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Acupuntura no tratamento da obesidade

O que é acupuntura? Acupuntura é uma das técnicas que faz parte da medicina tradicional chinesa (MTC) — terapia feita com agulhas inseridas em pontos específicos (acupuntura sistêmica). É responsável por ativar centros nervosos e glândulas relacionadas a diversas doenças e distúrbios para tratamento ou prevenção. Ainda existem as variáveis da acupuntura: — Acupuntura auricular; — Escalpo acupuntura; — Ventosaterapia; — Moxabustão; — Eletroacupuntura.   São tipos de acupuntura que tratam doenças físicas e emocionais, entre: enxaqueca, alergias (rinites), artrite, melhora o sistema imunológico, age como efeito analgésico e entre outros ganhos.  Segundo especialistas, o tratamento age também em casos de distúrbios emocionais como depressão, ansiedade, crises de pânico e insegurança, trazendo de volta o equilíbrio e bem-estar. Entre as vantagens de melhora em sintomas, também podemos citar: — A diminuição do uso de medicamentos; — Sem efeitos colaterais; — Resultados a curto prazo.   É possível emagrecer através da acupuntura? O objetivo não é agir isoladamente na perda de peso — alimentação saudável e prática de atividades físicas são primordiais à saúde —, mas contribuir em possíveis queixas que dificultam no resultado esperado pelo paciente, melhorando o funcionamento do organismo e o bem-estar, proporcionando um emagrecimento saudável.   Acupuntura no tratamento da obesidade Tanto na obesidade quanto no processo de pré e pós-operatório da cirurgia bariátrica, a acupuntura pode contribuir de forma sistêmica. Focado em: — Ansiedade; — Aceleração metabólica; — Aceleração da cicatrização; — Melhora na absorção de nutrientes; — Aumento da produção de serotonina; — Melhora da indução do sono. Ainda que exista uma equipe transdisciplinar atuante no tratamento da obesidade (nutricionista, psicóloga, psiquiatra, endocrinologista, preparador físico) o profissional de acupuntura pode colaborar com a terapia em todo processo da cirurgia bariátrica. O paciente obeso, interessado na acupuntura, deve, primeiro, passar por uma avaliação clínica, pelo fato do tratamento ser individualizado. Quer saber mais, agende uma consulta de avaliação!

O que é Ozempic e como funcionam as “injeções para emagrecer”?

Moda nas redes sociais, injeções para emagrecer podem trazer sérios efeitos colaterais; entenda como elas agem no organismo. Ozempic e Saxenda. Se você está há algum tempo em busca do peso ideal, com certeza, já deve ter ouvido estes nomes comerciais. As famosas “injeções para emagrecer” vêm sendo amplamente divulgadas em redes sociais, grupos de WhatsApp e prometem emagrecimento rápido e sem esforço. As injeções podem ser encontradas com certa facilidade em farmácias e sites de venda de produtos cosméticos e cuidados corporais. Originalmente desenvolvidas para controle de glicemia em pacientes diabéticos, as injeções são comumente encontradas em clínicas de emagrecimento, visto que o “efeito colateral” da redução das taxas de açúcar no sangue é a perda de peso. Além da possibilidade de aplicação em clínicas, as injeções também podem ser ministradas em casa, pelo próprio paciente. Muitas pessoas começam a aplicar as injeções para emagrecer após serem convencidas por amigos ou por meio de relatos divulgados nas redes sociais. O que muita gente já sabe, mas faz questão de não se lembrar, é que o uso de qualquer substância farmacológica sem acompanhamento médico pode trazer sérios riscos à saúde. A seguir, vamos entender o que são e como funcionam as injeções para emagrecer, além dos efeitos colaterais do uso deste tipo de medicamento sem acompanhamento médico. Boa leitura! O que são e como funcionam as injeções para emagrecer? Tanto a semaglutida (princípio ativo do Ozempic), como a liraglutida (Saxenda) trabalham de forma similar ao GLP 1, ou seja, promovem a saciedade, reduzem os níveis de açúcar no sangue e desaceleram o esvaziamento gástrico. Ao restaurar no organismo a primeira fase da secreção da insulina, qualquer um destes princípios ativos diminui a resistência insulínica e o indivíduo acaba emagrecendo. A perda de peso, neste caso, é uma consequência de um medicamento que foi criado com o objetivo de controlar os elevados níveis de açúcar no sangue, muitas vezes provocado pelo consumo excessivo de carboidratos, como doces, refrigerantes e alimentos ultraprocessados. Para o controle da glicemia, a semaglutida deve ser usada uma vez na semana, enquanto a indicação da liraglutida é de uso diário. Cabe destacar que ambas as drogas, embora possam ser compradas em farmácias comuns, necessitam de receita médica. Ao controlar os níveis de açúcar no sangue, espera-se que o Ozempic promova uma redução de peso em cerca de 12%, enquanto a Saxenda, permite perder de 5% a 10% do volume corporal. Efeitos colaterais (e prejudiciais) do uso indiscriminado das injeções para emagrecer Assim como qualquer outro medicamento utilizado de forma não indicada, as injeções para emagrecer também podem trazer sérios riscos à saúde. Fazer uso das injeções para emagrecer sem a correta prescrição de um médico pode causar efeitos adversos como: Náuseas; Vômito; Diarreia ou constipação; Tontura; Problemas no estômago e intestino; Dor acima do estômago; Flatulência; Azia; Fraqueza e/ou cansaço; Paladar alterado; Insônia; Cálculos na vesícula biliar. Injeções para emagrecer somente com prescrição médica Apesar das injeções para emagrecer serem facilmente encontradas em algumas clínicas de emagrecimento, é importante ressaltar que a sua utilização deve ser feita apenas por pacientes diabéticos e com prescrição médica. Cabe frisar que estas drogas foram criadas com a finalidade de controlar a glicemia e não para o emagrecimento. Sabemos que perder aqueles quilinhos a mais não é uma tarefa fácil. É preciso trocar a alimentação tradicional por uma mais saudável, praticar exercícios físicos regularmente, ter boas noites de sono e reduzir o estresse. Todas essas ações juntas contribuem para a perda de peso e para a melhora do condicionamento físico. Injeções para emagrecer, usadas de forma indiscriminada, não trarão o efeito desejado no longo prazo. Antes de tomar qualquer iniciativa por impulso ou influência de amigos ou conhecidos, agende a sua avaliação e converse com nossos especialistas!

Qual a importância do acompanhamento Psicológico durante o pré e pós-operatórios da Cirurgia Bariátrica?

Avaliação e acompanhamento psicológico estão previstos na Portaria 628/2001 do Ministério da Saúde que determina a composição da equipe multidisciplinar responsável pelo atendimento de pacientes submetidos à cirurgia bariátrica. Além da determinação legal, a presença do psicólogo é fundamental para o sucesso do tratamento.  Os candidatos à cirurgia bariátrica necessitam entender que o acompanhamento psicológico durante o pré e o pós-operatório é tão importante quanto o procedimento em si. Desde 2001, quando o Ministério da Saúde regulamentou a realização das cirurgias bariátricas para tratamento da obesidade, por meio da Portaria GM/MS 628, o documento já informava a necessidade do paciente ser submetido às avaliações psicológicas.  O acompanhamento psicológico é necessário para compreender o paciente através da sua história com a obesidade, suas vivências e situações traumáticas, as repercussões que a obesidade traz na sua vida, fantasias a respeito da cirurgia, histórico de depressão e outros transtornos psiquiátricos, como o uso de álcool e drogas. Através da compreensão e análise das informações, o psicólogo auxilia e prepara o paciente para a cirurgia, avaliando quais fatores psicológicos podem contribuir para o sucesso do tratamento cirúrgico, além de esclarecimentos sobre a realidade do pós-operatório imediato e tardio.  Quando a obesidade pode ser um problema psicológico? A obesidade é uma doença crônica resultante de múltiplos fatores, ou seja, não ocasionada apenas por um único aspecto da vida que leva o indivíduo a ganhar todo este peso extra. Entre as causas da obesidade, temos questões genéticas, metabólicas, fisiológicas, sociais, culturais, comportamentais e, também, psicológicas. O paciente muitas vezes não sabe diferenciar a fome real da fome emocional, e com  isso acaba aumentando o consumo calórico. A fome pode ser considerada emocional quando o indivíduo não sente uma necessidade fisiológica de comer (barriga roncando, dor de cabeça, fraqueza, entre outros sintomas), mas uma vontade de ingerir alimentos – na maior parte das vezes, muito calóricos – para amenizar um ou mais sentimentos, como tristeza, raiva, ansiedade e tantos outros. Qual o papel do psicólogo durante o pré e pós-operatórios? A cirurgia bariátrica promove grande impacto para o corpo e para a vida do paciente. Depois do procedimento, o paciente não poderá se alimentar como antes, tanto no volume, quanto na qualidade dos nutrientes que ingere – e precisará adotar novos hábitos e novas escolhas que não faziam parte de sua rotina. Durante o pré-operatório, o psicólogo conversa com o paciente para entender um pouco mais sobre a sua história com a obesidade. Nessas conversas, os indivíduos falam sobre como é a relação com a comida, a dinâmica familiar durante as refeições, inseguranças, angústias e muitos outros assuntos. Temas sensíveis Nestes encontros, é comum os candidatos a cirurgia bariátrica falarem sobre temas sensíveis, como a existência de transtornos psiquiátricos, abuso de substâncias e histórico de depressão. O psicólogo também responde a possíveis fantasias que existam acerca do procedimento. Avaliação do comportamento do paciente Assim, o psicólogo consegue orientar o paciente e prepará-lo para a cirurgia, além de avaliar se o seu comportamento contribuirá de forma positiva ou negativa para a perda de peso. Atendimento no pós-operatório Após a cirurgia, o paciente receberá acompanhamento psicológico que o auxiliará na compreensão e encorajamento para enfrentar as rápidas mudanças que o procedimento bariátrico promoverá. Abordaremos as novas necessidades, responsabilidades individuais e as possibilidades a serem exploradas a partir das mudanças comportamentais implicadas pela cirurgia. Possíveis mudanças de humor, modo que passa a ver o mundo e ser visto, relacionamentos interpessoais e afetivos, distorção da imagem corporal, hábitos alimentares e comportamentos disfuncionais são assuntos discutidos nas consultas com os profissionais. Agende uma consulta com a nossa equipe! O acompanhamento psicológico no pré e pós-operatórios é parte essencial do tratamento que envolve uma equipe de profissionais focada no equilíbrio e resgate da saúde mental. No Instituto de Medicina Sallet, os pacientes são acolhidos e atendidos de acordo com as suas necessidades, encontrando o suporte adequado para encarar as mudanças promovidas pela cirurgia bariátrica. Para saber mais, agende uma consulta com a nossa equipe.

Por que devo usar suplementos vitamínicos após a cirurgia bariátrica?

A obesidade é uma doença que abrange grande parte da população mundial. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 2,3 bilhões de adultos em todo o mundo devem estar acima do peso até 2025. No Brasil, a obesidade aumentou 72% ao longo de 13 anos (entre 2006 e 2019). Os dados alarmantes fazem parte do Mapa da Obesidade, desenvolvido pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO). Combater o aumento de excesso de peso não é uma tarefa fácil, as intervenções cirúrgicas surgem como auxílio para quem tenta emagrecer e recuperar a saúde. Novas técnicas cirúrgicas e aperfeiçoamentos em procedimentos consolidados surgem como forma de solucionar o problema considerado o mal do século: a obesidade. Conheça a Gastroplastia Endoscópica, uma técnica cirúrgica minimamente invasiva, alternativa para pacientes com obesidade. O que é a Gastroplastia Endoscópica? A Gastroplastia Endoscópica, também conhecida como endosutura gástrica, é um procedimento cujo objetivo é reduzir o tamanho do estômago. Esta técnica, relativamente nova no Brasil, é realizada por via endoscópica, na qual o cirurgião realiza suturas (costuras) no interior do estômago do paciente, com intuito de diminuir o seu volume. É um procedimento minimamente invasivo, sem cortes e sem cicatrizes externas. Durante o procedimento, o cirurgião faz algumas suturas na parede gástrica, reduzindo o tamanho do estômago em cerca de 60%, com essa alteração, e consequente diminuição da capacidade de ingestão alimentar, o paciente emagrece de maneira significativa e duradoura. Qual a duração da Gastroplastia Endoscópica? A gastroplastia endoscópica acontece em ambiente hospitalar, após o paciente ser anestesiado, a técnica tem duração média de 60 minutos. Entre quatro e seis horas após o procedimento endoscópico, o paciente já está liberado para ir para casa. É importante ressaltar que esta técnica é menos invasiva e oferece menores os riscos de intercorrências pós-operatórias se comparados à cirurgia bariátrica convencional. Para quem a Gastroplastia Endoscópica é indicada? A gastroplastia endoscópica é indicada em três casos: Pacientes que possuem indicação cirúrgica, mas não querem se submeter a uma cirurgia bariátrica; Pacientes que possuem alto risco de morte caso realizem uma cirurgia bariátrica; Pacientes com obesidade nos graus 1 (IMC entre 30 e 34,9 kg/m2) e 2 (IMC entre 35 e 39,9 kg/m2), com comorbidades associadas. Vantagens de optar pela gastroplastia endoscópica A gastroplastia endoscópica oferece muitas vantagens para o paciente, sendo a primeira delas, o baixo risco de complicação pós-cirúrgica, se tratando de um procedimento menos invasivo e que demanda poucas horas de internação. Outros benefícios tornam o procedimento mais vantajoso aos pacientes obesos: • Técnica sem cortes e sem cicatrizes externas; • Procedimento altamente eficaz para perda de peso; • Redução de outras enfermidades relacionadas à obesidade, como diabetes, hipertensão e doenças do coração; • Sem retirada de nenhuma parte do estômago; • Menor tempo de internação; • Procedimento de baixo risco e rápida recuperação pós-operatório; • Pode ser revertido se houver orientação médica. É importante que o paciente siga as recomendações indicadas pela equipe transdisciplinar responsável pelo tratamento. Realizar o pré e pós-operatórios com profissionais experientes e especializados, proporcionará uma recuperação rápida e com 100% de sucesso! A gastroplastia endoscópica é uma alternativa de melhora de vida para muitas pessoas que sofrem com a obesidade. Venha conhecer o Instituto de Medicina Sallet, há mais de 20 anos, oferecendo atendimento de alta qualidade no tratamento clínico e cirúrgico da obesidade, doenças metabólicas e distúrbios do trato digestório. Entre em contato com a nossa equipe e agende a sua avaliação!

Gastroplastia endoscópica é alternativa minimamente invasiva para pacientes com obesidade

A obesidade é uma doença que abrange grande parte da população mundial. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 2,3 bilhões de adultos em todo o mundo devem estar acima do peso até 2025. No Brasil, a obesidade aumentou 72% ao longo de 13 anos (entre 2006 e 2019). Os dados alarmantes fazem parte do Mapa da Obesidade, desenvolvido pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO). Combater o aumento de excesso de peso não é uma tarefa fácil, as intervenções cirúrgicas surgem como auxílio para quem tenta emagrecer e recuperar a saúde. Novas técnicas cirúrgicas e aperfeiçoamentos em procedimentos consolidados surgem como forma de solucionar o problema considerado o mal do século: a obesidade. Conheça a Gastroplastia Endoscópica, uma técnica cirúrgica minimamente invasiva, alternativa para pacientes com obesidade. O que é a Gastroplastia Endoscópica? A Gastroplastia Endoscópica, também conhecida como endosutura gástrica, é um procedimento cujo objetivo é reduzir o tamanho do estômago. Esta técnica, relativamente nova no Brasil, é realizada por via endoscópica, na qual o cirurgião realiza suturas (costuras) no interior do estômago do paciente, com intuito de diminuir o seu volume. É um procedimento minimamente invasivo, sem cortes e sem cicatrizes externas. Durante o procedimento, o cirurgião faz algumas suturas na parede gástrica, reduzindo o tamanho do estômago em cerca de 60%, com essa alteração, e consequente diminuição da capacidade de ingestão alimentar, o paciente emagrece de maneira significativa e duradoura. Qual a duração da Gastroplastia Endoscópica? A gastroplastia endoscópica acontece em ambiente hospitalar, após o paciente ser anestesiado, a técnica tem duração média de 60 minutos. Entre quatro e seis horas após o procedimento endoscópico, o paciente já está liberado para ir para casa. É importante ressaltar que esta técnica é menos invasiva e oferece menores os riscos de intercorrências pós-operatórias se comparados à cirurgia bariátrica convencional. Para quem a Gastroplastia Endoscópica é indicada? A gastroplastia endoscópica é indicada em três casos: • Pacientes que possuem indicação cirúrgica, mas não querem se submeter a uma cirurgia bariátrica; • Pacientes que possuem alto risco de morte caso realizem uma cirurgia bariátrica; • Pacientes com obesidade nos graus 1 (IMC entre 30 e 34,9 kg/m2) e 2 (IMC entre 35 e 39,9 kg/m2), com comorbidades associadas. Vantagens de optar pela gastroplastia endoscópica A gastroplastia endoscópica oferece muitas vantagens para o paciente, sendo a primeira delas, o baixo risco de complicação pós-cirúrgica, se tratando de um procedimento menos invasivo e que demanda poucas horas de internação. Outros benefícios tornam o procedimento mais vantajoso aos pacientes obesos: • Técnica sem cortes e sem cicatrizes externas; • Procedimento altamente eficaz para perda de peso; • Redução de outras enfermidades relacionadas à obesidade, como diabetes, hipertensão e doenças do coração; • Sem retirada de nenhuma parte do estômago; • Menor tempo de internação; • Procedimento de baixo risco e rápida recuperação pós-operatório; • Pode ser revertido se houver orientação médica. É importante que o paciente siga as recomendações indicadas pela equipe transdisciplinar responsável pelo tratamento. Realizar o pré e pós-operatórios com profissionais experientes e especializados, proporcionará uma recuperação rápida e com 100% de sucesso! A gastroplastia endoscópica é uma alternativa de melhora de vida para muitas pessoas que sofrem com a obesidade. Venha conhecer o Instituto de Medicina Sallet, há mais de 20 anos, oferecendo atendimento de alta qualidade no tratamento clínico e cirúrgico da obesidade, doenças metabólicas e distúrbios do trato digestório. Entre em contato com a nossa equipe e agende a sua avaliação!

Outubro Rosa: obesidade é fator de risco para câncer de mama

Instituto Sallet é destaque na Mídia!

Desde 2017, o Inca passou a alertar para o sobrepeso e a obesidade como fatores de risco para a doença; para a Dra. Ana Caroline Fontinele, cirurgiã do Instituto de Medicina Sallet, campanhas devem incentivar o combate ao sobrepeso Ao longo de 25 anos, o câncer de mama matou 323,2 mil brasileiras, segundo indicativos do Ministério da Saúde. A doença foi registrada na certidão de óbito de 18,2 mil brasileiras em 2021, uma média de 50 mulheres por dia, ou duas a cada hora, segundo indicativos do Ministério da Saúde. Diante desses números, surgem movimentos internacionais de conscientização, como o Outubro Rosa, que visam contribuir para a redução da incidência e da mortalidade pela doença. O câncer é a segunda causa mais frequente de morte no país, de acordo com um levantamento recente do Inca (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva), órgão vinculado ao Ministério da Saúde. A cada ano, cerca de 232 mil indivíduos morrem para a doença e 450 mil novos casos são diagnosticados, excluindo episódios de câncer não melanoma. A Dra. Ana Caroline Fontinele, cirurgiã do Instituto de Medicina Sallet, explica que a obesidade é um fator de risco modificável para vários tipos de câncer, como, por exemplo, o câncer de mama. “Não há uma explicação absoluta, mas estudos científicos demonstram que a elevada quantidade de tecido gorduroso no corpo contribui para o aumento dos níveis de estrogênio no organismo (hormônio feminino)”, afirma. “Altos níveis desse hormônio provocam a multiplicação descontrolada de células da mama, aumentando em muito as chances de desenvolvimento da doença”, complementa. 24 Segundo a cirurgiã, a obesidade é um fator de risco modificável de ocorrência do câncer de mama, mas as mudanças de hábitos, visando o controle de peso, contribuem para a diminuição dos riscos da doença. “As campanhas nem sempre abordam os fatores de risco com a devida importância. Melhor que identificar uma doença precocemente, é evitá-la” Na visão da Dra. Ana Caroline, para além das informações sobre o câncer de mama em si, o Outubro Rosa também deveria informar a população sobre os fatores de risco de origem comportamental: “A campanha poderia incluir informações sobre a importância da prática de atividades físicas, deixar de fumar e beber, alimentar-se melhor e buscar tratamentos eficientes para a perda de peso, como as cirurgias bariátrica e metabólica”. Leia a reportagem completa neste link.

Gastroplastia endoscópica é alternativa minimamente invasiva para pacientes com obesidade

Procedimento endoscópico minimamente invasivo é alternativa para pacientes com obesidade

A obesidade é uma doença que abrange grande parte da população mundial. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 2,3 bilhões de adultos em todo o mundo devem estar acima do peso até 2025. No Brasil, a obesidade aumentou 72% ao longo de 13 anos (entre 2006 e 2019). Os dados alarmantes fazem parte do Mapa da Obesidade, desenvolvido pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO). Combater o aumento de excesso de peso não é uma tarefa fácil, as intervenções cirúrgicas surgem como auxílio para quem tenta emagrecer e recuperar a saúde. Novas técnicas cirúrgicas e aperfeiçoamentos em procedimentos consolidados surgem como forma de solucionar o problema considerado o mal do século: a obesidade. Conheça a Gastroplastia Endoscópica, uma técnica cirúrgica minimamente invasiva, alternativa para pacientes com obesidade.   O que é a Gastroplastia Endoscópica? A Gastroplastia Endoscópica, também conhecida como endosutura gástrica, é um procedimento cujo objetivo é reduzir o tamanho do estômago. Esta técnica, relativamente nova no Brasil, é realizada por via endoscópica, na qual o cirurgião realiza suturas (costuras) no interior do estômago do paciente, com intuito de diminuir o seu volume. É um procedimento minimamente invasivo, sem cortes e sem cicatrizes externas. Durante o procedimento, o cirurgião faz algumas suturas na parede gástrica, reduzindo o tamanho do estômago em cerca de 60%, com essa alteração, e consequente diminuição da capacidade de ingestão alimentar, o paciente emagrece de maneira significativa e duradoura.   Qual a duração da Gastroplastia Endoscópica? A gastroplastia endoscópica acontece em ambiente hospitalar, após o paciente ser anestesiado, a técnica tem duração média de 60 minutos. Entre quatro e seis horas após o procedimento endoscópico, o paciente já está liberado para ir para casa.  É importante ressaltar que esta técnica é menos invasiva e oferece menores os riscos de intercorrências pós-operatórias se comparados à cirurgia bariátrica convencional.   Para quem a Gastroplastia Endoscópica é indicada? A gastroplastia endoscópica é indicada em três casos: Pacientes que possuem indicação cirúrgica, mas não querem se submeter a uma cirurgia bariátrica; Pacientes que possuem alto risco de morte caso realizem uma cirurgia bariátrica; Pacientes com obesidade nos graus 1 (IMC entre 30 e 34,9 kg/m2) e 2 (IMC entre 35 e 39,9 kg/m2), com comorbidades associadas. Vantagens de optar pela gastroplastia endoscópica A gastroplastia endoscópica oferece muitas vantagens para o paciente, sendo a primeira delas, o baixo risco de complicação pós-cirúrgica, se tratando de um procedimento menos invasivo e que demanda poucas horas de internação.  Outros benefícios tornam o procedimento mais vantajoso aos pacientes obesos: Técnica sem cortes e sem cicatrizes externas; Procedimento altamente eficaz para perda de peso; Redução de outras enfermidades relacionadas à obesidade, como diabetes, hipertensão e doenças do coração; Sem retirada de nenhuma parte do estômago; Menor tempo de internação; Procedimento de baixo risco e rápida recuperação pós-operatório; Pode ser revertido se houver orientação médica. É importante que o paciente siga as recomendações indicadas pela equipe transdisciplinar responsável pelo tratamento. Realizar o pré e pós-operatórios com profissionais experientes e especializados, proporcionará uma recuperação rápida e com 100% de sucesso! A gastroplastia endoscópica é uma alternativa de melhora de vida para muitas pessoas que sofrem com a obesidade. Venha conhecer o Instituto de Medicina Sallet, há mais de 20 anos, oferecendo atendimento de alta qualidade no tratamento clínico e cirúrgico da obesidade, doenças metabólicas e distúrbios do trato digestório. Entre em contato com a nossa equipe e agende a sua avaliação!

Por que devo usar suplementos vitamínicos após a cirurgia bariátrica?

Por que devo usar suplementos vitamínicos após a cirurgia bariátrica?

Entenda porque a suplementação com polivitamínicos é recomendada para pacientes que se submetem a procedimentos bariátricos. A obesidade é uma doença que promove sérios desequilíbrios nutricionais. Isso acontece por conta do consumo excessivo de alimentos com alta densidade energética e baixa qualidade nutricional, biodisponibilidade limitada de alguns nutrientes (por exemplo, vitamina D), estado de inflamação que afeta o metabolismo do ferro, o super desenvolvimento bacteriano no intestino delgado;  entre outras condições podem levar o paciente a diversas deficiências vitamínicas. A cirurgia bariátrica é, atualmente, o procedimento mais eficaz para o tratamento da obesidade. Para o sucesso do tratamento, é importante que o paciente tome alguns cuidados e siga as recomendações da equipe nutricional antes e após realizar a intervenção.   O uso de polivitamínicos antes e após a cirurgia bariátrica O principal objetivo da cirurgia bariátrica é a perda de peso. Contudo, a maioria dos pacientes acaba perdendo também massa magra e nutrientes durante o processo de emagrecimento, o que os leva, também, a uma redução significativa da capacidade de absorver vitaminas necessárias para o corpo se manter saudável. Engana-se quem pensa que é apenas durante o processo de perda de peso que se faz necessária a suplementação vitamínica. Em algumas situações pré-operatórias, a baixa absorção de nutrientes em função de dietas ricas em “calorias vazias”  provoca sérios desequilíbrios nutricionais, exigindo que o paciente faça uso polivitamínicos mesmo antes da cirurgia. Após a cirurgia bariátrica ocorre uma redução na capacidade gástrica, objetivando a  menor ingestão de alimentos, impactando na absorção de nutrientes. Nos primeiros meses, alguns pacientes podem apresentar intolerância a alimentos proteicos (carnes, ovos, leite e derivados), comprometendo a ingestão recomendada. Diante deste cenário, é importante introduzir a suplementação de proteína e polivitamínicos para atingir as necessidades nutricionais diárias para manter a saúde.    Deficiências nutricionais em pacientes que fizeram cirurgia bariátrica De acordo com um estudo publicado na Bariatric Surgical Practice and Patient Care, 73% dos adultos que se submeterem à cirurgia bariátrica apresentavam deficiência de, ao menos, uma vitamina nos cinco anos subsequentes ao procedimento. O estudo sugere que o uso de polivitamínicos é tão importante para se manter saudável quanto a adoção de novos hábitos alimentares e a prática de atividades físicas. Segundo a Dra. Eliane Romantini, membro da equipe de nutrição do Instituto de Medicina Sallet, existem polivitamínicos com diversas apresentações, concentrações, graus de absorção e preços, a escolha do polivitamínico adequado depende da técnica cirúrgica aplicada e, principalmente, da indicação nutricional. Assista as dicas da nutricionista e saiba como escolher o melhor polivitamínico para o seu caso!   Recomendações pré-operatórias O uso de polivitamínicos deve fazer parte da rotina de quem está em tratamento para a realização da cirurgia bariátrica. A equipe de nutrição responsável irá prescrever a suplementação necessária de forma individualizada para corrigir as deficiências de vitaminas e minerais como ferro, ácido fólico, vitamina B e D e tiamina, importantes para preparar o paciente para o procedimento. Não suplementar estas vitaminas antes da cirurgia pode dificultar o pós-operatório, causando desequilíbrios metabólicos, desencadeando uma série de problemas além da perda de massa magra, redução da imunidade, queda de cabelo, enfraquecimento das unhas, entre outros.   Recomendações pós-operatórias Para manter uma vida saudável e recuperar o bem-estar, os pacientes que realizam uma cirurgia bariátrica adotam novos hábitos, incluindo a suplementação polivitamínica. Contudo, apenas o profissional de nutrição, durante as consultas de pós-operatório, poderá ajustar a dieta e indicar a necessidade de suplementação específica para cada paciente.   Conheça a Sallet Health Você sabia que o Instituto de Medicina Sallet tem uma loja com produtos bariátricos para todas as fases do seu tratamento? Conheça a Sallet Health!

Setembro Vermelho: Instituto de Medicina Sallet é destaque na mídia!

Instituto de Medicina Sallet é destaque na mídia

Estimativa do Ministério da Saúde aponta que doenças cardiovasculares devem aumentar óbitos em até 250% até 2040; campanha busca conscientizar sobre os riscos e como prevenir as cardiopatias O mês de setembro é o escolhido para realizar ações de conscientização sobre as doenças cardiovasculares, pois no dia 29 é celebrado o Dia do Coração. A campanha “Setembro Vermelho” comemora 22 anos de sua criação pela Federação Mundial do Coração com apoio da ONU (Organização das Nações Unidas), mas as cardiopatias continuam sendo um problema global de saúde – apenas no Brasil, de acordo com dados da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) há 14 milhões de pessoas com doenças do coração. Em relação ao grau de mortalidade, as doenças do coração são responsáveis por 30% das mortes no país, isso significa que a cada 40 segundos um óbito é registrado por esta causa, de acordo com dados da pesquisa “Estatística Cardiovascular”, relatório que incorpora estatísticas oficiais fornecidas pelo Ministério da Saúde brasileiro e outros órgãos governamentais, pelo projeto GBD liderado pelo IHME da Universidade de Washington, além de dados gerados por outras fontes e estudos científicos, como coortes e registros, sobre as DCV e seus fatores de risco. Já a estimativa do Ministério da Saúde é que até 2040 o índice deva sofrer um aumento de até 250%. “A comorbidade que mais contribui para o agravamento dessas doenças é a obesidade”, destaca o cirurgião Dr. José Afonso Sallet, Diretor-Médico e CEO do Instituto de Medicina Sallet, instituto especializado no tratamento da obesidade e doenças metabólicas. De acordo com um estudo da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a previsão é de que, até o fim desta década, 68,1% da população esteja com sobrepeso, sendo 29,6% com algum grau de obesidade, sendo 9,3% nas classes II e III (grave ou mórbida). “A obesidade aumenta as chances de diabetes e hipertensão, doenças que promovem desequilíbrios hormonais, tendo como consequências o infarto, derrame isquêmico e doença vascular periférica”, completa o especialista. Leia a matéria completa no portal Estadão Conteúdo.  

Como a obesidade aumenta o risco de doenças cardiovasculares?

Como a obesidade aumenta o risco de doenças cardiovasculares

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), as doenças cardiovasculares são responsáveis por 30% das mortes no Brasil. Os fatores de risco para doenças do coração têm relação direta com o comportamento e hábitos dos indivíduos como, tabagismo, sedentarismo, obesidade, alimentação inadequada, estresse estão entre os fatores comportamentais que mais contribuem para o infarto do miocárdio, AVCs e outras doenças cardiovasculares. Para diminuir consideravelmente o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, os médicos recomendam hábitos saudáveis, como a alimentação balanceada, prática regular de exercícios físicos e não fumar.   Obesidade aumenta o risco de doenças cardiovasculares De acordo com dados do Ministério da Saúde, das 6 doenças que mais matam no Brasil, 4 delas estão diretamente relacionadas à obesidade: acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio, diabetes e hipertensão.  O excesso de peso pode desencadear problemas para o coração, isso porque a gordura acumulada ao redor do órgão prejudica o funcionamento do coração e também aumenta as chances de entupimento das artérias e de obstrução da passagem do sangue.  Além disso, os altos níveis de açúcar e colesterol fazem com que o músculo cardíaco seja sobrecarregado e trabalhe de forma ineficiente. Para saber se pode estar em risco para tais doenças, faça um teste simples em casa: pegue uma fita métrica e meça a circunferência do seu abdômen, o recomendado é que em mulheres essa medida fique em até 88 centímetros e homens até 102 cm. Exames mais complexos como a bioimpedância, o escaneamento corporal.   Setembro vermelho: cuide da saúde do seu coração Hoje, cerca de 60% da população brasileira sofre com o excesso de peso e como consequência apresenta risco maior para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. A obesidade aumenta as chances do indivíduo desenvolver comorbidades (doenças relacionadas), como a hipertensão, o diabetes e a trombose. Além disso, pessoas acima do peso podem apresentar desequilíbrio hormonal, risco aumentado para derrames, infartos e outras enfermidades.  Neste cenário, campanhas sobre a importância do cuidado com o coração, como o Setembro Vermelho, são um alerta de médicos e outros profissionais da saúde com o objetivo de conscientizar e trazer informação à sociedade sobre os riscos das doenças cardíacas, suas causas e maneiras de prevenção.  Se você está acima do peso, saiba que a adoção de novos hábitos é o primeiro passo para evitar o pior: Comece a praticar exercícios físicos; Tenha uma alimentação equilibrada; Pare de fumar agora mesmo; Perca peso; Faça acompanhamento médico anual; Sabemos que não nada fácil emagrecer A combinação de uma dieta balanceada e a prática de exercícios físicos é a melhor  maneira de controlar o peso e reduzir os fatores de risco para o surgimento de cardiopatias e outras doenças associadas.  Iniciar um processo de mudança de hábitos sem um aconselhamento médico pode ser ineficiente e até mesmo perigoso. O tratamento da obesidade deve sempre ser feito com acompanhamento profissional, seja da forma convencional – com uso de medicamentos e dietas – ou por meio de cirurgia bariátrica, no caso de classificações específicas de obesidade ou grave comprometimento da saúde em razão do excesso de peso. Em todo o mundo, a cirurgia bariátrica é considerada a maneira mais eficaz para perder peso, indicada para pacientes cujo tratamento clínico convencional não alcança o resultado necessário. Segundo estudos, a cirurgia bariátrica e metabólica promove redução de 60% dos riscos de cirurgias cardíacas em pacientes operados quando comparados aos pacientes que mantêm apenas o tratamento clínico contra a obesidade ou diabetes tipo 2. As pesquisas apontam a redução de fibrilação atrial em torno de 22% e queda de 41% no risco de mortalidade por eventos cardiovasculares agudos, o que é bastante significativo se considerarmos o número de obesos no Brasil.  Para entender como está a sua saúde e saber se você tem indicação cirúrgica, agende uma avaliação no Instituto de Medicina Sallet.

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