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Cirurgia do diabetes: Técnicas indicadas

Cirurgia do diabetes: Técnicas indicadas - Instituto de Medicina Sallet

O diabetes já é considerado uma pandemia entre as doenças não infecciosas. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de uma em cada 11 pessoas no mundo tem a doença. Por isso, cada vez mais tem se falado sobre tratamentos e métodos de controle, como é o caso da cirurgia do diabetes. Neste artigo, descubra mais sobre a patologia e o procedimento cirúrgico indicado para seu tratamento. Acompanhe a seguir.  Saiba mais sobre o diabetes tipo 2 O diabetes tipo 2 apresenta alta prevalência, correspondendo à maioria dos casos da doença. Sua manifestação está associada diretamente aos hábitos diários do paciente, tais como alimentação inadequada e sedentarismo. A doença, assim como o diabetes tipo 1, é caracterizada pelo acúmulo de açúcar no sangue. No entanto, nesse caso, a insulina é produzida, por vezes, insuficientemente, mas o corpo não consegue metabolizá-la. Como compensação, o pâncreas acelera a produção de insulina, mas essa sobrecarga faz com que o órgão fique “exausto” e as células comecem a falhar. A partir de então, o nível de açúcar dispara ficando permanentemente elevado. Entre os principais fatores de risco para o diabetes tipo 2, destacam-se: Pessoas acima de 45 anos. Obesidade e sobrepeso. Diabetes gestacional anterior. Histórico familiar de diabetes tipo 2. Sedentarismo. Baixos níveis de colesterol HDL. Triglicerídeos elevados. Hipertensão. Consumo excessivo de álcool. Controle da patologia e cirurgia do diabetes Entre os principais cuidados para controlar o diabetes tipo 2 estão: praticar exercícios físicos, adotar dieta balanceada, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e tabaco, cuidar das comorbidades ou, ainda, realizar a cirurgia do diabetes. A cirurgia do diabetes, ou cirurgia metabólica, é uma variação da bariátrica, que tem como foco tratar o diabetes tipo 2 e outros problemas relacionados como obesidade, hipertensão, colesterol e triglicérides elevados. Essa cirurgia do diabetes pode ser realizada por meio das técnicas cirúrgicas bariátricas já estabelecidas pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) e pela Federação Internacional de Cirurgia da Obesidade (IFSO). No entanto, o principal método utilizado no Brasil e no mundo é o Bypass Gástrico, o mesmo usado no tratamento da obesidade mórbida. É importante salientar que a cirurgia do diabetes é considerada segura, realizada por videolaparoscopia, com pequenas incisões. Esse processo é consagrado mundialmente devido aos resultados positivos. Para se ter ideia, 90% dos pacientes operados apresentam remissão do diabetes durante 10 e 15 anos de pós-operatório. Além disso, diversos estudos epidemiológicos mostram diminuição de até 92% da mortalidade relacionada ao diabetes. Para ser elegível para a cirurgia do diabetes, é necessário se encaixar nos seguintes padrões: Ter diabetes tipo 2 e ter IMC entre 30 kg/m² e 34,9 kg/m². Ter mais de 30 anos e no máximo 70 anos. Ter diabetes tipo 2 há menos de 10 anos. Ter comprovação de que outros tratamentos já foram realizados, mas não foram suficientes. Não ter outras contraindicações para a cirurgia. E então, ficou mais claro para você o que é a cirurgia do diabetes? Que tal agora descobrir mais sobre a cirurgia bariátrica? Para isso, confira o artigo que preparamos sobre a evolução da cirurgia bariátrica.

Cirurgia bariátrica, nutrição e vegetarianismo

Cirurgia bariátrica, nutrição e vegetarianismo - Sallet

O Instituto de Medicina Sallet realiza cirurgia bariátrica e metabólica com título de excelência nesta especialidade há 21 anos.  Nosso propósito é promover maior qualidade de vida aos nossos pacientes através da melhora ou remissão de comorbidades associadas à obesidade, redução da morbimortalidade e promoção, através de uma abordagem transdisciplinar, de mudanças de comportamento propostas em pré, peri e pós-operatório. Cada paciente bariátrico acaba traçando um caminho individual e único quando se trata de redescobrir e reconstruir sua relação com a alimentação e seu corpo. Infelizmente, muitos pacientes não priorizam alimentos fonte de proteína em suas refeições. Seja pela maior dificuldade de mastigação, principalmente as carnes, ou pela saciedade que esse macronutriente produz. Outros excluem leite e derivados (também boas fontes de proteína) pela intolerância à lactose que pode ocorrer no pós-operatório. Essas restrições alimentares promovem inadequação de ingestão proteica que pode causar perda excessiva de massa magra, queda de cabelo acentuada, enfraquecimento de unhas e redução da imunidade. As deficiências nutricionais são um problema comum em pacientes pós-operados independentemente da dieta que sigam, devido a redução da capacidade gástrica e a disabsorção dependendo da técnica cirúrgica. Os cuidados nutricionais para esses pacientes são bem específicos para cada período de pós-operatório e o nutricionista é quem deverá prestar toda a orientação necessária para a evolução de consistências alimentares (dieta líquida pós-operatória, sua evolução para a pastosa e, por fim, sua transição definitiva para a alimentação normal) e cuidar das suplementações nutricionais necessárias. Os principais cuidados nutricionais devem ser com o consumo adequado de: Proteínas Segundo as recomendações atuais para pacientes submetidos a cirurgia bariátrica, a ingestão de proteínas deve ser de 60 a 120g por dia, sendo indispensável a priorização de proteínas de alto valor biológico (proteínas completas que contém todos os aminoácidos essenciais em quantidades e proporções ideais para atender às necessidades orgânicas). Para atingirmos esta recomendação é necessário fazer uso de suplementos proteicos, pois a ingestão proteica através da alimentação é insuficiente nos primeiros seis meses de pós-operatório. Para pacientes vegetarianos, sugerimos a ingestão de duas opções de leguminosas (feijão, soja, grão de bico, ervilha e lentilha), dois ovos por dia e uma porção de leite ou derivados, três ou mais vezes por dia. A suplementação com proteínas isoladas também deve ser feita e é uma ótima ferramenta para atingir a recomendação de proteína em pacientes vegetarianos, tendo em vista que os alimentos ricos em proteínas de origem vegetal têm mais fibras e podem ocupar um volume maior no estômago, principalmente nas primeiras fases, quando o volume aceito de comida é bem reduzido. As proteínas isoladas de origem vegetal mais comuns são de ervilha, arroz e soja. Elas são tão eficientes quanto as que normalmente são feitas a partir de leite de vaca, os famosos whey proteins. Ainda sobre as proteínas, algumas pessoas manifestam um desconforto com o consumo de leguminosas, como sensação de estufamento e flatulências (gases). Isso pode ser evitado de forma bem simples, deixando os grãos de molho na água em temperatura ambiente por 12h, desprezando essa água e cozinhando os grãos em uma água nova. Ferro, cálcio e zinco Quanto aos minerais, o ferro é encontrado em alimentos como vegetais verde-escuros, leguminosas e também deve ser suplementado em casos de deficiência, que ocorre tanto em vegetarianos como onívoros, mas principalmente em mulheres em idade fértil, devido à perda de sangue pela menstruação. Uma dica para melhorar a absorção de ferro é combinar com o consumo de algum alimento rico em vitamina C, como o limão. O cálcio está presente em boa quantidade e biodisponibilidade no tofu, brócolis, folhas verde-escuras, gergelim, amaranto e alimentos fortificados, como nas bebidas vegetais enriquecidas. A suplementação de citrato de cálcio associado à vitamina D3 é prescrita a partir do sexto mês de pós-operatório. E, por último, o zinco é encontrado em alimentos integrais, portanto, orientamos aos nossos pacientes priorizar cereais integrais no desjejum e nas refeições principais. As sementes oleaginosas também são fonte de zinco, assim o consumo de uma porção de 10 a 15g deve ser diário. Fazemos a suplementação de zinco quelato 20mg – 1 cápsula 1 x ao dia, caso haja alteração nos exames laboratoriais. Vitamina D e B12 A vitaminas D é suplementada através de doses diárias ou semanais dependendo da dosagem nos exames laboratoriais, aconselhamos exposição solar de 15 minutos diários. A suplementação de vitamina B12 é intramuscular e mensal até o sexto mês pós-operatório; e bimestral ou trimestral a partir dessa fase para todos os pacientes, independente da ingestão de produtos de origem animal ou não. Aos vegetarianos É importante ressaltar que as proteínas de origem vegetal apresentam discreta redução na quantidade de nitrogênio quando comparadas às de origem animal. Sendo assim, os pacientes vegetarianos precisam de um acompanhamento nutricional ainda mais cuidadoso após a realização da cirurgia bariátrica. Para os pacientes bariátricos vegetarianos ou veganos, sugerimos a ingestão de duas opções de leguminosas (feijão, soja, grão de bico, ervilha e lentilha), dois ovos por dia e uma porção de leite ou derivados, três ou mais vezes por dia. Além da suplementação proteica vegetal. As opções mais comuns no mercado são a proteína de soja, arroz ou ervilha. O whey protein ou proteína do soro do leite, em comparação aos outros suplementos, é o de melhor absorção e promove maior saciedade. Possui maior teor de aminoácidos de cadeia ramificada (importantes para prevenir a degradação do tecido muscular). Ao atingirem o intestino delgado são rapidamente digeridas e seus aminoácidos absorvidos, estimulando a síntese de proteínas nos tecidos. Sendo assim, nossos pacientes bariátricos são orientados a ingerir primordialmente suplementos proteicos a base de whey protein na dieta pré e pós-operatória. Caso haja preferência pelas proteínas vegetais aos pacientes vegetarianos ou veganos, a recomendação diária deve ser igual aos de pacientes onívoros, perfazendo uma suplementação proteica de aproximadamente 50g para as mulheres e 60g para os homens diariamente. Embasados por uma prática clínica de mais de 20 anos atuando nesta especialidade, bem como por revisões constantes de literatura médica, podemos afirmar que pacientes bariátricos acompanhados

O coronavírus chegou ao Brasil

Coronavirus no Brasil

Como já deve ser do conhecimento da maioria das pessoas, o Brasil registrou o primeiro caso confirmado do Coronavírus em São Paulo. Reforçamos que ao notarem sintomas como febre, tosse seca e falta de ar, busquem orientação de um infectologista imediatamente. Para prevenção, a Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta para as seguintes ações contra o coronavírus: Lavar as mãos (sabão e álcool em gel podem matar o vírus). Cobrir a boca e o nariz ao tossir e espirrar, de preferência com um lenço de papel, e lavar as mãos depois para evitar que o vírus se propague. Evitar passar a mão nos olhos, nariz e boca (se tocar uma superfície contaminada pelo vírus, poderá transferi-lo para o seu corpo). Não ficar muito perto de pessoas tossindo, espirrando ou com febre. O ideal é manter-se pelo menos a 1,5 metros de distância. Saiba que você pode contar com o apoio de toda a nossa equipe! Mais informações podem ser obtidas em: www.saude.gov.br/coronavirus Cuide da sua saúde, pois ela é o seu maior bem! Abraços,   Dr. José Afonso Sallet Diretor-médico do Instituto de Medicina Sallet (11) 3046-9393 Instituto de Medicina Sallet www.sallet.com.br       

Sleeve Gástrico: O que é e para quem é indicado

O Sleeve Gástrico, também chamado de gastrectomia vertical ou “em manga”, é um dos quatro métodos cirúrgicos aprovados no país pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para técnicas de cirurgia bariátrica. Desse modo, ele é uma alternativa de tratamento para a obesidade – uma das principais motivadoras de óbitos evitáveis no mundo. Neste artigo, descubra mais sobre o Sleeve Gástrico, seus benefícios, contraindicações e outras questões importantes sobre o método. O que é Sleeve Gástrico? O Sleeve Gástrico é um tipo de procedimento bariátrico que tende a apresentar resultados bastante satisfatórios. A técnica é recente, porém apresenta uma curva de evolução promissora.  Em linhas gerais, com essa técnica, se constrói um novo estômago no paciente, em formato semelhante a um tubo fino. Isso é possível por meio da remoção de 70% a 80% do estômago original e do grampeamento da parte restante. Tudo isso garante uma restrição à ingestão alimentar e à quantidade de alimentos armazenados no estômago. Ainda, proporciona um controle hormonal da fome, favorecendo o controle eficiente de peso pós-procedimento. Quais são as vantagens desse procedimento? Entre as principais vantagens do Sleeve Gástrico, podemos citar: Esse procedimento não exclui o duodeno do trânsito alimentar. Com isso, ele não prejudica a absorção de elementos importantes para a saúde – como ferro, cálcio e vitaminas do complexo B. Baixo índice de complicações pós-cirúrgicas. Costuma apresentar eficácia satisfatória para o controle da hipertensão arterial. O Sleeve Gástrico ajuda os pacientes a conseguirem comer menos – e sem prejudicar o processo digestivo normal. Não demanda a rotação do intestino. Não é feito nenhum implante. Pós-operatório tende a ser mais tranquilo e a recuperação mais rápida do que a de outros procedimentos. Se, por algum motivo, o procedimento não for satisfatório, ele pode ser transformado em qualquer outro tipo de procedimento bariátrico autorizado.  Em que casos ele é indicado? Há contraindicações e desvantagens? Assim como os outros métodos de cirurgia bariátrica, esse é recomendado quando dieta, exercício físico, medicação e outras opções de tratamento não ajudaram efetivamente na redução do peso do paciente. Ainda, em casos de pacientes com IMC superior a 35 kg/m2 e com patologias associadas ou para aqueles com IMC superior a 40 kg/m2. Quanto às contraindicações, esse pode não ser o método ideal para quem tem doença do refluxo gastroesofágico (por, em determinados casos, agravá-la). Para pacientes com Diabetes Tipo 2, geralmente, prefere-se utilizar a técnica Bypass Gástrico. É importante saber que esse é um método irreversível e que, como qualquer processo cirúrgico, envolve alguns riscos. A fístula junto ao ângulo de Hiss (esofagogástrico), é um exemplo, embora ocorra mais restritamente, assim como a doença do refluxo gastroesofágico.  Outro ponto importante é que o Sleeve Gástrico apresenta uma perda de peso potencialmente maior do que a do procedimento de banda gástrica ajustável, entretanto, essa tende a ser menor do que a registrada em técnicas como o Bypass Gástrico.  Como é o pré e o pós-operatório? No pré-operatório é realizada uma avaliação clínica aprofundada do paciente. Também dá-se início às mudanças nos hábitos alimentares que deverão ser continuadas após o procedimento. Nesse período, também é feita uma avaliação psicológica do paciente. Aqueles que apresentarem problemas mais graves deverão tratá-los antes de submeterem-se ao procedimento cirúrgico.  Já o pós-operatório costuma envolver recomendações como ingerir bastante água, evitar exercícios físicos mais extenuantes até a liberação médica para isso, administrar medicamentos (sobretudo para controle de dor) conforme prescrição médica, seguir a dieta feita pelo nutricionista da equipe transdisciplinar, entre outras. Concluindo, além do Sleeve Gástrico, há outros métodos que podem ser recomendados ao paciente. Por isso, é fundamental contar com o atendimento de um médico especializado para indicar o melhor procedimento para cada caso específico. Assista mais aqui: Sleeve Gastrectomy (em inglês) O Instituto de Medicina Sallet tem 20 anos de experiência nesse segmento. Nossa equipe é referência no tratamento clínico e cirúrgico da obesidade, doenças metabólicas e distúrbios do trato digestório. Para saber mais sobre a alternativa de tratamento trazida pela cirurgia bariátrica, baixe gratuitamente o guia prático que preparamos para você.

Cirurgia bariátrica ajuda no combate à hipertensão. Entenda:

Cirurgia bariátrica ajuda no combate à hipertensão. Entenda - Sallet

Você sabia que, além de contribuir com a perda de peso, com a melhora na autoestima e qualidade de vida, a cirurgia bariátrica auxilia no tratamento de diversas doenças relacionadas à obesidade? A hipertensão, por exemplo, pode ser controlada a partir dos resultados do procedimento cirúrgico. Neste artigo, compreenda melhor os benefícios da cirurgia bariátrica, incluindo sua atuação no combate à hipertensão. Acompanhe a seguir. A cirurgia bariátrica e seus benefícios A cirurgia bariátrica tem como objetivo alterar o sistema digestivo para diminuir a capacidade de comida tolerada pelo estômago e, consequentemente, as calorias absorvidas, facilitando a perda de peso e contribuindo para a cura ou tratamento de doenças associadas à obesidade. Além da significativa perda de peso, a cirurgia bariátrica auxilia no tratamento de doenças como: hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e respiratória, asma, diabetes, colesterol alto, entre outras. A cirurgia também está diretamente associada a outras vantagens que garantem mais saúde e bem-estar ao paciente, como diminuição do risco de depressão, melhora da autoestima, da interação social e outras questões psicológicas. No entanto, apesar dos benefícios, a cirurgia bariátrica possui contraindicações. Por isso, só pode ser realizada em pacientes que cumprem os requisitos médicos e que já tenham tentado outros métodos de tratamento antes do processo cirúrgico. É o médico especialista, junto à equipe transdisciplinar, quem define a cirurgia bariátrica como solução para o caso do paciente. Isso porque o processo cirúrgico exige preparação com psicólogo, endocrinologista, nutricionista, entre outros especialistas. E, após a cirurgia, os cuidados e novos hábitos devem permanecer e continuar sendo acompanhados. Cirurgia bariátrica e o combate à hipertensão De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de 600 milhões de pessoas têm hipertensão arterial. E esse número tende a aumentar: estima-se que até 2025 o crescimento dos casos chegue a 60%. Portanto, estratégias de combate a esse mal são muito importantes. Para os casos de pessoas obesas que optam pela cirurgia bariátrica, o procedimento cirúrgico pode mostrar-se um aliado.  Isso porque apenas o emagrecimento proporcionado já gera um impacto importante na redução da pressão arterial do paciente. Além disso, a cirurgia altera a produção de hormônios e outras substâncias de nosso organismo envolvidas no controle à hipertensão. Esses efeitos estão sendo acompanhados por meios de diversas pesquisas. O HCor – Hospital do Coração -, por exemplo, realizou um estudo com 100 pacientes hipertensos, com grau e obesidade 1 e 2. Por meio dele, constatou-se que, após a cirurgia bariátrica, 83,7% dos participantes conseguiram controlar a hipertensão. Os resultados combinam processo cirúrgico, associado ao tratamento medicamentoso e a novos hábitos. Com isso, mais de 80% das pessoas conseguiram reduzir em, no mínimo, 30% o uso de medicamentos, mantendo a pressão controlada. Já outros participantes, inclusive, conseguiram abandonar o uso de medicação. Quer saber mais sobre as vantagens do processo cirúrgico? Então, leia o artigo que preparamos sobre os benefícios da cirurgia bariátrica.

Como a obesidade interfere na fertilidade

Como a obesidade interfere na fertilidade

A obesidade está relacionada a uma série de problemas de saúde. O excesso de peso acaba gerando uma sobrecarga em nosso organismo e, com isso, patologias e problemas diversos são desencadeados. Entre eles, está o comprometimento da capacidade reprodutiva de homens e mulheres que, em última instância, pode levar à sua infertilidade.  No artigo de hoje, descubra mais sobre como a obesidade e a infertilidade estão associadas e sobre as opções de tratamento para o excesso de peso. Acompanhe a seguir. Qual é a relação entre a obesidade e a fertilidade? A obesidade é um dos fatores que impactam negativamente nos projetos de gestação por estar associada a um aumento nos casos de infertilidade. De acordo com dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, mulheres em idade reprodutiva que sofrem de obesidade apresentam três vezes mais possibilidades de terem infertilidade anovulatória do que aquelas que estão dentro do peso recomendado. Além disso, a obesidade também prejudica o sucesso nos processos de reprodução assistida. Essa relação entre obesidade e infertilidade ainda não tem seus detalhes totalmente conhecidos. No entanto, já se sabe que, entre outras coisas, o excesso de ácidos graxos livres pode ocasionar um efeito tóxico nos tecidos reprodutivos, o que acarreta dano celular, no armazenamento de gordura até mesmo nos óvulos, prejudicando sua qualidade, entre outros problemas, além de prejudicar o embrião.  Ainda, com o excesso de gordura, nosso corpo produz adipocinas, substâncias que afetam a comunicação entre células do organismo que, com isso, pode passar a não conseguir executar adequadamente suas funções. Tal efeito nocivo pode ocorrer nas áreas do cérebro que realizam o controle do ciclo ovulatório.  No caso da infertilidade masculina, a obesidade faz parte do grupo de problemas que podem ser estimulados por maus hábitos e estilo de vida e que diminuem a qualidade e a contagem dos espermatozóides. Além disso, o excesso de peso pode modificar os perfis hormonais do homem e elevar a temperatura escrotal, fatores que podem prejudicar a concretização do sonho de ter um filho. Outro problema é que, em homens e mulheres com obesidade, a resistência à insulina pode gerar o desequilíbrio de sua saúde reprodutiva.  Tratamentos contra a obesidade Para pessoas que querem ter filhos, é muito importante, entre outras ações, realizar um controle de peso. Há diversas opções para isso, e elas deverão ser recomendadas por um especialista, de acordo com as necessidades e o quadro de cada paciente.  Entre os caminhos possíveis para isso, estão: Tratamento clínico Nessa abordagem, a mudança de hábitos é a base para o sucesso. Isso abrange alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos e, por vezes, acompanhamento psicológico para lidar com gatilhos como a compulsão alimentar.  Esse tipo de tratamento é conduzido por uma equipe transdisciplinar, formada por especialistas da psicologia, da nutrição, da endocrinologia, da educação física, entre outros.  Tratamento cirúrgico Para os casos de insucesso com o tratamento clínico, o tratamento cirúrgico pode ser o caminho para combater a obesidade.  No entanto, apenas pessoas com IMC (Índice de Massa Corpórea) superior a 40 kg/m2 ou quem apresenta IMC superior a 35 kg/m2 e patologias agravadas pela obesidade podem ser elegíveis para a cirurgia bariátrica.  É importante ressaltar que, mesmo que se realize o tratamento cirúrgico, as mudanças de hábitos deverão fazer parte da vida pós-bariátrica.  Para saber mais sobre a obesidade e suas formas de tratamento, continue acompanhando nosso blog! Até a próxima.

Por quanto tempo é o acompanhamento médico após a cirurgia bariátrica?

Por quanto tempo é o acompanhamento médico após a cirurgia bariátrica? - Sallet

A cirurgia bariátrica possibilita uma série de benefícios e ganhos na estética, autoestima e saúde dos pacientes submetidos ao procedimento. No entanto, para que tudo isso seja percebido da melhor forma e de modo consistente, é preciso respeitar o período pós-cirúrgico e estar disposto a fazer uma série de mudanças na vida. É claro que você não precisa – nem deve – fazer isso sozinho. Afinal, o acompanhamento médico tem papel fundamental para a manutenção dos benefícios da cirurgia no médio e longo prazo. No artigo de hoje, compreenda melhor como é a relação com a equipe de profissionais após a cirurgia bariátrica. Acompanhe, a seguir. Afinal, como é o acompanhamento após a cirurgia bariátrica? O acompanhamento após a cirurgia bariátrica deve ser prestado por uma equipe médica formada por especialistas de diferentes áreas. Afinal, o paciente necessita de suporte e de orientações abrangentes nessa fase tão significativa e delicada de recuperação e consolidação dos resultados cirúrgicos. Esse atendimento é prestado por diferentes profissionais. Entre eles, cirurgiões, nutricionistas,  endocrinologistas, psicólogos e preparadores físicos para contemplar todas as esferas responsáveis pela recuperação rápida e segura do paciente. Esse acompanhamento também é importante para minimizar eventuais efeitos colaterais. Muitos desses problemas podem ser evitados ou reduzidos por meio do apoio especializado, como é o caso da anemia e dos distúrbios metabólicos. A avaliação contínua dos profissionais permite, ainda, identificar sinais de deficiência de vitaminas e perda de massa óssea, realizar o acompanhamento hormonal e das oscilações do peso. Ainda, é momento de avaliar como está a aderência e a motivação do paciente com seu novo estilo de vida, incluindo hábitos alimentares e práticas de exercícios físicos. Ajustes nas prescrições podem ser feitos para otimizar resultados. Qual é a importância do atendimento pós-cirurgia para os resultados no longo prazo? O acompanhamento prestado por uma equipe transdisciplinar no pré-operatório funciona para conhecer as características e necessidades do paciente, bem como para prepará-lo para as mudanças que ocorrerão. Já após a cirurgia bariátrica, esse atendimento especializado tem como principal objetivo ajudar o paciente a seguir todos os cuidados e as recomendações necessários para que os resultados obtidos com a cirurgia sejam duradouros. Por isso, esse processo é feito por um longo prazo e envolve dinâmicas de grupo e avaliações individuais. Na verdade, pode-se dizer que os pacientes não têm alta, já que as mudanças deverão perdurar ao longo de sua vida. A frequência do acompanhamento médico reduz com o passar do tempo, mas ele é constante, afinal, os pacientes podem carecer de atendimento nutricional e psicológico por muito tempo. Embora a cirurgia bariátrica tenha se popularizado nos últimos anos como uma solução para a perda de peso e para o combate das doenças associadas à obesidade, muitas pessoas que pensam em realizar o procedimento, não conhecem a necessidade da preparação, tampouco do acompanhamento médico pós-cirúrgico. Essa fase demanda cuidados e mudanças para lidar da melhor maneira possível com os efeitos e sintomas adversos, tornar implicações menos agressivas e manter os resultados obtidos, preservando sua saúde e sua autoestima. Quer saber mais sobre os cuidados necessários para fazer uma cirurgia bariátrica? Então, baixe gratuitamente nosso e-book.

Como funciona a técnica de Bypass Gástrico

Como funciona a técnica de Bypass Gástrico - Instituto Sallet

Se você cogita a possibilidade ou vai realizar uma cirurgia bariátrica, é normal que surjam dúvidas sobre o assunto, seja ao pesquisar informações ou durante as etapas que antecedem o processo. Entre os principais questionamentos, estão as derivações técnicas e os tipos de cirurgias, incluindo o Bypass Gástrico. Neste artigo, descubra mais sobre o tema e o funcionamento da técnica de Bypass Gástrico. Acompanhe a seguir. A definição do tipo de cirurgia bariátrica A cirurgia bariátrica é realizada em casos específicos, quando tratamentos tradicionais já foram aplicados, mas não houve eficácia. Seu intuito é alterar o sistema digestivo para diminuir a quantidade de comida ingerida ou, ainda, para mudar o processo natural de digestão, com o objetivo de reduzir a quantidade de calorias absorvidas, contribuindo para a perda de peso e tratando ou diminuindo o risco de doenças associadas. Existe mais de uma técnica para a realização da cirurgia bariátrica e o médico especialista é quem define qual é o tipo de procedimento mais adequado de acordo com o quadro clínico de cada paciente. As cirurgias podem ser realizadas por meio de um corte no abdômen ou por videolaparoscopia, quando pequenos cortes são feitos durante o processo cirúrgico. Entre os métodos, destacam-se a banda gástrica, gastrectomia vertical, derivação biliopancreática e o Bypass Gástrico, capaz de reduzir o peso inicial em até 80%. Como é a técnica de Bypass Gástrico? O Bypass Gástrico – também conhecido como Gastroplastia com Derivação Intestinal em Y de Roux – é uma cirurgia invasiva, realizada com anestesia geral, por meio da qual reduz-se parte do estômago, de modo que o espaço para armazenamento de alimentos e a absorção de calorias sejam diminuídos. Ainda, o procedimento faz com que a sensação de saciedade aumente e a vontade de comer por prazer e não por necessidade diminua, favorecendo um emagrecimento consistente do paciente e a adoção de melhores hábitos alimentares. No Brasil, a técnica corresponde a 75% das cirurgias realizadas, consagrando-se como o método mais utilizado devido à eficácia e à segurança proporcionadas. Entretanto é importante saber que o método é recomendado apenas para pacientes com IMC superior a 40 kg/m² ou com IMC acima de 35 kg/m², mas que já tenham registrado algum problema de saúde em decorrência do excesso de peso. Ainda, muitas vezes, ele é indicado quando outras técnicas não apresentaram resultados satisfatórios. O paciente submetido à cirurgia por meio da técnica de Bypass Gástrico pode perder entre 70% e 80% do peso inicial, levando em consideração que, ao realizar a cirurgia bariátrica, acontece menor ingestão de alimentos, além do aumento da saciedade, fatores que contribuem diretamente para o emagrecimento. A recuperação pós-cirurgia é considerada lenta, podendo levar de seis meses a um ano. A maior perda de peso acontece nos primeiros três meses. Cuidados gerais, como seguir rigorosamente a dieta passada pelo nutricionista, tomar suplementos vitamínicos, cuidar do curativo e outros detalhes recomendados pela equipe médica, devem ser levados a sério, tanto para evitar complicações como para garantir todos os benefícios potenciais do procedimento. Ao realizar a cirurgia bariátrica, é comum sentir náuseas, cólicas intestinais, azia e outros sintomas. Caso o problema persista ou complicações graves apareçam, é necessário consultar a sua equipe médica. Antes de realizar a cirurgia bariátrica, seja por meio da técnica de Bypass Gástrico ou qualquer outra, é importante encontrar um profissional de confiança e uma equipe transdisciplinar preparada para atender as particularidades do seu caso, garantindo um pré e pós-operatório tranquilos. Para saber mais sobre o assunto, baixe o e-book que preparamos com um guia prático da cirurgia bariátrica.

Entenda as diferenças entre a cirurgia bariátrica aberta e fechada

Entenda as diferenças entre a cirurgia bariátrica aberta e fechada

Você já ouviu falar em cirurgia bariátrica aberta e fechada? Antes de compreender a diferença entre elas, é importante saber que o conceito dos procedimentos é basicamente o mesmo, bem como os seus resultados. As duas modalidades existem para a realização da cirurgia bariátrica e é o médico especialista, junto à equipe transdisciplinar, quem decide qual é o melhor procedimento de acordo com as particularidades de cada caso. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina reconhece e aprova quatro métodos cirúrgicos: Bypass Gástrico, gastrectomia vertical – conhecida como sleeve – , banda gástrica ajustável e duodenal switch. As duas últimas modalidades já são pouco utilizadas. Além disso, o CFM também considera o uso do balão intragástrico como terapia adicional ao tratamento de obesidade. No artigo de hoje, compreenda melhor essas questões e tire suas dúvidas sobre as diferenças entre a cirurgia bariátrica aberta e fechada. Acompanhe a seguir.  Diferenças entre cirurgia bariátrica aberta e fechada Apesar de a cirurgia ser praticamente a mesma, a diferença se dá na via de acesso. Na laparotomia, conhecida popularmente como cirurgia aberta, uma cavidade abdominal, que pode ser pequena ou alcançar todo o comprimento da região, é aberta para acessar os órgãos internos. Por se tratar de uma cirurgia mais invasiva, seu processo de recuperação é mais lento. Já quando falamos em cirurgia fechada, nos referimos à laparoscopia, na qual são realizados pequenos furos no abdômen para que o instrumento e uma pequena câmera sejam introduzidos no corpo, com o intuito de transmitir imagens em alta resolução para que o cirurgião faça as intervenções necessárias e, inclusive, possa gravar imagens para estudos posteriores. Esse procedimento é chamado também de videolaparoscopia. Ambos os tipos de cirurgia bariátrica exigem anestesia geral e, obrigatoriamente, devem ser realizados em centros cirúrgicos. Cabe ressaltar que a videolaparoscopia tem alcançado a preferência de muitos médicos e pacientes por se tratar de um método menos invasivo, mais moderno e seguro, além de proporcionar uma recuperação mais rápida. Levando em consideração que as feridas são menores se comparadas com as da cirurgia bariátrica aberta, o risco de infecção também diminui consideravelmente. Importante: encontre uma equipe médica de confiança para sua cirurgia bariátrica Independentemente de qual método será utilizado em sua cirurgia bariátrica, encontrar um cirurgião e uma equipe transdisciplinar de confiança é requisito de ordem. Uma bateria de exames deve ser realizada para que o processo seja feito com segurança, bem como o acompanhamento individual e personalizado com outros profissionais como nutricionista, endocrinologista, psicólogo, entre outros. Isso garante um pré e pós-operatório mais tranquilos e um procedimento cirúrgico mais seguro e eficiente. Por fim, ressaltamos que é extremamente importante seguir todas as recomendações médicas antes de submeter-se a qualquer um dos procedimentos. Para saber mais sobre o tema, confira o artigo que preparamos sobre como é feita a escolha do tipo de cirurgia ideal, tire suas dúvidas e esteja mais seguro e preparado para realização do seu procedimento.

Cuidados com a alimentação nas festas de fim de ano

Cuidados com a alimentação nas festas de fim de ano - Sallet

A chegada das festas de fim de ano é, muitas vezes, um álibi para se sabotar a dieta. Isso porque elas são vistas como sinônimo de fartura e variedade de pratos. Mas, para aqueles que precisam emagrecer ou de cuidados com a alimentação, seja por questões de saúde ou estética, é possível manter o controle sem deixar de aproveitar esses momentos. Festa de confraternização, amigo secreto, happy hour, ceia de natal, férias… De fato, tantos encontros atípicos e fora da rotina podem interferir no cuidado com a alimentação e dieta, mas é importante manter os hábitos e não exagerar para não desregular o organismo ou retroceder os resultados. Para saber mais sobre como fazer isso, continue a leitura do artigo de hoje! Festas de fim de ano: dicas e cuidados com a alimentação Esse período é caracterizado por um cardápio mais exótico e variado, que acaba sendo uma tentação para quem está tentando manter uma alimentação equilibrada e reduzir o peso. Para lidar com esse cenário, há algumas boas práticas. Entre elas, estão: 1. Beber bastante água Independentemente da época do ano, beber água é primordial para quem deseja se manter saudável e, principalmente, para auxiliar no processo de emagrecimento. Caso haja ingestão de bebidas alcoólicas, o consumo simultâneo de água é recomendado. 2. Não ficar muitas horas sem comer Se você já adota hábitos saudáveis, provavelmente se alimenta com pequenas porções de três em três horas. Então, mantenha esses cuidados com a alimentação nas festas de final de ano para que seu metabolismo funcione corretamente e a fim de que, no momento das refeições, você evite consumir grandes quantidades. 3. Analisar as opções Seja em uma festa na casa de um amigo ou em uma confraternização laboral, analise as opções antes de fazer o seu prato. Opte pelas alternativas mais saudáveis ou menos calóricas. Lembre-se de que a dica aqui é “desembalar” menos e “descascar” mais e de que quanto mais colorido for o seu prato, mais saudável ele será. 4. Começar pela salada A salada como prato de entrada deve ser regra para aqueles que desejam emagrecer. Folhas, verduras e legumes devem ser ingeridos em maiores quantidades. Isso porque, além de serem mais saudáveis, você acaba deixando menos espaço no prato e no estômago para os demais alimentos. 5. Fazer substituições inteligentes Um bom truque para não sair comendo de tudo na ceia de Natal é não ir ao evento com fome. Então, distribua bem as refeições ao longo do dia. Assim, será mais fácil controlar e tomar os devidos cuidados com a alimentação durante a festa. Na hora da comemoração, valem as boas escolhas. Evite ou não exagere nas bebidas alcoólicas, pois são extremamente calóricas; troque a carne vermelha pela carne branca (muitas vezes, elas são as protagonistas da mesa); prefira água ou suco ao refrigerante; oleaginosas como castanhas e nozes são bem-vindas; na hora da sobremesa, dê atenção às frutas. Esqueça a ideia de comer um pouco de tudo. Escolha, sem exageros, o que mais tem vontade de comer e monte seu prato com base nisso e no que fará melhor para você. 6. Ter um plano para lidar com exageros Nada de compensar o exagero ficando sem comer. Após a ceia, retome a rotina e os cuidados com a alimentação e não pule refeições para ativar o metabolismo. Vale abusar dos legumes, das verduras e de algumas frutas no dia seguinte, além de praticar atividades físicas. Se você tem uma alimentação saudável ou quer se alimentar melhor, tire todas as suas dúvidas sobre o tema em nosso e-book gratuito sobre alimentação saudável.

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