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Conheça os exames necessários antes da cirurgia bariátrica

Conheça os exames necessários antes da cirurgia bariátrica - Instituto de Medicina Sallet

Se você tem planos de fazer uma cirurgia bariátrica ou se já está com o procedimento agendado, provavelmente já deve conhecer os principais cuidados necessários durante o pré-operatório. Os exames e as avaliações médicas fazem parte da preparação para a cirurgia bariátrica e são extremamente importantes para o sucesso do procedimento. A seguir, saiba mais sobre os exames comumente solicitados no pré-operatório. Acompanhe.  Exames e avaliações necessárias antes da cirurgia bariátrica O estado de saúde do paciente será sempre prioridade nos procedimentos cirúrgicos. Por isso, logo nas primeiras consultas, os médicos envolvidos já consideram o histórico do paciente, se ele tem algum tipo de alergia, se sofre de insuficiência cardíaca, se passou por outras cirurgias anteriormente, além de solicitar uma bateria de exames. Entre os exames geralmente solicitados antes da realização da cirurgia bariátrica, a fim de reduzir riscos e a possibilidade de problemas no procedimento, estão: Hemograma: o hemograma pode detectar se a pessoa apresenta algum tipo de inflamação, anemia, leucemia e infecções. Eritrograma: exame que avalia as condições e a quantidade de glóbulos vermelhos. Leucograma: consiste em avaliar os leucócitos, também chamados de glóbulos brancos, que são as células responsáveis pela defesa do organismo. Urina Tipo I: para diagnosticar possíveis infecções urinárias, avaliando as condições físicas, químicas e microscópicas da urina. Protoparasitológico de fezes: exame capaz de detectar a presença de parasitoses intestinais, protozoários ou ovos de helmintos. Glicemia: o exame mede a taxa de glicose na circulação sanguínea, avaliando as taxas de açúcar no sangue e diabetes. Colesterol: indica a quantidade do colesterol total e todos os tipos de gordura presentes no sangue como LDL (colesterol ruim), HDL (colesterol bom) e triglicerídeos. Eletrocardiograma: responsável por detectar possíveis problemas no coração, evitando eventuais transtornos e imprevistos durante a operação. Coagulograma: trata-se do exame que identifica a possibilidade de coagulação do sangue ou a presença de algum distúrbio. Ureia e creatinina: usado para avaliar a função dos rins, detectando insuficiência ou infecções. Raios-X de tórax e espirometria: a função pulmonar também precisa ser avaliada, principalmente em pacientes asmáticos ou fumantes. A importância do acompanhamento em clínicas especializadas Encontrar uma clínica especializada em cirurgia bariátrica e que seja de confiança é uma ação bastante importante. A bariátrica não é um processo cirúrgico simples e, por isso, requer muito cuidado e experiência. Visite o local escolhido, conheça mais sobre a técnica que será utilizada e tire todas as suas dúvidas. Verifique também se a clínica atua com equipe multidisciplinar, ou seja, se oferece acompanhamento de profissionais de diferentes áreas como nutrição, psicologia, endocrinologia, etc., se os exames preliminares de praxe são solicitados e avaliados com cuidado, se ela é reconhecida no mercado. O Instituto de Medicina Sallet, fundado em 1999, oferece aos seus pacientes um atendimento de alta qualidade no tratamento clínico e cirúrgico de obesidade, doenças metabólicas e distúrbio no trato digestivo. Com corpo médico altamente capacitado e com tecnologia de ponta, o portfólio da clínica conta com mais de 11 mil procedimentos cirúrgicos bariátricos e metabólicos realizados com sucesso. Acesse nosso site e saiba mais sobre o Instituto de Medicina Sallet e seu método de trabalho e realize o seu sonho de mudar de vida com segurança.

Como funciona e qual a importância do exame de bioimpedância

Como funciona e qual a importância do exame de bioimpedância | Sallet

Você já ouviu falar em exame de bioimpedância? Trata-se de uma análise para avaliar a composição corporal, com base na quantidade aproximada de músculos, ossos e gorduras do corpo. Seus resultados ajudam também no diagnóstico de fatores de risco nutricional, a fim de possibilitar a prevenção de doenças. Neste artigo, saiba mais sobre o exame, suas finalidades e sua importância para quem irá submeter-se a uma cirurgia bariátrica. Acompanhe a seguir. Para o que serve e como funciona o exame de bioimpedância? Muito solicitado em academias e pelos nutricionistas para auxiliar no diagnóstico geral de saúde, o exame de bioimpedância avalia a composição corporal do organismo, a fim de identificar ganhos ou perdas de acordo com o plano de treino ou da dieta. O exame de bioimpedância é realizado em balanças especiais que possuem placas de metal capazes de conduzir uma corrente elétrica, muito leve e fraca, que atravessa todo o corpo. Levando em consideração que a água é o único elemento do nosso corpo que possui eletricidade, pode-se medir sua impedância. O resultado da impedância possibilita identificar não só o volume exato de água existente no organismo, como também calcular com exatidão a quantidade de músculos, gorduras e, inclusive, as calorias que o corpo queima ao longo do dia, com base em idade, altura, sexo e atividades físicas. Para os pacientes que serão submetidos à cirurgia bariátrica, realizar o exame de bioimpedância antes do procedimento é fundamental a fim de medir a massa corpórea. Depois do processo cirúrgico, a realização periódica da avaliação também se faz necessária. Sobre a preparação para o exame de bioimpedância O exame pode ser feito em clínicas estéticas ou em consultórios que dispõem do equipamento. Para garantir resultados precisos, é necessário tomar alguns cuidados, tais como: Evitar comer e tomar café nas quatro horas anteriores. Não ingerir bebida alcoólica nas 24 horas anteriores. Beber de 2 a 4 copos de água duas horas antes do exame. Não passar creme nos pés ou nas mãos. Urinar 30 minutos antes do procedimento. Usar peças de roupas leves para ajudar na precisão do resultado. Não frequentar saunas durante as 12 horas que antecedem o exame. Além desses cuidados, outros podem ser solicitados por seu médico. É importante lembrar de que se deve cumprir em totalidade os requisitos preparatórios para realização do exame de bioimpedância para que ele, de fato, seja preciso. De modo geral, não há restrições para realização do exame, exceto para pessoas com pinos, placas metálicas e gestantes. Exame de bioimpedância x IMC para tratamentos de obesidade Por fim, cabe ressaltar que exame de bioimpedância não é o mesmo que cálculo de IMC. Este último, apesar de ser utilizado e válido para avaliar e ajudar a definir tratamentos para a obesidade, sendo, inclusive, recomendado pela Organização Mundial de Saúde, não mede a composição corporal do organismo.  Neste caso, mulheres que apresentem na bioimpedância porcentagem corporal de gordura a partir de 41% já podem ser consideradas obesas. Para o público masculino, esse percentual é de 29%. Caso você pense em realizar uma cirurgia bariátrica ou já tenha o seu procedimento agendado, baixe nosso guia prático e saiba mais sobre todos os exames e cuidados necessários para garantir os benefícios trazidos pelo processo cirúrgico.

Caminhada Passos Solidários. Para participar, basta fazer uma doação!

Pratique o bem, ajude quem precisa. Tenha uma vida e um corpo mais saudável! O Instituto de Medicina Sallet e a Obesimed convidam nossos amigos e familiares para mais um encontro de grande alegria! Desta vez, estaremos juntos para uma caminhada solidária em apoio a duas instituições filantrópicas que fazem um trabalho social muito acolhedor e que nos inspira diariamente!   O Lar Divino Amigo, localizado no bairro de Vila Verde, região Leste de São Paulo, oferece, de forma totalmente gratuita, moradia, alimentação, assistência médica, além de muito carinho e dedicação em tempo integral, para 20 senhoras carentes. Muitas foram abandonadas por seus familiares e chegaram até o lar em condições de real carência. Saiba mais: www.lardivinoamigo.org.br     A Missão Belém leva esperança àqueles que mais precisam. Em quase 15 anos de dedicação às pessoas carentes, atendeu mais de 60.000 pessoas de rua: doentes e idosos abandonados nas calçadas e debaixo das pontes, meninos de rua, “irmãos de rua” dependentes químicos… além de sua missão no Haiti onde acolhe, em um centro diurno, 2000 crianças que vivem sobre um aterro sanitário. Saiba mais: www.missaobelem.org     A caminhada Passos Solidários acontecerá no dia 09/11, sábado, a partir das 9h, no Parque do Povo, em São Paulo. Para participar, você só precisa se inscrever e fazer a sua doação! Serão distribuídos kits para os 200 primeiros inscritos que fizerem doações. Contribua, avise seus amigos e familiares e venha participar desse ato de caridade e amor! Será um grande prazer contar com a sua participação!     Anote o endereço: Dia: 09/11/19 Horário: 9h Parque do Povo (Av. Henrique Chamma, 420 – Itaim Bibi – São Paulo / SP)     Inscreva-se agora, pois as vagas são limitadas! Espero por você lá! Um abraço, Dr. José Afonso Sallet Diretor-médico do Instituto de Medicina Sallet Instituto de Medicina Sallet www.sallet.com.br  

Como é feita a escolha do tipo de cirurgia bariátrica ideal?

Como é feita a escolha do tipo de cirurgia bariátrica ideal?

Conhecida como uma das condições de saúde mais prevalentes do século XXI, a obesidade é um problema muito grave para a saúde do paciente e que, inclusive, pode desencadear ou agravar outras doenças. Nos casos mais complicados, quando a mudança de hábitos já não é mais o suficiente, é indicado algum tipo de cirurgia bariátrica. Neste artigo, saiba mais sobre o processo de escolha da técnica de cirurgia bariátrica ideal para os diferentes casos e necessidades. Acompanhe a seguir. A importância da avaliação médica e transdisciplinar pré-operatória para a escolha da técnica de cirurgia bariátrica ideal De forma geral, independentemente do tipo de cirurgia bariátrica, o procedimento é considerado uma alternativa segura, embora de alta complexidade,  para o tratamento da obesidade e das doenças relacionadas a essa condição. O cirurgião bariátrico juntamente com a equipe transdisciplinar especializada definirão se a cirurgia é ou não necessária para o paciente. O procedimento é indicado para pessoas com índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a 40; ou entre 35 e 40, para indivíduos que comprovem  por exames a presença de doenças associadas como diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, apneia do sono, dislipidemia ou outras. Submeter-se a um bom preparo pré-operatório com equipe transdisciplinar (psicólogos, nutricionistas, endocrinologistas, preparadores físicos e outros) possibilitará a definição da escolha da técnica cirúrgica ideal de forma individualizada e consequentemente, aumentará as chances de bom resultados em médio e longo prazo, tendo em vista maior entendimento e adesão do paciente às mudanças comportamentais propostas pela intervenção cirúrgica. Nesta fase, exames serão realizados, haverá adequação alimentar com vistas à perda de peso para alguns pacientes, correção de eventuais carências nutricionais, abordagem a questões emocionais como auto-estima, transtornos psicológicos e alimentares e introdução à prática de atividade física regular mesmo que de baixa intensidade.  Qual é o tipo de cirurgia bariátrica ideal?   O Conselho Federal de Medicina (CFM) regulou quatro tipos de técnicas cirúrgicas diferentes, são elas: 1. Gastroplastia em Y de Roux (GYR) ou Bypass Gástrico O Bypass Gástrico corresponde a 75% dos procedimentos realizados. A técnica consiste em construir um novo estômago com cerca de 50 ml e desviar o intestino tornando-o cerca de 1 metro mais curto. Desta maneira, a quantidade de alimentos ingeridos e absorvidos é menor. O procedimento aumenta, também, o nível de hormônios que dão saciedade e diminuem a fome. Com a perda de peso, as doenças associadas apresentam rápidas melhoras ou remissão.  2. Gastrectomia vertical ou Sleeve Gastrectomia (GV) O sleeve é um procedimento bariátrico que consiste na construção de um novo estômago em forma de tubo fino através da remoção de 70 a 80% do estômago original, o que restringirá a ingestão alimentar. Apresenta, também, um controle hormonal da fome por reduzir a produção de grelina. Por não excluir parte do intestino do trânsito alimentar não haverá nenhum grau de disabsorção.  3. Derivação Bileopancreática (DBP) Apesar de garantir maior perda de peso, a Derivação Bileopancreática é considerada bastante complexa e espoliativa, raramente indicada. 85% do estômago é retirado e um grande desvio intestinal é realizado, fazendo com que ocorra intensa disabsorcão de nutrientes, desnutrição e quadros diarreicos de alta intensidade.  4. Banda gástrica ajustável Representa menos de 2% dos procedimentos realizados no Brasil e consiste na colocação de uma prótese de silicone em forma de anel em volta da parte proximal (de cima) do estômago, de modo a causar um estreitamento no estômago e criar um reservatório de pequena capacidade, cerca de 30 ml. A ingestão de alimentos preenche rapidamente este reservatório do estômago e faz com que o paciente sinta-se satisfeito e pare de comer. O grau de estreitamento do estômago pode ser ajustável (regulado) no pós-operatório com a injeção de líquido no reservatório da banda localizado embaixo da pele do paciente. Assim, o estreitamento do estômago pode ser ampliado ou reduzido, conforme a quantidade de alimentos que o paciente seja capaz de ingerir. A opção pelo tipo de cirurgia bariátrica ideal será feita pelo cirurgião bariátrico e sua equipe transdisciplinar, levando em conta o histórico e as necessidades do paciente. Por exemplo, para aquele que precisa perder muito peso, um procedimento mais invasivo poderá ser recomendado. No entanto, se o paciente tiver uma idade avançada ou apresentar um quadro de risco mais elevado, a escolha poderá ser outra.  Portanto, diversas variáveis serão analisadas pela equipe transdisciplinar a fim de oferecer a melhor e menos arriscada solução para cada caso em específico. Para saber mais sobre os tipos de cirurgia bariátrica e os cuidados necessários para a realização do procedimento, conheça o trabalho do Instituto de Medicina Sallet. Somos especialistas no assunto e estamos prontos para ajudá-lo!

O que você precisa saber sobre a anestesia na cirurgia bariátrica

O que você precisa saber sobre a anestesia na cirurgia bariátrica

A anestesia na cirurgia bariátrica é uma etapa fundamental para que o procedimento seja bem-sucedido. Aliás, não apenas nessa situação, mas em muitas outras, a anestesia permite que os pacientes sejam submetidos a procedimentos mais complexos, sem que sintam dor. Descoberta em 1846, a anestesia é considerada um marco na medicina. Apesar das vantagens e por permitir que muitos procedimentos sejam viabilizados, inclusive cirurgias, a anestesia ainda causa alguma insegurança nos pacientes. Para ajudar a sanar as principais questões que cercam a anestesia na cirurgia bariátrica, preparamos o artigo a seguir, confira e tire suas dúvidas. Anestesia na cirurgia bariátrica: O que é preciso saber? A consulta pré-anestésica é realizada, geralmente, dias antes da cirurgia, depois que o paciente já possui todos os exames e avaliações em mãos — essa conduta é administrada pelo hospital em que será realizada a cirurgia, e a consulta pré-anestésica pode acontecer também momentos antes da cirurgia. A consulta tem o intuito de apresentar o anestesista para o paciente, a fim de tirar suas dúvidas e de tranquilizá-lo quanto à segurança do procedimento. Esse encontro também ajuda o médico a conhecer o histórico do paciente, envolvendo questões como alergias, patologias associadas, relatos de outras anestesias e cirurgias, etc. Quem definirá o tipo de anestesia ideal é o médico responsável, com base na criteriosa avaliação do paciente, visando a redução de riscos durante o procedimento. Anestesia na cirurgia bariátrica: conheça os tipos e as fases Geralmente, a cirurgia bariátrica é acompanhada de anestesia raquidiana ou peridural, associadas à anestesia geral, junto à administração de medicamentos diretamente na corrente sanguínea. Basicamente, a anestesia é dividida em três fases: 1. Introdução anestésica Já dentro do centro cirúrgico, o paciente é submetido aos primeiros cuidados, como ingestão dos medicamentos necessários e medição e controle de parâmetros vitais (incluindo pulsação, pressão arterial, respiração, concentração de oxigênio e gás carbônico no sangue). Por fim, acontece a intubação, por meio de um tubo plástico inserido na traquéia, conectado ao aparelho de anestesia. Sua função é fazer com que o paciente respire e receba os gases anestésicos durante o procedimento cirúrgico. 2. Fase transoperatória Nesta fase, o paciente já está anestesiado, recebendo um fluxo constante de gás anestésico e oxigênio ou ar. É importante ressaltar que é o médico quem define as quantidades que serão necessárias. Além disso, o anestesista continua controlando os sinais vitais, assim como a hidratação do paciente. Uma quantidade razoável de soro também é administrada nessa etapa, o que mantém a pressão controlada e os rins em perfeito funcionamento. 3. Recuperação depois da anestesia na cirurgia bariátrica Esse é momento em que o paciente desperta da anestesia e inicia-se a fase da recuperação. Vale lembrar de que, em pacientes obesos, existe a possibilidade de o anestésico depositar-se no tecido gorduroso, o que pode retardar o seu despertar. É muito importante que o anestesista tire todas as dúvidas do paciente, garantindo sua segurança e bem-estar. Em contrapartida, o paciente deve comparecer e colaborar para que os procedimentos sejam bem-sucedidos. Agora que você já sabe mais sobre o funcionamento da anestesia na cirurgia bariátrica, tire outras dúvidas sobre o procedimento cirúrgico baixando gratuitamente o nosso Guia prático para quem precisa fazer uma cirurgia bariátrica.

Cirurgia plástica pós-bariátrica: o que você precisa saber

Cirurgia plástica pós-bariátrica

Será que a cirurgia plástica sempre deve ser realizada após uma cirurgia bariátrica? Em que casos ela é recomendada e quais os cuidados tomar? Tire suas dúvidas sobre o tema! Um dos métodos mais eficazes para o tratamento de obesidade é a cirurgia bariátrica. No entanto, apesar da perda de peso evidente e da redução dos fatores de risco, algumas pessoas têm a sensação de que ainda precisam de algo a mais depois do procedimento e optam pela cirurgia plástica pós-bariátrica. É sabido que, para realizar a cirurgia bariátrica, é necessário não apenas o aval do paciente, como a autorização do médico, já que nem sempre esse é o tratamento indicado. Apesar de os benefícios serem comprovados e já conhecidos, alguns pacientes sentem a necessidade de complementar os resultados e continuar em um processo de busca pelo corpo ideal, de recuperação da autoestima, saúde e bem-estar. Neste artigo, compreenda melhor essa questão, as motivações e os cuidados envolvidos na opção por realizar uma cirurgia plástica pós-bariátrica. Acompanhe. Por que realizar a cirurgia plástica pós-bariátrica? Quando falamos em tratamento de obesidade, a saúde do paciente é a grande prioridade, mas resgatar a autoestima perdida também pode ser um fator determinante para uma vida mais feliz e plena. Nesse contexto, a cirurgia é procurada, e geralmente indicada, para pacientes que passaram por gestações, oscilações de peso e que, por conta da cirurgia, ficaram com excesso de pele. As cirurgias plásticas mais procuradas são: abdome, mamas, braços, coxas e face, nessa respectiva ordem. Para realização do procedimento, podem ser utilizadas tanto anestesia geral como peridural com sedação. Nele, a gordura é removida e os músculos abdominais são expostos e saturados, com o intuito de ficarem mais firmes, melhorando assim o contorno da região trabalhada. Além disso, a cirurgia plástica é capaz de eliminar a condição da diástase, ou seja, a separação dos músculos da região do abdômen. Sendo assim, a pele é esticada e todo o excesso é removido. Os riscos de complicações graves são mínimos, mas, para que tudo saia como planejado e para que os resultados atendam as expectativas, é preciso tomar alguns cuidados básicos. Principais pontos de atenção para realizar a cirurgia plástica pós-bariátrica Apesar de muitas pessoas submetidas à bariátrica se interessarem por remover o excesso de pele e diminuir a flacidez, é preciso tomar alguns cuidados antes de passar por outro processo invasivo. Existem algumas restrições e indicações médicas. Conheça as principais. Pacientes com IMC abaixo de 30, acima disso apenas aqueles que tenham outras razões consideradas fundamentais pela equipe médica. Pessoas com peso já estabilizado e dentro do esperado pelo cronograma médico. O que ocorre entre um ou dois anos após o processo cirúrgico. Existem exceções nas quais é autorizada a realização da cirurgia plástica pós-bariátrica antes do período de estabilização. Isso acontece quando há sobra de pele e excesso gorduroso que podem prejudicar a locomoção do paciente. Pessoas saudáveis que não tenham condições médicas que possam prejudicar a cicatrização ou aumentar o risco da cirurgia anterior. Para saber mais sobre cirurgia bariátrica e todos os cuidados que devem ser tomados antes e depois do procedimento cirúrgico, continue acompanhando o nosso blog ou baixe nossos materiais educativos. Até a próxima.

A importância do acompanhamento psicológico no tratamento da obesidade

A importância do acompanhamento psicológico no tratamento da obesidade

São tantas informações, novos hábitos, mudança na rotina, na alimentação…uma nova vida! Toda essa transformação, que acontece não só no corpo, mas principalmente na mente, precisa ser compreendida e aceita pelo paciente que está buscando soluções para lidar com a obesidade. Para isso, é extremamente importante o acompanhamento psicológico no tratamento da obesidade, como veremos a seguir. Por que é importante o acompanhamento psicológico no tratamento da obesidade? O sucesso no tratamento da obesidade começa assim que o paciente deseja mudar de vida. Nesse processo, o cuidado psicológico é fundamental para que os benefícios sejam realmente sentidos e mantidos. Independentemente de qual seja o tratamento indicado para obesidade, o psicólogo exerce papel crucial nessa jornada. Levando em consideração avaliar a condição emocional do paciente, o que ele espera do procedimento ou da cirurgia, como deve ser a sua nova vida e todas as mudanças de hábito que afetam diretamente o corpo, a mente e o emocional da pessoa. Por falar em novos hábitos, questões relacionadas ao impulso alimentar e à fome também estão diretamente ligadas ao acompanhamento psicológico. Pacientes obesos muitas vezes não conseguem controlar a compulsão alimentar, já que essa é vista como uma tentativa de resolver angústias e outras fraquezas ou desafios. Mecanismos compensatórios, como o alcoolismo e outros vícios, também podem surgir nesse percurso. Outro conflito comum são as expectativas irreais quanto ao tratamento e a frustração, quase que inevitável, quando o paciente acredita que o processo e o possível emagrecimento serão a solução definitiva para os mais diversos problemas da sua vida. Quanto às questões estéticas, muitas pessoas se sentem expostas, o que faz com que conflitos sexuais também possam aparecer. Sentimentos de inveja, ciúme e competição que, em alguns casos, são encobertos pela obesidade, podem passar a existir e precisam ser trabalhados por meio do acompanhamento psicológico no tratamento da obesidade. É importante entender que cada indivíduo vai expressar sentimentos e interesses diferentes. Momentos de raiva, culpa, frustração, sensação de abandono, insegurança e outras reações são comuns antes, durante e depois do tratamento. Por isso, além do psicólogo, um apoio da rede de contatos próxima, incluindo familiares, amigos e colegas, é imprescindível para o sucesso e a motivação desse paciente. Atendimento multidisciplinar com acompanhamento psicológico no tratamento da obesidade Saúde em dia, corpo e mente alinhados. Essa é a principal missão do tratamento contra obesidade. E a equipe multidisciplinar tem muita responsabilidade nisso. Cabe à equipe multidisciplinar motivar, tirar dúvidas e dar todo o suporte necessário para o paciente a partir do momento em que ele resolve dar um novo passo em sua vida. Cirurgião, endocrinologista, nutricionista, psicólogo e outros profissionais, juntamente com o apoio da família, farão com que o processo seja menos difícil, mais prazeroso e mais saudável ao paciente. Lembre-se de que o emagrecimento para pessoas obesas significa muito mais do que a perda de peso – trata-se de uma tentativa de mudança de vida, de ser visto como uma pessoa “normal” e realmente se sentir assim. Mas, apesar dessa transformação ser muito desejada, é um processo que requer paciência, cuidado e apoio. E, para isso, como vimos, o acompanhamento psicológico no tratamento da obesidade é muito importante. Para continuar aprendendo sobre esse viés tão importante no processo de emagrecimento, leia o artigo que preparamos sobre os aspectos psicológicos da cirurgia bariátrica: pré e pós-operatório e saiba mais sobre o assunto.

Cirurgia bariátrica: qual o momento certo de fazer?

Qual o momento certo de fazer uma cirurgia bariátrica?

Com a evolução da ciência, diversas soluções de tratamento já estão disponíveis para quem tem obesidade ou apresenta fatores de risco para desenvolver o problema. A cirurgia bariátrica, por exemplo, é uma opção efetiva e transformadora. No entanto, ela não pode ser considerada como solução em todos os casos. Neste artigo, saiba mais sobre a cirurgia bariátrica, suas indicações e períodos adequados para se fazer esse tratamento. Acompanhe a seguir. Cirurgia bariátrica como opção para lidar com o problema da obesidade Ao contrário do estigma que circundou a cirurgia bariátrica por um tempo, esse não é apenas um recurso estético – embora seus efeitos também se propaguem na autoestima e na imagem do paciente. Na verdade, esse é um tratamento muito importante para se lidar com um dos grandes males de nosso tempo: a obesidade. Atualmente, conforme levantamento, o Brasil figura entre as dez nações que mais sofrem com a obesidade infantil. Outro dado alarmante é que ela já é tida como a segunda maior causadora de óbitos no mundo, de modo direto ou indireto. Isso porque outras doenças e problemas de saúde também estão relacionados à obesidade, como patologias cardiovasculares, músculo-esqueléticas e diabetes tipo 2.  Nesse contexto, para lidar com o problema e prover o tratamento necessário para determinados casos moderados e mais graves de obesidade, há a alternativa trazida pela cirurgia bariátrica. O que é cirurgia bariátrica? A cirurgia bariátrica passou a ser uma solução quando foi constatado que pessoas com IMC acima de 40 possuíam grande probabilidade de morte. Isso não só pelo ganho de peso, mas também devido ao surgimento de outras doenças que podem se agravar. A cirurgia bariátrica tem como intuito diminuir o peso de pessoas com o IMC muito elevado, para que, assim, seja possível reduzir a mortalidade e o aparecimento ou agravamento de doenças associadas. Quando e quem pode fazer a cirurgia bariátrica? A obesidade é a mais moderna das pandemias, para se ter ideia, cerca de 20% dos brasileiros são obesos. Para chegar a essa estatística, é avaliado o índice de massa corpórea que calcula peso/altura x altura. A pessoa considerada saudável possui IMC entre 18,5 e 24,9. O sobrepeso fica entre 25 e 29,9. Já a obesidade é constatada ao atingir-se 30 ou mais. A cirurgia bariátrica só é uma alternativa para pessoas com índice de massa corpórea acima de 40 kg/m2 ou acima de 35 kg/m2, quando associado a doenças de risco, como diabetes, doenças cardiovasculares, hipertensão, etc. Para proteger os pacientes, o Conselho Federal de Medicina regulamentou as indicações e os tipos de procedimentos cirúrgicos que podem ser utilizados no Brasil para tratar os pacientes com obesidade mórbida. Por isso, a cirurgia bariátrica só é indicada quando os benefícios são consideravelmente maiores do que os riscos. A cirurgia pode ser realizada em pessoas abaixo de 16 anos, desde que tenha uma orientação médica e a autorização dos pais. Em indivíduos acima de 65 anos deve-se avaliar criteriosamente os riscos cirúrgicos, a presença de doenças, a expectativa de vida e outros aspectos particulares. Em alguns casos nos quais o paciente apresenta quadros psicóticos ou demenciais graves ou moderadas, o procedimento também não é indicado. Para que a cirurgia seja realizada com sucesso, os cuidados e a mudança de hábito devem começar ainda no pré-operatório. Por exemplo, não é recomendado o uso de drogas ilícitas ou álcool. O paciente e seus familiares devem reconhecer que esse é um novo ciclo, portanto, a partir do momento em que a cirurgia é marcada, é preciso mudar os hábitos alimentares e o estilo de vida. Vale lembrar, ainda, de que todos os pacientes deverão passar por avaliação cardiológica e apresentar um risco cirúrgico-anestésico compatível com o procedimento proposto.   Se você está pensando em avaliar a realização de uma cirurgia bariátrica, faça nosso teste para descobrir o seu índice de massa corpórea.

Entenda a relação entre diabetes e obesidade

Entenda a relação entre diabetes e obesidade

Você já parou para pensar em como diabetes e obesidade podem estar atrelados? Na verdade, os riscos da obesidade não estão apenas no ganho de peso, mas também na relação direta com o surgimento de outras doenças que podem ser prejudiciais ou fatais para o corpo humano. Por isso, a obesidade é vista hoje como um dos maiores problemas de saúde pública em todo o mundo. E uma das doenças que podem surgir ou se agravar com a obesidade é o diabetes tipo 2. Isso porque as condições que levam ao sobrepeso também são relacionadas com o surgimento do diabetes.  A patologia acontece quando o corpo não consegue produzir insulina suficiente para levar o açúcar para dentro das células. Assim, o diabetes do tipo 2 é adquirido com o tempo, devido à alta ingestão de carboidratos de absorção rápida, como os presentes em refinados e doces. Nesse caso, o corpo se torna resistente à insulina ou não produz uma quantidade adequada para seu bom funcionamento. Dada a relevância de compreender melhor tal questão, neste artigo, falaremos mais a respeito da relação existente entre diabetes e obesidade. Acompanhe a seguir. Qual a relação entre direta diabetes e obesidade? Para se ter ideia, conforme levantamento, 90% das pessoas que apresentam diabetes tipo 2 estão acima do peso. Então, a relação entre diabetes e obesidade é grave, simples e direta. A ingestão desenfreada de carboidratos refinados em excesso, aliada a outros fatores como sedentarismo, gera acúmulo de gordura no corpo, além de, possivelmente, tornar o organismo resistente à insulina. Desse modo, a obesidade é um problema que reduz a capacidade de nosso organismo de usar a insulina para controlar corretamente nossos níveis de açúcar no sangue. E isso ajuda a tornar os obesos um grupo de risco com potencial de apresentar o desenvolvimento de diabetes.  O que fazer para lidar com diabetes e obesidade? A alimentação para evitar tanto o diabetes como a obesidade é praticamente a mesma indicada para quem já apresenta algum desses problemas. A dica é optar por refeições balanceadas, preferindo produtos naturais e carboidratos de absorção lenta e ricos em fibras, proteínas magras e gorduras boas.  Evite pães, bolos, tortas, macarrão, doces e refrigerante. Controlar a alimentação e praticar exercícios físicos são palavras de ordem. Se você luta contra as duas doenças ou se possui apenas obesidade grau II ou maior, é preciso procurar a melhor solução para a cura ou o controle dessas condições. Nesse caso, a cirurgia bariátrica surge como uma medida importante para diminuição de peso, mudança do estilo de vida e, consequentemente, para o controle do diabetes tipo 2.   Quer saber mais sobre esse assunto? Então, entre em contato com um médico especialista e tire todas as suas dúvidas. Até a próxima!

O que muda na rotina após uma cirurgia bariátrica

O que muda na rotina após a cirurgia bariatrica - sallet

Muitas pessoas têm curiosidade em saber como é o período pós-cirurgia bariátrica. A verdade é que a vida depois da realização de uma cirurgia bariátrica é bem diferente. As mudanças no corpo são nítidas e a autoestima volta a se fortalecer. A saúde também se torna mais resistente e, como consequência, o bem-estar é, literalmente, sentido na pele. No entanto, para chegar a tantos benefícios, é preciso entender que a rotina do paciente também deve sofrer alterações, como veremos a seguir! Cirurgia bariátrica: a responsabilidade do paciente após o procedimento O passo mais importante aqui é o paciente compreender que o sucesso da cirurgia bariátrica está em suas mãos. Se as recomendações médicas não forem seguidos à risca, não só o peso pode ser recuperado, como também uma carga emocional destrutiva e cobranças internas podem surgir. De modo geral, o período de recuperação dura em torno de 6 meses a 1 ano. É durante esse tempo que o paciente pode perder entre 10% a 40% do peso inicial. Entretanto, as mudanças de hábito devem perdurar por toda a vida. A rotina depois da cirurgia bariátrica Saiba, a seguir, um pouco mais sobre como se dá a rotina após a cirurgia. Cuidados com o curativo Sim, os cuidados começam nos mínimos detalhes. Os curativos no abdômen são colocados para proteger o local do corte. A indicação da troca do curativo e da retirada dos pontos será indicada pelo médico especialista, mas, entre as recomendações universais, estão não molhar o curativo para que a cicatriz não infeccione e aplicar creme hidratante diariamente após a retirada dos pontos, com intuito de hidratar a região. Dieta balanceada Após a cirurgia bariátrica, o estômago fica extremamente sensível, por isso a alimentação é retomada aos poucos. Nos dois primeiros dias, por exemplo, o paciente se alimenta por soro. Depois dessa etapa, entram os líquidos indicados em pequenas quantidades até que o corpo se adapte, seguindo para os próximos dias com alimentos pastosos. A indicação é ingerir sólidos apenas depois de um mês da concretização do procedimento, mas, ainda assim, deve-se priorizar uma alimentação balanceada e sem exageros. Dores e incômodos É comum os incômodos serem constantes no primeiro mês, porém, com o passar dos dias, os sintomas são aliviados. Dores no abdômen, náuseas, vômitos e diarreia podem surgir.  Analgésicos, faixa abdominal e outros recursos são indicados pelo médico para alívio dos sintomas nesse período. É necessário buscar ajuda profissional quando o paciente: vomitar em todas as refeições, mesmo comendo corretamente; não conseguir ingerir nenhum tipo de alimento; apresentar febre superior a 38º; tiver curativo infeccionado; dores que não passam com remédios; problemas no intestino após duas semanas de cirurgia e outras situações consideradas anormais. Atividade física Os exercícios físicos devem ser introduzidos à rotina gradualmente. Uma semana após o procedimento, o paciente pode voltar a realizar atividades comuns como subir escadas. Na segunda semana, já é possível realizar atividades como voltar ao trabalho, caminhar, dirigir, etc. Depois disso, com o apoio de uma equipe transdisciplinar, é necessário encontrar atividades físicas para melhorar a saúde e a qualidade de vida e progredir com os ganhos estéticos. Quer saber mais sobre o pós-operatório da Cirurgia Bariátrica? Confira o Guia completo que preparamos. Clique aqui e baixe gratuitamente! Agende uma avaliação!

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