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Como deve ser a dieta antes da cirurgia bariátrica?

Como deve ser a dieta antes da cirurgia bariátrica?

A cirurgia bariátrica é apontada como o melhor procedimento para pessoas com obesidade grau II ou mais elevada. Ela é capaz de contribuir com a saúde e a qualidade de vida do paciente, sendo o recurso mais efetivo para lidar com a obesidade mais agravada e evitar potenciais problemas provenientes desse quadro. No entanto, para que os benefícios sejam obtidos, é preciso mudar os hábitos. Essa nova vida deve começar antes mesmo da cirurgia bariátrica, e o primeiro passo é ter uma alimentação saudável e balanceada. O período entre marcar o dia da cirurgia até que ela realmente aconteça requer diversos cuidados. O paciente precisa não apenas se preparar para o procedimento cirúrgico como também ir se adaptando para a nova rotina que terá após a cirurgia. Quando a cirurgia bariátrica é confirmada, o paciente passa a ser acompanhado por alguns profissionais especialistas em determinadas funções, um deles é o nutricionista. Isso porque a alimentação nesse período deve ser balanceada e sem exageros, pois perder peso pode garantir resultados ainda melhores depois da cirurgia a partir de bons hábitos. Neste artigo, saiba mais sobre a dieta recomendada para quem irá se submeter a esse procedimento. Acompanhe a seguir. Cirurgia bariátrica: dieta pré-operatória Nesta etapa de transformação, é imprescindível procurar ajuda de um nutricionista. Ele é quem irá determinar como diminuir calorias sem perder nutrientes importantes para um bom funcionamento do corpo. Entre as recomendações básicas, podemos destacar: hidratar-se bem – água é essencial para o bom funcionamento de nossos sistemas; comer a cada 3 ou 4 horas, em pequenas quantidades; preferir os produtos na versão light; abandonar o refrigerante e aderir ao consumo de bebidas naturais; optar por cereais integrais; diminuir o tamanho das porções, bem como a sua mordida; substituir o açúcar comum por adoçante com as substâncias Sucralose® ou Estevia®; preferir os grelhados aos alimentos fritos; cortar ou diminuir o consumo de bebidas alcoólicas; evitar embutidos, fast food e industrializados. Riscos em não seguir a dieta pré-cirurgia bariátrica Se estamos falando em busca pelo emagrecimento, engordar seria o pior dos pesadelos. Nesse caso, se o paciente não mudar seus hábitos alimentares, antes e depois da cirurgia, provavelmente ele voltará a ganhar peso. Além disso, caso a dieta não seja prescrita por um profissional qualificado, outros problemas relacionados à carência nutricional também podem aparecer. De fato, isso é muito comum quando ingerimos menor quantidade de comida e diminuímos a absorção de nutrientes. As deficiências mais comuns nesse cenário são: anemia; deficiência de ferro; osteoporose; síndrome Wernick; flacidez muscular. Além do cuidado com a alimentação, outras atitudes devem ser tomadas para garantir que a cirurgia seja um sucesso, assim como a nova fase da sua vida, após essa transformação. Entre elas, praticar exercícios físicos é uma das mais importantes ações complementares nesse processo. Em conjunto com uma boa alimentação, esse novo estilo de vida pode trazer resultados surpreendentes, melhorando e muito sua qualidade de vida. Quer saber mais sobre a preparação para a Cirurgia Bariátrica? Confira o Guia completo que preparamos. Clique aqui e baixe gratuitamente!

Os cuidados da cirurgia bariátrica na adolescência

Os cuidados da cirurgia bariátrica na adolescência

A obesidade é conhecida como o mal do século e esse problema não escolhe gênero e muito menos idade. O número de pessoas obesas até 19 anos de idade aumentou cerca de 10 vezes em quatro décadas. Diante desse cenário, a cirurgia bariátrica na adolescência surge como uma solução para muitos casos. No entanto, antes de buscar esse recurso, é importante conhecer alguns cuidados, riscos e indicações desse procedimento cirúrgico nessa fase da vida. Acompanhe o artigo a seguir e saiba mais sobre o assunto. Obesidade na infância e adolescência Falar de obesidade infantil como epidemia não é exagero. Para se ter ideia, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, no Brasil, 13% dos meninos e 10% das meninas entre 5 e 19 anos sofrem com obesidade ou sobrepeso. A obesidade nesse período está associada a diversos fatores, entre os principais estão a falta de exercícios físicos e a alimentação desregulada. A vida moderna, acrescida de produtos hipercalóricos e industrializados, além do sedentarismo que ganhou ainda mais adeptos devido a questões como o vício em eletrônicos, deram lugar a números assustadores. Cirurgia bariátrica na adolescência: cuidados e benefícios A cirurgia bariátrica é uma solução para obesidade e doenças relacionadas, desde que seja recomendada por médicos. É importante ressaltar que existem publicações que comprovam que não há interferência em realizar a cirurgia bariátrica em menores de idade. O Ministério da Saúde recomenda que a cirurgia seja realizada em pessoas a partir dos 16 anos. Mas existem situações isoladas em que os médicos recomendam o procedimento antes dessa idade. Nesses casos, é necessário a avaliação de uma equipe transdisciplinar, envolvendo pediatra, endocrinologista, psiquiatra, psicólogo e cirurgião. Vale dizer que os pacientes menores de idade só devem ser operados quando o IMC estiver acima de 35 e com risco de doenças associadas. Ainda assim, são indivíduos que já fizeram uma investigação completa do caso e todas as tentativas já foram testadas, tendo a cirurgia como último recurso, após um tratamento prévio. A cirurgia bariátrica na adolescência é uma ferramenta eficaz para mudar substancialmente a vida do jovem em diversos aspectos. Como ponto-chave, podemos destacar a aceitação da autoimagem e a recuperação da autoestima, que são ainda mais fundamentais nessa fase da vida. Outros benefícios como emagrecimento e diminuição dos riscos de doenças associadas também são evidentes. O apoio da família é fundamental para que os resultados sejam conforme o esperado e duradouros. O comprometimento dos pais e responsáveis faz toda a diferença nesse processo. Recomenda-se que a alimentação da casa seja transformada, assim como o apoio e incentivo dos pais para início das atividades físicas e mudanças de hábitos requeridas no período pós-cirúrgico. Lembre-se sempre de que a obesidade tem um componente emocional muito importante. Por isso, o acompanhamento de um psicólogo e o apoio dos pais é indispensável. Quer saber mais sobre a preparação para a Cirurgia Bariátrica? Confira o Guia completo que preparamos. Clique aqui e baixe gratuitamente!

Entenda a relação entre obesidade e apneia do sono

Entenda a relação entre obesidade e apneia do sono

Se para você obesidade e apneia do sono são coisas distintas, saiba que, na verdade, os dois problemas podem sim ter uma ligação bem significativa. A apneia do sono não é apenas um distúrbio que causa roncos altos, como muitas pessoas pensam – a doença pode trazer várias consequências. E um dos fatores de risco para desenvolvê-la é a obesidade. Para compreender melhor essa relação entre obesidade e apneia do sono, leia o artigo a seguir! Entenda mais sobre a apneia do sono Considerado um dos principais distúrbios do sono, a apneia atinge mais de 10% da população acima de 65 anos, sendo a maioria desse público formada por homens. Crianças são a minoria, entre 1 e 3% dos casos. A apneia do sono é caracterizada por sons e interrupções repetitivas na respiração, reduzindo o fluxo de ar. O tempo dessas pausas respiratórias varia entre as pessoas, podendo durar até alguns minutos. Essas interrupções causam queda da oxigenação e fragmentação do sono, o que prejudica a produção de hormônios, contribuindo para a resistência à insulina e elevando a pressão arterial. Essas condições abrem as portas para o surgimento de várias doenças, entre elas, diabetes tipo 2, arritmia cardíaca e até obesidade. Entre os principais sintomas da apneia do sono, pode-se destacar: ronco alto, respiração ofegante, sono conturbado, sensação ou sufocamento ao dormir, cansaço durante o dia, dificuldade para se concentrar, dor de cabeça matinal e outras manifestações. Relação entre obesidade e apneia do sono O excesso de peso é um dos principais desencadeadores da apneia do sono. Para se ter ideia de quanto os riscos estão associados, de 70 a 80% dos obesos desenvolvem a doença. Isso acontece devido à gordura acumulada no pescoço (que reduz o diâmetro da faringe) e no tórax, fazendo com que a pessoa tenha mais dificuldade para respirar. Um ciclo vicioso foi formado ao analisar estudos recentes que mostram que a apneia do sono também pode favorecer a obesidade, já que ela influencia no metabolismo lipídico, em nível hormonal e expressão gênica, contribuindo para o indivíduo acumular gordura. A importância de buscar um bom tratamento para obesidade e apneia do sono O diagnóstico da apneia é constatado a partir do exame de polissonografia, que avalia atividade cerebral, movimento dos olhos, pernas, abdome, tórax, pressão, fluxo de ar no nariz, pressão e bruxismo. O tratamento de casos moderados e graves, geralmente, consiste em uma máscara ajustada no rosto do paciente que realizada pressão positiva contínua nas vias aéreas, permitindo a abertura das vias e, consequentemente, a passagem do fluxo de ar. Já os casos leves de apneia associados a um ganho de peso podem ser resolvidos com a mudança de hábitos, como alimentação saudável e exercícios físicos. Pacientes com obesidade e apneia do sono que são submetidos à cirurgia bariátrica são indicados a iniciar o tratamento antes da cirurgia, para que assim os riscos sejam ainda menores. O procedimento cirúrgico, além de contribuir para perda de peso, também diminui o risco de doenças associadas como pressão alta e a própria apneia do sono. Gostou deste conteúdo? Para conferir outras dicas como essas, siga acompanhando nosso blog!

Como se manter motivado a fazer atividades físicas?

Como se manter motivado a fazer atividades físicas?

Que realizar atividades físicas é importante, você já deve saber, certo? No entanto, apesar dos inúmeros benefícios trazidos por essa prática, muitas pessoas acabam não encontrando a motivação necessária para realizá-las rotineiramente. Praticar atividades físicas é fundamental para melhorar nosso condicionamento, evitar à  obesidade, reduzir o estresse, prevenir e tratar diversos tipos de doenças, melhorar a qualidade do sono, entre outros diversos ganhos. A seguir, veja dicas para manter sua motivação e melhorar seu desempenho com a prática de atividades físicas. Acompanhe! 6 boas práticas para manter a motivação e melhorar a performance com as atividades físicas 1. Estabeleça metas em suas atividades físicas O ser humano é orientado a desafios. São eles que ajudam a manter nossa concentração e engajamento nas atividades. Com o exercício físico isso não é diferente. Saber qual é seu objetivo fará com que você se discipline e se motive a manter uma rotina de atividades físicas e melhore cada vez mais o seu desempenho nelas. 2. Faça uma atividade prazerosa Sobretudo se você está deixando o sedentarismo para iniciar uma atividade física, escolher uma opção que lhe seja mais prazerosa ajudará no comprometimento com esse desafio e a não deixá-lo de lado em sua rotina. 3. Para elevar a motivação, faça as atividades em conjunto Se está faltando ânimo para manter uma rotina de atividades físicas ou para atingir seus objetivos, fazer os exercícios com um amigo, por exemplo, pode ajudar a reverter esse quadro. Desse modo, um irá incentivar o outro na continuidade da prática, a torná-la ainda mais prazerosa e a melhorar seu desempenho. Ainda, conforme estudo, fazer os exercícios com alguém que você goste é uma ação importante para a redução do estresse. 4. Conte com o auxílio de um profissional Mesmo aquelas pessoas que apresentam um perfil mais independente, sobretudo no início, podem se beneficiar do auxílio de um profissional – como personal trainer ou instrutor. Ele ajudará a fornecer mais segurança na execução da atividade, a montar seus treinos, a definir frequência e exercícios ideais, além de atuar na prevenção de lesões. Ainda, irá monitorar sua evolução – o que é um ótimo combustível para elevar a motivação com a prática física. 5. Faça aquecimento e tenha atenção à respiração O aquecimento é um momento importante para preparar o corpo para o exercício físico. Ele auxiliará na proteção contra lesões e deixará seus músculos prontos para as atividades, sendo recomendado antes e após os treinos – neste último caso, para eliminar as tensões que o esforço muscular do exercício pode gerar. Nesse momento, é fundamental dar uma atenção especial à respiração, evitando respirar pela boca e dando preferência à respiração abdominal em detrimento à peitoral – com isso, você terá uma melhor oxigenação do corpo, favorecendo uma melhor performance durante seu exercício. 6. Alie a atividade a uma alimentação saudável Ter uma alimentação saudável, que forneça todos os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo, é essencial para a prática de atividades físicas e para potencializar seus resultados. Ela ajuda o corpo a ganhar mais força para a atividade e a aumentar sua massa muscular. Ainda, estar bem alimentado auxilia seu corpo a render bem durante os treinos e a evitar problemas como a tontura, por exemplo. Um nutricionista poderá ajudá-lo a montar uma dieta e uma rotina alimentar equilibrada para suas necessidades e para elevar seu desempenho durante os exercícios. E então, pronto para manter a motivação e melhorar sua performance com a prática de atividades físicas? Para ter resultados ainda melhores, confira nosso artigo com dicas de hábitos que ajudam no emagrecimento saudável e na qualidade de vida.

Conheça os tipos de tratamento da obesidade

Conheça os tipos de tratamento da obesidade

Cuidar do peso é muito mais do que preocupar-se com a estética, é também, valorizar a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida. Por isso, realizar o tratamento da obesidade é extremamente importante para uma vida mais saudável e, consequentemente, mais feliz. Engana-se quem pensa que a obesidade resume-se ao excesso de peso. Sim, a doença é caracterizada pelo acúmulo de gordura que, geralmente, é causado pela alta ingestão de muitas calorias e pela baixa taxa de atividade física, ou seja, o que é consumido é maior do que o gasto energético. A massa corpórea (IMC) é que ajuda a definir o diagnóstico da obesidade. Para calcular o IMC, basta dividir o peso pela altura ao quadrado. A tabela de classificação funciona da seguinte forma: IMC entre 25,0 e 29,9 Kg/m2: sobrepeso. IMC entre 30,0 e 34,9 Kg/m2: obesidade grau I. IMC entre 35,0 e 39,9 Kg/m2: obesidade grau II. IMC maior do que 40,0 Kg/m2: obesidade grau III. Neste artigo, saiba mais sobre esse problema e descubra os tipos de tratamento para lidar com a obesidade. Acompanhe a seguir. A importância do tratamento da obesidade Só no Brasil, a obesidade já atinge cerca de 20% da população, enquanto o sobrepeso acomete mais da metade. Os números estão crescendo cada vez mais intensamente e, por isso, o mundo está em estado de alerta quando o assunto é o tratamento da obesidade. A doença também é considerada um fator de risco para uma série de outros problemas, como hipertensão, doenças do coração, artrite, apneia, diabetes tipo 2, entre outras. Diante desse problema de proporções tão expressivas, o tratamento da obesidade tem sido cada vez mais demandado na sociedade. Tratamento da obesidade: clínico A base do tratamento clínico da obesidade é a mudança de hábitos, tanto os alimentares, quanto os relacionados à prática de exercícios físicos. Na alimentação, o foco é manter uma dieta balanceada, reorganizar os horários das refeições, além de conscientizar o paciente em relação à comida e ao que ela representa em sua vida. Já quanto às atividades físicas, é válido qualquer exercício que resulte em gasto energético. Entre os benefícios de praticar exercícios, podemos destacar a diminuição do apetite, o aumento da ação de insulina, a melhora do perfil de gordura, entre outros. No entanto, para isso, a atividade física deve ser realizada regularmente. Para que o paciente entenda a real necessidade dessa mudança de hábitos, uma equipe transdisciplinar de profissionais, como psicólogo e nutricionista, acompanham essa etapa. Tratamento da obesidade: cirúrgico Quando o tratamento clínico da obesidade falha ou não traz resultado, é indicado o procedimento cirúrgico, conhecido como cirurgia bariátrica e metabólica. Nesse cenário, para cirurgia bariátrica, encaixam-se pacientes com IMC (Índice de Massa Corpórea) acima de 40 kg/m2 e pacientes com IMC maior do que 35 kg/m2 que apresentam doenças agravadas pela obesidade e para cirurgia metabólica, pacientes com IMC entre 30 kg/m2 e 34,9 kg/m2. É importante saber que quando o tratamento cirúrgico é indicado, outros cuidados como a mudança de hábito, referente à alimentação e a exercícios físicos devem ser associados aos resultados da cirurgia. Ainda, uma equipe completa deve acompanhar o paciente antes, durante e após a cirurgia para que ele alcance seus objetivos e tenha uma vida mais saudável. E para saber mais sobre o tema, confira nosso artigo abordando outros detalhes sobre a cirurgia bariátrica.

Síndrome Metabólica: o que é e como tratá-la?

Síndrome Metabólica- o que é e como tratá-la? - Instituto de Medicina Sallet

Uma condição tem sido pauta cada vez mais frequente na mídia, nas rodas de conversa e entre especialistas: a síndrome metabólica. Doença bastante característica da contemporaneidade, ela apresenta diversos riscos associados e pode elevar a chance de se desenvolver outras doenças bastante perigosas, como as cardíacas. Neste artigo, descubra mais sobre o que é e como tratar a síndrome metabólica. Acompanhe a seguir. O que é síndrome metabólica? A denominação síndrome metabólica refere-se a um conjunto de fatores de risco que, quando associados, aumentam a probabilidade de se desenvolver doenças cardíacas, derrames e diabetes. A síndrome tem como base a resistência à ação da insulina – hormônio responsável pelo metabolismo da glicose -, o que obriga o pâncreas a produzir mais esse hormônio. Síndrome metabólica: fatores de risco Apesar de a síndrome metabólica estar associada à obesidade, como consequência da má alimentação e do sedentarismo, alguns fatores de risco contribuem para o aparecimento da doença. Nesse contexto, é importante saber que apresentar três ou mais fatores de risco provavelmente seja um sinal de presença de resistência à insulina – condição que poderá ser confirmada apenas por um médico especialista. Dentre os principais fatores para estar atento, podemos destacar: Elevação da gordura abdominal. Em mulheres, circunferência de cintura maior que 88 cm e, em homens, maior que 102 cm; HLD baixo – conhecido como “bom colesterol” – e LDL alto – conhecido como “colesterol ruim”; Triglicerídeos elevados; Pressão sanguínea alta; Glicemia alta; Obesidade; Ácido úrico elevado; Resistência à insulina por causas genéticas. Síndrome metabólica: diagnóstico e tratamento Boa parte das pessoas que têm síndrome metabólica nem sempre apresentam sintomas mais aparentes. Por isso, os fatores de risco devem ser levados em consideração. E para que seja constatada a síndrome, o médico levará em consideração características clínicas e os resultados de exames laboratoriais, tais como dosagem de colesterol total e frações, glicemia, exames do funcionamento de fígado e rins e exames hormonais. A partir do diagnóstico, o principal requisito do tratamento é a mudança de hábitos, começando por uma dieta equilibrada pobre em carboidratos simples e gorduras saturadas, rica em fibras, carnes magras, frutas e vegetais; além de atividade física regular para manter o peso, controlar a pressão e o colesterol. Já para tratar os fatores de risco, geralmente, é necessário o uso de medicamentos específicos. Dicas e observações importantes sobre a síndrome metabólica A manifestação da doença geralmente acontece na fase adulta, a partir dos 30 anos. A maioria dos casos registrados ocorre em pessoas na faixa etária de 50 anos. Pessoas do sexo masculino são as mais afetadas. Mulheres, mesmo sendo magras, mas com ovário policístico, estão sujeitas a desenvolverem a doença. Consultas médicas e exames regulares ajudam na prevenção do problema. Sedentarismo e alimentação ruim são os principais causadores desse problema. Evitar cigarro, álcool e estresse elevado para não desenvolver ou agravar fatores de risco são ações importantes. Em suma, a síndrome metabólica é considerada uma doença moderna, evite os gatilhos e faça acompanhamento médico regularmente para prevenir o problema. E para saber mais sobre hábitos saudáveis, leia nosso artigo com os 5 hábitos que ajudam no emagrecimento saudável e qualidade de vida.

Como introduzir mais legumes, frutas e verduras na alimentação?

Como introduzir mais legumes, frutas e verduras na alimentação? Instituto Sallet

Para termos uma vida mais saudável, nosso organismo deve receber tudo aquilo que precisa para funcionar bem – e isso inclui vitaminas, minerais e fibras. Legumes, frutas e verduras consumidos regularmente em nossa alimentação são importantes fontes desses elementos. Os nutrientes desses alimentos exercem ação antioxidante, auxiliam no controle glicêmico e do colesterol, eliminam substâncias nocivas ao organismo, fortalecem os ossos, reduzem os riscos de doenças (como as cardiovasculares e o câncer), além de trazerem diversos outros benefícios. No entanto, apesar de toda essa importância, menos de 25% dos brasileiros consomem a quantidade recomendada desses alimentos, conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre as razões disso, está a rotina acelerada das pessoas que, muitas vezes, não despendem seu tempo na preparação de um prato saudável, preferindo uma solução mais industrializada e prática. Embora possa parecer uma boa solução, esse hábito pode trazer grandes prejuízos à saúde de toda a família. Neste artigo, saiba mais sobre como introduzir facilmente mais legumes, frutas e verduras na alimentação. Acompanhe. Qual é a quantidade diária recomendada? A recomendação é que se consuma, pelo menos, três porções de verduras e legumes e mais três porções de frutas por dia. Ao ingerir essa quantidade, há estudos que indicam que o indivíduo terá até 25% menos de probabilidade de vir a óbito em razão de qualquer doença – em comparação com aqueles que não consomem esses alimentos. 3 dicas para melhorar sua alimentação Confira algumas ideias para incluir esses alimentos em sua rotina alimentar. 1. Experimente as variedades da estação Um dos pontos que levam muitas pessoas a consumirem industrializados em detrimento de opções mais saudáveis é o custo desse tipo de alimentação. No entanto, frutas, verduras e legumes da estação costumam apresentar um valor mais acessível e promocional nos mercados. Portanto, pesquisar quais são as variedades da estação pode ser uma boa forma de incluí-las em sua rotina alimentar. 2. Varie a preparação dos alimentos Frutas podem gerar ótimas opções de sobremesas, sucos e vitaminas. Verduras e legumes podem ser cozidos, refogados, assados, etc. Ainda, servirem de base para sopas, molhos, entre outras ideias. Para tornar a adaptação mais prazerosa, experimente novas receitas e variações de preparo desses alimentos. 3. Prepare marmitas para facilitar o consumo diário desses alimentos O fator tempo exerce um peso considerável sobre nossas escolhas diárias. Desse modo, para não “cair na tentação” de consumir algo menos saudável, porém prático, prepare pequenas porções de refeições com antecedência. Se preferir, congele seus vegetais e legumes – se essa ação for feita corretamente, as perdas nutricionais serão mínimas. Alimentação saudável para crianças e adolescentes: como estimular? Para introduzir mais legumes, frutas e verduras na alimentação dos jovens, também existem algumas boas práticas que podem ser seguidas. Conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a partir dos seis meses os pais já podem introduzir esses alimentos na rotina das crianças, no formato de papas e sopas, por exemplo. E se na primeira tentativa houver rejeição, é preciso insistir um pouco mais – especialistas recomendam que a criança prove entre oito e doze vezes um alimento para se ter certeza se ela realmente gosta dele ou não, essa ação é importante pois o paladar nessa fase ainda está em desenvolvimento. Convidar as crianças e os adolescentes a também fazerem a feira, provando novos sabores é outra forma prática de familiarizá-los com esses alimentos e estimular seu consumo. E para promover uma alimentação saudável, mesmo em situações nas quais os jovens rejeitem determinados alimentos, pode-se experimentar novas receitas – como transformá-los em purês ou picolés, por exemplo. E então, pronto para introduzir mais legumes, frutas e verduras na alimentação? Para outras dicas sobre o tema, siga acompanhando nosso blog.

Nutricionista na cirurgia bariátrica: sua importante função

Nutricionista na cirurgia bariátrica- sua importante função

A cirurgia bariátrica e metabólica tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos pacientes obesos através da promoção e manutenção da perda de peso programada. É impossível tratar a obesidade sem que haja uma atuação eficiente e integrada de uma equipe de especialistas, entre eles o nutricionista. Quando o paciente é orientado a realizar a cirurgia de obesidade (redução de estômago), uma equipe transdisciplinar passa a acompanhá-lo durante todas as fases do processo, da preparação ao pós-operatório. Neste sentido, a atuação do nutricionista na equipe de cirurgia bariátrica é primordial. Neste artigo, descubra mais sobre o importante papel do nutricionista na cirurgia bariátrica. Acompanhe a seguir. Como é a atuação do nutricionista na equipe de cirurgia bariátrica? A atuação do nutricionista e de toda a equipe transdisciplinar na cirurgia bariátrica deve ser pautada por guidelines internacionais que orientarão condutas nas diversas etapas do processo cirúrgico. Nesse cenário, a atuação do nutricionista na cirurgia bariátrica é muito mais que indicar a dieta correta a ser seguida pelo paciente. Ele é o responsável por orientar, montar um planejamento personalizado com base em uma alimentação saudável e diversificada, ajudar nas mudanças de hábitos alimentares, construir um novo estilo de vida, corrigir carências nutricionais, prescrever macro e micronutrientes e garantir a perda de peso com manutenção da saúde. O nutricionista no pré-operatório de cirurgia bariátrica A preparação pré-operatória inicia antes mesmo da própria cirurgia. É importante haver correções de eventuais deficiências nutricionais presentes em pré-operatório, corrigir maus hábitos alimentares, instituir uma rotina de adequações comportamentais, identificar os gatilhos de eventuais compulsões alimentares, reduzir o risco cirúrgico através da perda de peso e abordar com o paciente e seus familiares as mudanças que ocorrerão no pós-operatório. Nesse momento, é fundamental que o paciente compreenda a importância do seu comprometimento com bons resultados e que desenvolva uma relação de empatia e confiança com seu nutricionista. O nutricionista no pós-operatório de cirurgia bariátrica Após a cirurgia bariátrica, a anatomia do futuro ex-obeso estará alterada: estômago reduzido para uma capacidade gástrica de 50ml e parte do intestino excluído do trajeto alimentar. Tudo isso visando promover uma perda ponderal através da restrição de quantidade alimentar e nutrientes a serem absorvidos. Sendo assim, é importante que ajudemos nossos pacientes a fazer escolhas alimentares mais adequadas, que saibam evoluir as consistências alimentares de modo a manter a integridade dos grampeamentos cirúrgicos e suplementar adequadamente nutrientes (por via oral, endovenosa ou intramuscular) que sabemos por prática clínica e revisão de literatura que ficarão depletados com o tempo. Desta forma, o acompanhamento nutricional buscará o bem-estar físico e emocional do nosso paciente, através da seleção dos alimentos que contenham os nutrientes mais saudáveis e que estejam adequados às necessidades de cada indivíduo para que a rápida perda de peso não leve à desnutrição ou ao temível reganho de peso, caso o paciente não compreenda, desde antes de operar, que bisturi não faz milagre isoladamente. De maneira geral, a principal mudança na alimentação após a cirurgia é uma diminuição importante na quantidade de alimentos consumidos diariamente devido a redução do estômago. Porém, outros cuidados com a alimentação são fundamentais. Pode-se dividir o cuidado com a alimentação em cinco fases após a cirurgia: 1º fase – fase da alimentação líquida: esta fase compreende as duas primeiras semanas após a cirurgia e caracteriza-se como sendo uma fase de adaptação. A alimentação é liquida e constituída de pequenos volumes (em torno de 50 ml a cada 30 minutos) e tem como principal objetivo o repouso gástrico, a adaptação aos pequenos volumes e a hidratação 2º fase – fase da evolução de consistência: de acordo com a tolerância e as necessidades individuais, a alimentação vai evoluindo de líquida para pastosa com a introdução de preparações liquidificadas, cremes e papinhas ralas. A evolução de cada paciente é variável de forma que a escolha de cada alimento deve ser acompanhada cuidadosamente para evitar desconforto digestivo como dor, náuseas e vômitos. Esta fase tem um tempo de duração diferente para cada indivíduo. Porém, em média, dura em torno de 02 semanas. 3º fase – fase da seleção qualitativa e mastigação exaustiva: passado o primeiro mês após a cirurgia, inicia-se uma fase onde a seleção dos alimentos é de fundamental importância pois, considerando que as quantidades ingeridas diariamente continuam muito pequenas, deve-se dar preferência aos alimentos mais nutritivos escolhendo fontes diárias de proteína, ferro, cálcio e vitaminas. A duração desta fase também varia individualmente e dura em média 01 mês. 4º fase – fase da otimização da dieta: nesta fase a alimentação vai evoluindo gradativamente para uma consistência cada vez mais próxima do ideal para uma nutrição satisfatória. Geralmente, esta fase ocorre a partir do 3º mês após a cirurgia quando quase todos os alimentos começam a ser introduzidos na alimentação diária. O cuidado com a escolha dos alimentos nutritivos deve continuar pois as quantidades ingeridas diariamente continuam pequenas. Nesta fase o paciente pode ser capaz de selecionar os alimentos que lhe tragam mais conforto, satisfação e qualidade nutricional. 5º fase – fase da adaptação final e independência alimentar: esta fase deve acompanhar o paciente a partir do 4º mês e, como nas fases anteriores, também evolui de acordo com as características individuais podendo iniciar-se um pouco antes ou um pouco depois do 4º mês. A partir desta fase, um acompanhamento periódico faz-se necessário somente para o acompanhamento da evolução de peso e levantamento de informações para identificar se existem carências nutricionais como, por exemplo, a anemia. O paciente já tem bastante segurança na escolha dos alimentos e está apto a compreender quais são os alimentos ricos em proteínas, glicídios e lipídios, cálcio, ferro, vitamina A,vitamina C, folatos além de outras propriedades nutricionais. Uma boa pedida para o paciente bariátrico é manter-se firme nos preceitos desta pirâmide alimentar, onde as principais escolhas partam da base. O topo da pirâmide….Ahhhh, deixem para o vizinho. O corpo e mente agradecerão. E sua nutricionista ficará cheia de orgulho! Você tem alguma dúvida sobre o processo cirúrgico? Conheça o Instituto de Medicina Sallet e

Saiba como manter o peso ideal

Saiba como manter o peso ideal

Na teoria manter o peso ideal parece muito simples, mas, na prática, nem tanto. A verdade é que sem comprometimento e disciplina é praticamente impossível evitar o efeito sanfona. Então, se quer continuar com o corpo que você sempre sonhou e com a saúde em dia, é preciso se atentar a alguns cuidados. Muitas pessoas decidem que estão acima ou abaixo do peso ideal e começam uma transformação radical na alimentação. No entanto, é preciso ter em mente que o peso certo para o seu corpo não é você quem define, existem técnicas e ferramentas com bases científicas que podem ajudá-lo a encontrá-lo. A técnica mais conhecida é o cálculo do IMC. Trata-se de um índice de massa corporal recomendado pela Organização Mundial de Saúde. Para chegar ao resultado, o peso é dividido pela altura elevada ao quadrado, ou seja, você multiplica sua altura por ela mesma e depois divide seu peso pelo resultado da última conta. O IMC pode trazer os seguintes resultados: IMC Resultado Menos do que 18,5 Abaixo do peso Entre 18,5 e 24,9 Peso normal Entre 25 e 29,9 Sobrepeso Entre 30 e 34,9 Obesidade grau 1 Entre 35 e 39,9 Obesidade grau 2 Mais do que 40 Obesidade grau 3 A seguir, confira dicas para alcançar e manter o peso ideal. Acompanhe. Bons hábitos para manter o peso ideal Entre as boas práticas para a manutenção do peso correto, destacam-se: 1. Alimentação Ela é e sempre será o carro-chefe quando o assunto é saúde e peso ideal. Nada de períodos de dietas malucas, o que você precisa é criar o hábito de fazer as escolhas certas na hora da refeição. Para uma dieta personalizada para o seu objetivo, consulte o nutricionista, mas, de modo geral, você pode começar optando por: Prestar atenção nas suas escolhas e na quantidade de alimentos que está ingerindo. A base da pirâmide do peso saudável é constituída por vegetais e frutas, os quais você pode comer o quanto quiser. A pirâmide encoraja o consumo de carboidratos de grãos integrais, fontes magras de proteínas, tais como legumes e peixes e gorduras não saturadas, saudáveis para o coração. Para simplificar, os vegetais e as frutas devem constituir cerca de metade do consumo diário, com carboidratos representando cerca de um quarto do espaço. O espaço restante geralmente é para proteínas e derivados do leite. Por fim, não se esqueça de ingerir líquidos, como água, água de coco e sucos naturais. 2. Atividades físicas Aliar alimentação saudável a exercícios físicos é a chave do sucesso. E, para que esse momento não seja uma tortura, é preciso encará-lo como um hobby e não uma obrigação. Por isso, escolha o que tem mais a ver com o seu objetivo e com o seu estilo de vida. Caminhada, corrida, musculação, natação, luta, dança… Vale tudo, o que não pode é ficar parado e sedentário. Não se esqueça de contar com a ajuda de um profissional capacitado para auxiliá-lo em suas atividades físicas. Lembre-se de que um exercício malfeito pode lhe render problemas de saúde ao invés de ajudá-lo. 3. Saúde em dia Nem sempre um corpo com peso ideal é um corpo saudável. Por isso, preocupe-se em realizar consultas e exames frequentemente. Colesterol, glicose, hemograma, urina, entre outros, são exames que podem ser realizados periodicamente para avaliar a sua saúde de modo geral. Quer saber como está o seu peso e a sua massa corporal? Então, clique aqui e faça a sua avaliação agora mesmo.

Como perder peso corretamente?

Como perder peso corretamente? | Instituto de Medicina Sallet

Muitas pessoas têm como meta permanente perder peso. Na verdade, essa prática que frequentemente vem aliada às “dietas milagrosas” pode ser bastante nociva. Primeiramente, deve-se saber se, de fato, é preciso perder peso ou se já estamos na faixa de nosso peso ideal. Depois, é preciso reduzir as medidas de modo saudável, sem radicalismos. Isso porque situações como sobrepeso ou obesidade podem se desenvolver a partir de diversos fatores, como maus hábitos ou até mesmo problemas de saúde. Nesse contexto, é importante compreender qual é o seu peso ideal. E uma das formas de se ter esse conhecimento é por meio do cálculo do IMC – índice de massa corporal e do peso ideal. Esse índice é calculado a partir da relação entre o peso e a altura de cada pessoa. Ele indica a faixa de peso recomendada a cada indivíduo por estar compreendida entre o peso mínimo (IMC abaixo de 18,5) e o peso máximo (IMC até 25). Então, se você fez o cálculo de seu Peso Ideal e detectou que precisa perder peso, confira, a seguir, nossas dicas para ajudá-lo nesse objetivo. 4 dicas para perder peso corretamente Entre as boas práticas para perder peso de modo saudável estão: Procure uma equipe transdisciplinar especializada em tratamento de obesidade Como vimos, seguir as conhecidas “dietas milagrosas” ou mesmo a dieta de outra pessoa pode ser algo prejudicial à sua saúde. Para ter o diagnóstico do que, de fato, está causando sobrepeso ou obesidade e a indicação do melhor tratamento para o seu caso em específico, é essencial buscar o apoio de um profissional. Um nutricionista, por exemplo, poderá montar o plano alimentar correto para o seu tipo de necessidade e metabolismo, ajudando-o a desenvolver uma rotina alimentar mais saudável e favorável ao emagrecimento. Faça check-ups periodicamente A prática do check-up regular é bastante positiva para ajudar a detectar problemas em seu estágio inicial, tornando mais ágil e assertivo o seu tratamento. A falta de vitaminas, de ferro, entre outros elementos, pode causar diversos problemas de saúde. E fazendo os check-ups você poderá detectá-los antes que se tornem mais graves, ajustando adequadamente sua dieta para perder peso sem perder saúde. Invista em atividades físicas Realizar atividades físicas regularmente é recomendado em qualquer situação, ainda mais quando se quer perder peso. Sendo assim, o sedentarismo é um inimigo que precisa ser vencido para se perder peso de modo saudável. Por isso, encontre uma atividade física que seja do seu interesse em uma academia ou mesmo para ser praticada em casa ou em um parque – o importante é manter seu corpo em movimento. Saiba que, além de ajudá-lo a perder gordura e a criar massa magra, praticar exercícios irá gerar uma sensação de bem-estar e reduzir a de ansiedade – que, muitas vezes, leva ao consumo excessivo de alimentos por impulsividade. Mude seus hábitos alimentares Ao contrário do que algumas pessoas afirmam equivocadamente, “fechar a boca” não é uma boa prática para perder peso ou manter sua saúde. Na verdade, é preciso uma reeducação alimentar. E ela inclui, por exemplo, aumentar e variar o consumo de porções de frutas, legumes e verduras, além de incrementar a oferta de alimentos hiperproteicos. Também é importante eliminar o consumo de itens processados e de fast food de sua rotina. Além de causar diversos tipos de doenças, esse tipo de alimento comumente tem em sua composição gorduras, sódio e carboidratos simples em excesso, o que torna o processo de emagrecimento muito mais difícil. Ainda, comer mais regularmente, mas em menores quantidades, também pode ajudá-lo a perder peso. Naturalmente, para isso, é preciso dar preferência a alimentos mais nutritivos. De acordo com um estudo, 80% dos brasileiros não adotam uma alimentação regrada. E para viver com mais saúde e conseguir perder peso, adotar hábitos como os que vimos aqui é essencial para mudar esse quadro e alcançar melhores resultados. Por fim, vale lembrar de que muitas pessoas que estão querendo perder peso cogitam a cirurgia bariátrica. Ela, de fato, é recomendada para determinados casos, mas essa indicação somente pode ser dada por um especialista. E para aprender mais sobre o tema, confira nosso artigo com exemplos de hábitos que ajudam no emagrecimento saudável e na qualidade de vida.

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