar síndrome de ovários policísticos e infertilidade —, à medida que a mulher emagrece, este quadro melhora, há queda de estrogênio e aumento de testosterona. Na prática, isso significa que tanto energia quanto libido podem aumentar após o procedimento cirúrgico. Você está em busca de uma saúde melhor em todos os aspectos? Entre em contato com o Instituto Médico Sallet e agende a sua avaliação!
Nunca foi tão importante falar sobre gordofobia

Em fevereiro de 2022, a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) e a Sociedade Brasileira de Metabologia e Endocrinologia (SBEM), divulgaram o resultado de um estudo realizado com 3621 pessoas de ambos os sexos entre 18 e 82 anos, em que revela que mais de 85% dos entrevistados já sofreu casos de gordofobia. A pesquisa Obesidade e a Gordofobia Percepções 2022 destacou que os constrangimentos sofridos por pessoas obesas têm relação direta com o estigma social da aparência, visto que, entre as pessoas com sobrepeso, o índice de ocorrências de gordofobia é cerca de 30% menor do que entre as pessoas com obesidade de grau 3. Isso indica que, quanto maior o peso corporal, mais recorrentes são os episódios de discriminação vivenciados. Segundo a Dra. Beatriz Alaga Pini, psicóloga e membro da equipe transdisciplinar do Instituto de Medicina Sallet, os números da pesquisa escancaram o preconceito e a estigmatização social com relação à obesidade, revelando a dimensão de tal problemática. Os participantes do estudo apontaram que, dentre os principais ambientes onde ocorrem a gordofobia estão a própria casa ou de familiares, estabelecimentos comerciais, rodas de amigos, consultas médicas e locais de trabalho. De acordo com a pesquisa, 6 em cada 10 pacientes já se sentiram desconfortáveis ou desacolhidos em ambientes médicos enquanto buscavam ajuda para perder peso em serviços públicos. O número cai para 4 em cada 10 pacientes no serviço privado, mas ainda preocupa. “São os pacientes que ainda sentem e sofrem com a falta de informação das pessoas a respeito da obesidade como doença. Infelizmente, este tipo de preconceito se estende desde as pessoas que convivem diretamente com o obeso, até mesmo profissionais da saúde mal-informados, o que só aumenta o sofrimento e dificulta a busca por um tratamento eficaz contra a obesidade”, diz a psicóloga. O “estigma do peso” se manifesta por meio de estereótipos que conduzem ao preconceito, rejeição social, pré-julgamentos e tratamento injusto. Indivíduos obesos são vistos como preguiçosos, gulosos, indisciplinados e com falta de força de vontade. Quem pratica gordofobia, muitas vezes, nem sabe o mal que está cometendo a quem sofre com a obesidade. Algumas pessoas acreditam que certos comentários motivam a mudança, quando, na verdade, impactam negativamente a saúde mental de maneira similar a um trauma, provocando o efeito inverso em quem já está vulnerável. Ao vivenciar uma situação de preconceito, nosso cérebro reage instintivamente, liberando hormônios de defesa como o cortisol, o “hormônio do estresse”, que inibe a produção da serotonina, conhecida como “hormônio da felicidade”. Tal situação diminui a autoestima e aumenta a má impressão sobre o próprio corpo, desestimula a prática de atividades físicas, provoca ansiedade, depressão, estimula a compulsão alimentar e, com isso, as chances de ganho de peso. “Devemos ensinar a todos a respeitar as diferenças e a conviver na pluralidade da nossa sociedade. Ninguém tem obesidade por escolha. Por se tratar de uma doença crônica, seus portadores precisam ser tratados com responsabilidade e respeito”, finaliza a Dra. Beatriz. Precisa de ajuda para tratar sua obesidade? Saiba que a equipe transdisciplinar do Instituto de Medicina Sallet está preparada para oferecer todo o apoio e acolhimento que você precisa! Venha conversar conosco!
Qual a diferença entre hipoglicemia reativa e síndrome de Dumping?

A cirurgia bariátrica promove uma série de alterações no corpo, principalmente na forma que os alimentos são absorvidos. Conhecer essas mudanças e possíveis reações do organismo é fundamental para um excelente pós-operatório e melhora na qualidade de vida.
No Brasil, 85% das pessoas obesas já sofreram gordofobia

A pesquisa Obesidade e Gordofobia — Percepções 2022, realizada em fevereiro deste ano pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) e pela Sociedade Brasileira de Metabologia e Endocrinologia (SBEM), aponta que 85,3% das pessoas consideradas obesas já passaram por situações de gordofobia no Brasil. O levantamento entrevistou 3.621 brasileiros de 18 e 82 anos, de ambos os sexos. De acordo com a Dra. Beatriz Alaga Pini, psicóloga e membro da equipe transdisciplinar do Instituto de Medicina Sallet, os constrangimentos sofridos por pessoas obesas têm relação direta com o estigma social da aparência. Quanto maior o peso, mais recorrentes são os episódios de gordofobia vivenciados. “Infelizmente, este tipo de preconceito se estende desde as pessoas que convivem diretamente com o obeso, até mesmo profissionais da saúde, o que só aumenta o sofrimento e dificulta a busca por um tratamento eficaz da enfermidade.”, comenta a psicóloga. O episódios de gordofobia acontecem, frequentemente, na própria casa do paciente ou de familiares, estabelecimentos comerciais, rodas de amigos, locais de trabalho e até em consultas médicas. “São os obesos que ainda sentem e sofrem com a falta de informação das pessoas a respeito da obesidade como doença”, diz a Dra. Beatriz. Leia a reportagem completa aqui.
Os riscos das dietas da moda

As dietas da moda são famosas pela promessa de proporcionar perda de peso rápida. Com o auxílio das redes sociais, novos modismos surgem constantemente e alcançam pessoas do mundo inteiro. Entretanto, em boa parte das vezes, as dietas representam uma solução de curto prazo e podem causar sérios danos à saúde. Conheça quais são os riscos associados às dietas da moda e compreenda qual é a melhor alternativa para perder peso de forma saudável e duradoura. Dietas milagrosas: uma solução rápida ou um risco à saúde? Uma boa alimentação é essencial para o nosso bem-estar e saúde. Manter o peso corporal ideal é importante e traz inúmeros benefícios para a saúde, desde que isso seja alcançado com equilíbrio e com uma rotina de hábitos saudáveis e balanceados. Cada vez mais comuns, as “dietas milagrosas” surgem com a promessa de redução rápida de peso, mas sem qualquer fundamento científico. As dietas da moda costumam ser radicais e extremas, além de desequilibradas e pobres nutricionalmente. Em praticamente todos os casos, promovem mais prejuízos do que bons resultados e falham em manter o bom funcionamento do nosso corpo. Você já deve ter ouvido falar de dietas extremas como a “dieta da laranja”, a “dieta do ovo”, a “dieta da lua” ou a “dieta da proteína”. Esses são apenas alguns dos exemplos de dietas muito restritivas e que podem causar danos ao organismo de quem as segue por conta própria. Em alguns casos, as dietas restritivas não auxiliam na perda de gordura, mas acabam eliminando líquidos, promovem a desidratação e perda de massa magra. Nessas situações, embora possa ocorrer uma rápida redução de peso, as dietas restritivas são muito difíceis de serem mantidas por muito tempo. Ao finalizar um ciclo, o paciente logo acaba recuperando todo o peso, promovendo um efeito sanfona, muito prejudicial para o corpo. Quais são os maiores riscos de seguir dietas da moda? Como visto, as dietas da moda não promovem mudanças de hábitos a longo prazo. No geral, elas causam um choque no organismo e, sem nutrientes, os tecidos utilizam reservas para encontrar o equilíbrio. Sustentar esta dieta por longos períodos e sem a correta orientação profissional pode causar sérios problemas de saúde. Pacientes com problemas renais podem ter seus quadros agravados em casos de excesso de proteínas e falta de hidratação. Um estudo da Universidade de Medicina de Lodz, na Polônia, apresentado no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia de 2018, sugeriu evitar dietas com pouco carboidrato e muita gordura de modo geral. O estudo alertou para o risco de morte por doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral (AVC) e câncer, doenças potencializadas por quem segue esse tipo de plano alimentar por muito tempo. Confira alguns dos principais riscos associados às dietas da moda: Flacidez Por vezes, quando há uma perda de peso muito rápida, sem que os tecidos se recomponham de forma adequada, a pele pode apresentar flacidez e perder tonicidade, pois não consegue acompanhar as mudanças extremas do corpo com alimentação restrita. Queda de cabelo e unhas fracas Um dos maiores motivos para fazer tais dietas da moda tende a ser a estética. No entanto, os danos à saúde causados pela falta de nutrientes podem motivar problemas como queda de cabelo e unhas quebradiças. Falta de vitaminas no corpo A carência de vitaminas pode ter sérias consequências para nossa saúde, tais como: Anemia; Problemas na visão; Convulsões; Fraqueza; Problemas nas gengivas e dentes, Doenças cardiovasculares; Entre muitos outros. Tontura e fraqueza Quando o nível de açúcar do corpo baixa demais, ocorre o que chamamos de hipoglicemia. O açúcar é uma das principais fontes de energia do corpo. Sem ele, podemos sentir muita fraqueza e tontura. Dietas restritas em carboidratos, por exemplo, podem levar a esse distúrbio. Vale ressaltar haver maneiras saudáveis de ingerir açúcar, sem ser através de alimentos super processados. Efeito sanfona O efeito sanfona ocorre quando há uma variação muito grande de peso em um curto período. Em dietas da moda, é comum que se emagreça muito, mas, como esse tipo de alimentação é insustentável por muito tempo, consequentemente, todo o peso perdido na dieta restritiva volta com a antiga rotina. Baixa imunidade Sem os nutrientes adequados oferecidos em uma alimentação equilibrada, nosso organismo não consegue lutar contra agentes causadores de doenças com a mesma eficiência. O corpo enfraquecido fica suscetível a doenças e infecções. A reeducação alimentar como alternativa sustentável para a perda de peso Uma dieta adequada deve ser balanceada, rica em nutrientes e individualizada, visando melhorar a saúde e bem-estar. Sendo assim, para perder peso sem abdicar da saúde, o melhor plano de ação é fazer uma reeducação alimentar e modificar seus hábitos e comportamentos. Priorizar dietas ricas em vitaminas, antioxidantes, oligoelementos, minerais, micro e macro nutrientes, prescritas por um profissional especializado de forma individualizada. A comida não é sua inimiga, mas sua aliada. Fazer uma reeducação alimentar não significa parar completamente de ingerir alguns alimentos, mas aprender a comer de maneira mais saudável e equilibrada. Portanto, o ponto-chave do sucesso para o emagrecimento é balancear e equilibrar o prazer e a saúde. Por isso, o ideal é aliar uma dieta desenvolvida por um profissional à prática de atividades físicas, também sob orientação de especialistas. Tem dúvidas sobre como emagrecer de maneira saudável e sustentável? Agende uma avaliação com o Instituto de Medicina Sallet!
5 pontos de atenção para evitar o reganho de peso após cirurgia bariátrica

Conheça os aspectos-chave mais importantes para evitar o reganho de peso e fazer com que os resultados obtidos com sua cirurgia bariátrica sejam contínuos e duradouros A luta contra o excesso de peso e seus impactos na saúde é, por vezes, desgastante e desafiadora. Uma das formas mais eficientes de controlar a obesidade e doenças associadas é a cirurgia bariátrica. No entanto, é fundamental ter em mente que a cirurgia bariátrica é uma ferramenta, não uma “varinha mágica”, que, uma vez apontada para o problema, faz com que ele desapareça de modo definitivo. Isso quer dizer que o procedimento cirúrgico, por si só, não é uma solução permanente para a obesidade. A bariátrica é uma eficiente ferramenta para perder peso, mas o paciente é o protagonista desta história e o maior responsável pela adoção de novos hábitos e melhora de sua qualidade de vida. Contudo, sabemos das mudanças que a cirurgia bariátrica envolve, das dificuldades que precisam ser superadas e das rotinas saudáveis necessárias para o sucesso do tratamento. Para tanto, é imprescindível o envolvimento do paciente, da família e o acompanhamento especializado da equipe profissional transdisciplinar. Sem o comprometimento com as transformações e apoio necessários, poderá ocorrer reganho de peso. Continue a leitura para compreender mais sobre aspectos-chave para evitar esse cenário e fazer com que os resultados obtidos com a sua cirurgia bariátrica sejam contínuos e duradouros. Como evitar o reganho de peso após a cirurgia bariátrica? Se você realizou uma cirurgia bariátrica recentemente ou está se preparando para submeter-se ao procedimento, saiba que a sua participação ativa é fundamental para o sucesso do tratamento. Sua vida irá mudar consideravelmente a partir da bariátrica, mas para conseguir – e manter – os resultados conquistados será importante: 1. Seguir as orientações da equipe transdisciplinar A cirurgia bariátrica é apenas um item na caixa de ferramentas para o sucesso da perda de peso em longo prazo. O compromisso do paciente com uma mudança permanente no estilo de vida é uma necessidade. Trabalhar ao lado de uma equipe de especialistas pode ajudá-la a realizar e manter as adequações ao seu novo estilo de vida. O apoio da equipe transdisciplinar será fundamental para manter sua motivação e comprometimento, para monitorar progresso e necessidades de adequações na rotina e para garantir que está tudo certo com sua saúde no pós-operatório. Todo esse cuidado é importante para que o paciente sinta-se amparado, apoiado e tenha todo o suporte para evitar o reganho de peso e o reaparecimento de doenças associadas à obesidade. 2. Compreender os fatores emocionais que levam ao consumo de alimentos em excesso Muitos pacientes que decidem passar pela cirurgia bariátrica têm uma relação complicada com a alimentação. Alguns usam a comida como um mecanismo de escape ou mesmo enfrentamento de problemas, ao invés de uma fonte de energia e nutrição. A alimentação emocional, com calorias vazias, é uma das razões que levam ao reganho de peso. Tenha em mente que situações de descontrole emocional e compulsão não são eliminadas na mesa cirúrgica. Sendo assim, após a cirurgia bariátrica, é fundamental que o paciente reconecte sua mente e compreenda os fatores que os levam a utilizar a alimentação como forma de compensação de suas ansiedades e angústias por meio de apoio profissional. 3. Praticar regularmente atividades físicas Incorporar uma rotina de atividades físicas ao seu estilo de vida irá ajudar a minimizar as chances de reganho de peso e levar a um estilo de vida mais saudável. Afinal, o exercício físico é de grande importância na construção muscular e manutenção do peso após a cirurgia bariátrica. Definir metas atingíveis é fundamental para construir consistência e criar o hábito. Isso deverá ser feito com o apoio e acompanhamento de um profissional especializado. 4. Cuidar da rotina de alimentação e suplementação A orientação nutricional permitirá que pacientes bariátricos consumam alimentos adequados em cada fase do tratamento. A cirurgia bariátrica promove certa limitação na ingestão e absorção de diferentes nutrientes, por isso, o risco de desenvolver deficiências nutricionais torna-se ainda maior. Uma dieta balanceada contendo proteínas magras, vegetais, frutas, laticínios com baixo teor de gordura e suplementos de vitaminas e minerais, deve ser promovida conforme indicação da equipe de nutrição clínica. O acompanhamento transdisciplinar após a bariátrica será fundamental para evitar o reganho de peso e o surgimento de doenças relacionadas a eventual déficit nutricional, que podem se instaurar a partir do não cumprimento das recomendações. Ademais, humor, concentração e até libido também podem sofrer com a falta de vitaminas após a cirurgia bariátrica e isso pode ser gatilho para deslizes na alimentação e para flexibilizações demasiadas no novo estilo de vida. Tudo isso contribui para que aconteça um novo ganho de peso. 5. Manter o foco no sucesso do tratamento em cada uma de suas fases Você tomou uma grande decisão de se submeter à cirurgia bariátrica para perder peso e ter mais qualidade de vida. Agora, é importante que você siga as orientações da equipe transdisciplinar para conquistar e manter os resultados desejados. O sucesso do seu tratamento ocorre com disciplina e dedicação ao longo das etapas demandadas. Para garantir a motivação para isso, respeite o seu tempo e caminhe de forma gradativa, sem desvios. Saiba que a chave para o sucesso é envolver-se em atividades, comportamentos e rotinas que resgatem os seus objetivos de saúde e apoiem seu novo estilo de vida. Lembre-se de que as consultas pós-operatórias são essenciais para ajudar os pacientes a permanecerem no caminho certo! Continue acompanhando as publicações do Instituto Médico Sallet em nossas redes sociais e saiba mais sobre como manter uma vida saudável em nosso blog.
Atraso em retomada de cirurgias bariátricas gera alerta

Somos destaque em diversos portais de notícia! A cirurgia bariátrica é um procedimento muito efetivo para devolver a saúde de quem sofre de obesidade. Entretanto, por determinação do Ministério da Saúde, as cirurgias eletivas estiveram suspensas durante o período mais crítico da pandemia. Com isso, muitos pacientes tiveram seus quadros de saúde agravados no último ano, em razão do adiamento ou mesmo suspensão de seus tratamentos. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) emitiu um alerta sobre a gravidade do problema, destacando que o volume de bariátricas diminuiu mais de 80% somente no último ano. De acordo com o cirurgião Dr. José Afonso Sallet, diretor-médico do Instituto de Medicina Sallet, a crise sanitária fez com que muito pacientes tivessem seus tratamentos interrompidos, causando um grande prejuízo para a saúde. Leia a reportagem na íntegra clicando aqui. Deixe seus comentários!
Como evitar a flacidez após a cirurgia bariátrica?

A cirurgia bariátrica promove uma significativa redução de tecido adiposo e, com isso, a pele perde elasticidade, torna-se flácida e causa situações incômodas como problemas posturais, dermatológicos e também estéticos. Saiba que é possível evitar a flacidez seguindo as orientações da equipe multidisciplinar. Após a cirurgia bariátrica, muitos pacientes perdem tanto peso que acabam ficando com a pele flácida, já que ocorre, também, uma volumosa perda de tecido adiposo – um tipo especial de tecido conjuntivo que se caracteriza por armazenar gordura em células especializadas, denominadas adipócitos. Acontece que, quando uma pessoa obesa elimina o excesso de gordura de forma acentuada – resultado de um procedimento bariátrico – a pele pode não apresentar a mesma elasticidade, podendo “despencar” sobre abdômen, costas, braços e pernas. Após a cirurgia bariátrica todo o paciente tem flacidez? A quantidade de pele flácida que um paciente poderá apresentar após o procedimento bariátrico é bastante variável e dependerá de diversos fatores. Entre eles, o peso anterior, a idade do paciente, seu histórico de tabagismo e sua genética. Também pode depender do tipo de procedimento realizado. Cirurgias como Bypass Gástrico e Sleeve Gástrico promovem uma perda de excesso de peso média de 80% nos primeiros 18 meses, enquanto o Balão Gástrico ou a Gastroplastia Endoscópica, que promovem perda de peso de forma mais gradativa. Por isso, é possível afirmar que quanto mais rápido uma pessoa perde peso, mais excesso de pele como resultado do tratamento. O excesso de pele pode levar a infecções e dermatites. A pele flácida cria dobras que são mais difíceis de limpar. Há situações nas quais o excesso de pele causa atrito que levam a escoriações e rachaduras na pele, abrindo caminho para infecções. A flacidez não é apenas um problema estético Mas é importante destacar que a cirurgia bariátrica é um procedimento médico e não estético, porém, essa é uma questão que vai muito além da aparência. Há alguns problemas que podem ser causados pelo excesso ou pela flacidez da pele, tais como dificuldades posturais, dermatites, falta de apetite sexual, entre outros. A obesidade é fator de risco para o agravamento de inúmeras doenças e prejudica não só a saúde e o bem-estar, mas a autoestima, auto aceitação e relacionamentos pessoais. A flacidez muscular depois de um processo de emagrecimento é um dos fatores que pode provocar prejuízos emocionais à imagem corporal de algumas pessoas. Por isso, o acompanhamento transdisciplinar que envolve psicólogos, preparadores físicos e nutricionistas, é tão importante! Há que lembrar, a propósito, que as cirurgias reparadoras estarão liberadas somente dois anos depois da cirurgia bariátrica. Como evitar e minimizar o efeito da flacidez depois da cirurgia bariátrica? Se você está apreensiva com a pele flácida após a cirurgia, seja por motivos de saúde ou porque está preocupada com a aparência, saiba que nem sempre será necessário recorrer à cirurgia reparadora. É importante saber que existem muitas maneiras de minimizar a flacidez após a bariátrica. Entre eles, podemos destacar: Siga as recomendações da equipe transdisciplinar Após a cirurgia bariátrica, a equipe transdisciplinar irá fazer indicações de mudanças importantes no estilo de vida do paciente para manter os resultados obtidos com o procedimento. Isso envolve manter uma rotina nutricional equilibrada, que inclui a adequação do plano alimentar em cada fase do pós-operatório e o consumo de suplementos, fundamentais para o sucesso do tratamento. O consumo adequado de nutrientes e manutenção do plano alimentar podem ajudar a minimizar os efeitos da flacidez. Perder gordura é ótimo, mas prevenir a perda muscular – e até mesmo construir novos músculos – pode ajudar a tonificar a pele e prevenir a flacidez. Beba bastante água A hidratação é fundamental para promover equilíbrio e estimular o bom funcionamento do organismo. O consumo de líquidos ajudará a manter sua pele mais saudável. Pratique regularmente exercícios físicos Os exercícios físicos, principalmente aqueles de resistência ou que utilizam pesos, ajudam a prevenir a flacidez da pele, pois ajudam na construção muscular e fortalecimento. Lembre-se que a cirurgia bariátrica promove mudanças de hábitos e envolve, principalmente, plano alimentar balanceado e prática regular de exercícios físicos. Tomar essas duas atitudes irá ajudar a transformar sua mente e seu corpo. Para saber mais sobre cirurgia bariátrica e todos os cuidados que devem ser tomados depois do procedimento cirúrgico, continue acompanhando o nosso blog ou baixe nossos materiais educativos.