Suflê de Brócolis

Os vegetais são alimentos importantes pois oferecem muitos benefícios para a saúde. Sabemos que muitos pacientes têm dificuldades de utilizar esses alimentos na composição de seus pratos, pela falta de palatabilidade, falta de hábito ou mesmo, falta de tempo para prepará-los. ⠀ Por isso, daremos uma dica de uma receita muito prática, saborosa e nutritiva que é o suflê de brócolis. Vamos anotar os ingredientes? ⠀ ⠀ Ingredientes . 1 pacote de brócolis congelado ou 1 um pequeno de brócolis ninja; ⠀ . 4 gemas; . 4 claras em neve; . ½ xícara de parmesão ralado; . 5 colheres de sopa de leite desnatado; . 1 colher de chá de sal; . 150g de ricota ralada ou mussarela de búfala picada; . Orégano a gosto. ⠀ Modo de preparo: Cozinhe o brócolis em água e sal; pique em pedaços bem pequenos e reserve. Misture as gemas com queijo parmesão, leite e sal; acrescente o brócolis e as claras em neve. Despeje metade dessa mistura num refratário untado com manteiga. coloque a ricota ou mussarela de búfala, orégano e cubra outra metade da mistura restante. Leve ao forno pré-aquecido por aproximadamente 25 minutos. ⠀ ⠀ ATENÇÃO: é importante que sigam as orientações da equipe transdisciplinar quanto ao tempo de pós-operatório para o consumo de todas as receitas sugeridas aqui postadas. ⠀ Gostou? Deixe seus comentários!
Torta de forno

Hoje eu vou ensinar para vocês uma receita saborosa, nutritiva e muito prática! ⠀ Pode ser utilizada após 30 dias de pós-operatório, lembrando que, cada fase possui uma restrição alimentar, por isso, é importante se atentar aos ingredientes e às informações que foram ofertadas. ⠀ Então vamos à receita? ⠀ Massa: 300g de ricota; 2 colheres de sopa de farelo de aveia; 1 colher de sobremesa de fermento; 3 colheres de sopa de amido de milho; pitada de sal; 100 a 150ml de leite desnatado; 2 ovos Preparo: Leve todos os ingredientes ao liquidificador e bata até conseguir uma massa homogênea. Transfira a massa para uma travessa de vidro e pré-aqueça o forno a 180 graus. Para o recheio podemos usar a criatividade. Neste exemplo eu usei tomate, ervilha, cenoura, atum e azeitonas. O processo é bem simples. Basta misturar o recheio e colocar sobre a massa e levar ao forno entre 30 e 40 minutinhos. ⠀ Viu como é fácil? Envie seus comentários e me diga o que achou da receita!
É possível emagrecer apenas com dieta e exercícios?

Indiscutivelmente dieta e exercícios são a base para uma vida mais saudável, independentemente do peso do indivíduo. No entanto, dependendo do excesso de gordura corporal, esses hábitos isolados não bastam. É necessário, muitas vezes, outras intervenções como a cirurgia bariátrica. Ter uma alimentação saudável e balanceada é o principal fator para ajudar a eliminar doenças, controlar o peso e ter mais qualidade de vida. Nesse contexto, aliar uma boa dieta à prática de exercícios físicos regulares pode potencializar ainda mais todos esses benefícios. Mas e nos casos em que essas mudanças não bastam para garantir a saúde e o bem-estar do paciente? Neste artigo, descubra mais sobre situações nas quais pode ser necessário outro tipo de iniciativa além de dieta e exercícios físicos. Acompanhe a seguir. Além de dieta e exercícios: quando é necessária uma intervenção cirúrgica? Os candidatos à cirurgia de obesidade (ou cirurgia de redução do estômago) precisam ter um IMC classificado como obesidade classe II (35-39,99) com patologias associadas, ou obesidade classe III (maior que 40), isoladamente. A obesidade está, geralmente, associada a questões genéticas, problemas psicológicos, transtornos alimentares, distúrbios hormonais, falta de atividade física e má alimentação. Nessas situações, o risco está não apenas no sobrepeso, como também na possibilidade de se desencadear outros problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, colesterol alto, diabetes tipo 2, problemas respiratórios e até mesmo alguns tipos de câncer. E tal quadro, sobretudo em pacientes com obesidade mórbida, se não for tratado, eleva o risco de morte iminente. Portanto, cada paciente deve ser observado individualmente para que seja identificado o melhor tratamento para o seu caso. De modo geral, existe uma grande ligação com hábitos alimentares ruins e sedentarismo. Entretanto, existem casos nos quais o tratamento com dieta, exercícios e modificações comportamentais não são suficientes. Nessas circunstâncias, o tratamento cirúrgico é o único método que resulta em perda de peso prolongada e reduz os riscos de complicações das doenças associadas à obesidade mórbida. Cirurgia Bariátrica: uma alternativa de tratamento A cirurgia recomendada para esse tipo de tratamento é conhecida como cirurgia bariátrica, que consiste em reduzir o tamanho do estômago e/ou intestino, com o objetivo de limitar a quantidade de comida que pode ser ingerida e/ou absorvida pelo paciente. É importante saber que a cirurgia bariátrica não é um procedimento estético, mas sim um tratamento efetivo para uma doença crônica de difícil controle e com rápida evolução. Assim como em qualquer outra cirurgia, existem riscos ao realizá-la, ainda que sejam raros. Por isso, é recomendado que você procure uma equipe médica especializada e preferencialmente com certificação internacional para determinar quais as ações específicas para a resolução de seu caso. Se envolver a cirurgia, o processo deve ser abordado pelo paciente e pela equipe em todas as fases: pré, peri e pós-operatório. No Instituto de Medicina Sallet, que é Centro de Excelência em Cirurgia Bariátrica e Metabólica (Surgical Review Corporation- SRC), mais de 14 mil pacientes já foram submetidos ao tratamento cirúrgico com acesso videolaparoscópico e em 95% dos casos foram obtidos bons resultados, levando-se em consideração a diminuição de peso e a melhora ou remissão de doenças associadas. Que tal compreender um pouco mais sobre nossa atuação nesse segmento? Para isso, confira o artigo que preparamos para você!
Pão de frigideira

Hoje a nossa receita é um pão de frigideira. Rápido, fácil e saboroso! ⠀ Ingredientes: . 1/2 xícara de farinha de aveia; . 1/4 xícara de polvilho doce; . 1/3 xícara de água; . uma pitada de sal; . 1/2 colher de chá de fermento em pó. . 1/2 colher de sopa de azeite. . Uva passa, nozes ou outras frutas secas para incrementar. ⠀ Modo de preparo: Em um recipiente, adicione todos os ingredientes e mexa bem – a água, você deve inserir aos poucos até a massa absorver bem e ficar uma massa homogênea. Unte uma frigideira antiaderente e adicione a massa (ainda com o fogo desligado) e espalhe pela frigideira. Ligue no fogo baixo, tampe e deixe por poucos minutos até dourar. Vire e doure o outro lado. O ideal é esperar esfriar, pois logo ao tirar, ele pode dar a impressão de ficar com aspecto de “borracha”. ⠀ IMPORTANTE: Sigam as orientações da equipe transdisciplinar quanto ao tempo de pós-operatório para o consumo de todas as receitas sugeridas aqui postadas. ⠀ Está gostando de nossas receitas? Deixe seus comentários!
Imagem corporal em um corpo emagrecido pela cirurgia bariátrica

Como é amplamente conhecido e difundido, a cirurgia bariátrica provoca rápida perda de peso, principalmente no primeiro ano. Esse emagrecimento acelerado implica mudanças significativas na autoimagem e autoestima do paciente. Mas como os pacientes lidam e reconstroem essa nova imagem no pós-operatório? Ainda há pouca evidência científica sobre o tema na literatura. Tem-se muito a investigar, portanto, sobre a relação entre imagem corporal e redução drástica de peso. Vamos começar por definir imagem corporal. Trata-se de uma opinião interna e subjetiva sobre nosso próprio corpo. É a figuração do corpo humano formada mentalmente, ou seja, o modo pelo qual o corpo é representado para o indivíduo. E, psicologicamente, como é vivenciado por ele. O desenvolvimento da nossa autoimagem ocorre gradualmente, por meio de informações recebidas da infância ao desenvolvimento definitivo, que se verifica, geralmente, na adolescência. “Ter emagrecido para alguns pacientes não significa ter uma imagem corporal positiva” Muitos fatores levam o indivíduo a se relacionar positiva ou negativamente com o seu corpo. No processo de emagrecimento proporcionado pela cirurgia bariátrica, pessoas que se relacionavam mal com o próprio corpo (autodepreciação e constrangimento) – e que no passado enfrentaram insultos, bullying, autoimagem negativa e referências de baixo valor –, podem ter maior dificuldade para perceber sua mudança corporal. Dessa forma, estarão bem mais magros, mas continuarão a se sentir desconfortáveis com o próprio corpo. Mesmo as pessoas que se relacionavam bem com a sua imagem corporal, podem ter dificuldade de adaptação e de consciência corporal a partir do rápido emagrecimento. Esse processo de adaptação corporal se verifica por intermédio de exercícios com fotos dos pacientes, registros visuais da sua imagem no espelho, do toque, enfim, da construção de uma intimidade maior com o próprio corpo. Muitos pacientes chegam ao consultório sem ter espelho de corpo inteiro em casa, por sofrimento causado pela autoimagem! Além disso, do processo de adaptação consta a percepção racional da mudança no tamanho de suas roupas (guarde uma roupa de referência de antes da cirurgia). E mais: também há influência da ressignificação de suas histórias antigas com o próprio corpo, e da resposta afetiva de outras pessoas. Por exemplo, ao ouvir a frase mágica: “Nossa, como você emagreceu!”. É importante se certificar de que as imagens “real” e a “desejada” após um processo de emagrecimento cirúrgico serão as de um corpo que corresponda às características individuais de cada paciente, para que não haja sofrimento. A flacidez muscular depois de um processo de emagrecimento é outro fator que pode provocar prejuízos emocionais à imagem corporal de algumas pessoas. Por isso, a atividade física é tão importante! Há que lembrar, a propósito, que as cirurgias reparadoras estarão liberadas somente dois anos depois da cirurgia bariátrica. A adaptação dessa nova imagem não é um processo fácil para algumas pessoas. Logo, parte delas precisa de acompanhamento psicológico para assimilar “seu novo eu”. E para ser mais feliz e ajustado aos benefícios obtidos com a cirurgia bariátrica, que vão além da saúde, pois também impactam a visão mais ou menos positiva que cada um tem de si. Drª Bianca Godoy – CRP 65370 Psicóloga do Instituto de Medicina Sallet
Live: Aspectos Psiquiátricos Cirurgia Bariátrica e Metabólica

Amanhã, 24/06, às 20h, o Dr. José Afonso Sallet, médico-CEO do Instituto de Medicina Sallet estará com com o Dr. Paulo Sallet, Coordenador da Equipe de Psiquiatria e Psicologia do Instituto de Medicina Sallet, respondendo às principais dúvidas de nossos pacientes sobre os Aspectos Psiquiátricos Cirurgia Bariátrica e Metabólica. Você pode enviar as suas perguntas antecipadamente e nós as responderemos durante a live. Acesse nosso perfil @institutosallet. Não deixe de assistir!
Mingau de chocolate

Hoje temos mais uma receita para os pacientes de pré e pós-cirurgia. É um mingau de chocolate! Vamos anotar os ingredientes? ⠀ Ingredientes . 200ml leite de amêndoas; . 3 colheres (sopa) farelo de aveia; . 2 colheres (chá) cacau em pó; . 2 colheres (sopa) adoçante xylitol; . 1 colher (sopa) chocolate sem açúcar ou chocolate de açúcar de coco. ⠀ Mode de preparo Em uma panela, misturar todos os ingredientes em fogo baixo até engrossar. Pode servir com pedaços de frutas como morangos. ⠀ IMPORTANTE: Sigam as orientações da equipe transdisciplinar quanto ao tempo de pós-operatório para o consumo de todas as receitas sugeridas aqui postadas.
Ainda há chance de escapar da cirurgia bariátrica – Conheça o Balão Intragástrico

Emagrecer pode ser uma tarefa muito difícil de ser realizada sem alguma interferência médica. E quando tocamos nesse assunto, o primeiro pensamento que as pessoas costumam ter é ‘cirurgia bariátrica’. No entanto, para pacientes que não são caracterizados como o grupo de risco mais indicado para o procedimento, que são aqueles com o IMC igual ou superior a 40, existe um procedimento que é mais indicado do que a cirurgia, o balão intragástrico. Quer conhecer melhor esse procedimento e como ele funciona? Então acompanhe esse artigo! Entenda melhor como funciona o balão intragástrico O balão intragástrico é basicamente uma bola, fabricada de um silicone muito resistente, capaz de suportar tranquilamente o ambiente ácido estomacal. O balão intragástrico é inserido no estômago, vazio, através de uma sonda endoscópica, e depois insuflado dentro do estômago com uma mistura líquida de soro fisiológico com um corante conhecido como azul de metileno. É importante que essa substância que preencha o balão intragástrico seja azul porque, caso exista algum problema na válvula de contenção do balão e esse líquido vaze, ele será absorvido pelo organismo e eliminado na urina, que por consequência do corante ficará verde. Assim, o paciente poderá saber que algo está errado e procurar um médico. Tanto o procedimento da colocação como o da retirada do balão intragástrico pode ser feito em ambiente ambulatorial. Mas, o mais indicado é que ele seja realizado com o uso de uma sedação simples e a intubação, bem como acompanhado de um profissional experiente no assunto. Assim os riscos de qualquer problema são muito menores, além disso, a intubação aumenta a ventilação do paciente durante o processo. Uma vez dentro do estômago e insuflado de acordo com a recomendação para o paciente o balão deverá permanecer dentro do organismo por seis meses. Seu papel é ocupar um bom espaço dentro do órgão, diminuindo o espaço livre para ser preenchido com alimentos. Outra função do balão intragástrico é diminuir a produção de um hormônio chamado Grelina, que é o responsável pela sensação de fome. Mas, ele desempenha melhor esse papel apenas nos três primeiros meses. Depois desse período sua função é apenas mecânica, ocupando espaço no estômago, para que menos alimento seja ingerido. É preciso estar atento Assim como no caso da cirurgia bariátrica, o paciente que coloca o balão intragástrico também precisa de um acompanhamento médico constante. Isso porque será preciso que ele passe por um processo de reeducação alimentar, aprendendo a comer com mais qualidade e em menor quantidade. A reeducação alimentar é muito importante nesse processo, pois, o estômago é um órgão capaz de esticar, logo, se for forçado com alimentos em excesso, ele se tornará maior e a pessoa poderá comer a mesma quantidade de antes, mesmo com o balão intragástrico. Além disso, sem a existência da reeducação alimentar e um acompanhamento profissional multidisciplinar com atividades físicas e suporte psicológico, depois de seis meses de uso do balão e emagrecimento, quando ele for removido, o paciente sofrerá sérios riscos de voltar a engordar. Você sabe qual é o seu IMC (Índice de Massa Corporal)? Clique aqui, faça o teste gratuito e descubra sua classificação. Veja as vantagens de optar pelo balão intragástrico Além de ser uma técnica mais simples, menos invasiva e não cirúrgica existem algumas outras vantagens que envolvem o uso do balão intragástrico. As principais são: Procedimento simples que pode ser realizado em ambulatório; Por não ser cirúrgico, não há mutilação de órgãos; Procedimento reversível, o balão intragástrico pode ser retirado quando o paciente quiser; Pode ser feito mais de uma vez; A média de perda de peso com o balão é de 20% do peso total do paciente; Considerado um procedimento de baixo risco, com pouquíssimas chances de complicações ou morte. Público indicado para o uso do balão intragástrico Qualquer pessoa com sobrepeso ou obesidade grau I e não possua contraindicações para a realização do procedimento, pode colocar o balão intragástrico. A recomendação é que um médico de confiança e especialista seja consultado para indicação segura do procedimento. Não existe uma idade mínima ou máxima para sua realização, no entanto, quando falamos do público adolescente, e de pacientes mais velhos, as chances de sucesso são menores. Visto que os pacientes mais novos podem ter um comportamento mais complicado, e os pacientes idosos possuem um metabolismo mais lento. Quais são as contraindicações do balão intragástrico? A maior parte das contraindicações para a colocação do balão intragástrico são relacionadas a doenças pré-existentes, ou condições físicas do órgão, veja algumas contraindicações: Pessoas que já tenham passado por procedimentos cirúrgicos estomacais; Tumores no estômago; Úlceras ativas na parede estomacal, nesses casos é possível tratar a úlcera antes da colocação do balão intragástrico; Gastrites ou outras inflamações da parte superior do sistema digestivo; Hérnia de diafragma hiatal, maior de 5 cm, condição que aloque o estômago para a cavidade torácica; Quais são os exames necessários para a colocação do balão intragástrico? Os exames necessários sempre são indicados pelo especialista. Sempre é importante que haja uma investigação médica e a solicitação de exames que o médico achar necessário. Variando assim para cada paciente. Se o paciente for uma mulher em período fértil, é interessante que seja feito um exame de gravidez. O balão intragástrico além de ser um procedimento simples, não invasivo e reversível, também é um procedimento que apresenta excelentes resultados quando seus pacientes estão realmente engajados com a perda de peso. Veja também “Por que é tão difícil perder peso?” Gostou desse artigo? Compartilhe a experiência.
Bolo de Whey Protein

Ingredientes 1 scoop de Whey Protein de chocolate; 1 banana amassada; 1 ovo; 1 colher (sopa) de cacau em pó; 1 colher (sopa) de farinha de aveia; 1 colher (sobremesa) de óleo ou azeite; Leite desnatado para dar ponto; 1 colher (chá) de fermento. Modo de preparar⠀ . Misture todos os ingredientes muito bem (sem o fermento) e vai acrescentando o leite aos poucos até formar um creme homogêneo. . Adicione o fermento e misture. . Despeje em um recipiente que possa ir ao microondas (pode usar de vidro). . Leve ao microondas – o tempo dependerá da potência de cada microondas (entre 1m30s e 3m). ⠀ Dica: pode fazer cobertura com chocolate zero açúcar ou chocolate com açúcar de coco. Derreta uma barra de +/- 100g. Use, em média, 25ml de leite desnatado para que o chocolate da cobertura não fique duro. Jogue por cima do bolo e deixe esfriar. Pode levar a geladeira antes de servir. ⠀ NÃO ESQUEÇA! É importante que sigam as orientações da equipe transdisciplinar quanto ao tempo de pós-operatório para o consumo de todas as receitas sugeridas aqui postadas.
Queda de Cabelo após Cirurgia Bariátrica: causas e tratamento

De modo geral, as cirurgias são recursos importantes ou mesmo únicos para resolver determinados problemas de saúde mais agravados e proporcionar mais bem-estar e qualidade de vida aos pacientes. No entanto, elas também podem trazer algumas consequências e, por isso, é necessário estar atento às recomendações médicas. Um efeito colateral bastante comum, por exemplo, é a queda de cabelo após cirurgia bariátrica. Neste artigo, compreenda melhor o que leva à queda de cabelo e veja dicas do que pode ser feito para lidar com essa situação. Acompanhe a seguir. Por que aumenta a queda de cabelo após cirurgia bariátrica? Antes de mais nada, é importante lembrar de que a cirurgia bariátrica não é meramente um procedimento estético, mas médico, sendo recomendado à pacientes com IMC elevado e risco de doenças relacionadas à obesidade. Sendo assim, por se tratar de um processo invasivo, é preciso tomar alguns cuidados antes e depois da cirurgia, seguindo todas as orientações médicas para se minimizar ao máximo eventuais efeitos adversos – incluindo a perda excessiva de cabelo. A queda de cabelo após cirurgia bariátrica ocorre em cerca de 30% a 50% dos pacientes. Pode-se dizer que esse problema é multifatorial, podendo acontecer devido a causas de natureza endocrinológica, infecciosa, medicamentosa, traumática, seborreica ou nutricional. Sendo que, no caso de pacientes bariátricos, a causa nutricional apresenta relação mais próxima. Esse processo, naturalmente, pode acontecer devido ao eflúvio telógeno, uma condição caracterizada pelo aumento da queda diária dos fios de cabelo. Essa mesma condição também é observada em outras situações, como no pós-parto, nas pneumonias e em pessoas com estresse elevado. Ainda assim, o distúrbio nutricional, devido a dietas muito restritivas, é considerado um fator extremamente prejudicial. Levando em consideração que as vitaminas e minerais são os principais componentes para que o organismo funcione corretamente, quando o corpo recebe menores quantidades do que o necessário, é comum sentir diferenças, e o cabelo é um dos primeiros a demonstrar essa carência. Desse modo, a cirurgia bariátrica é segura e eficaz, mas pode causar novos problemas clínicos e está associada a necessidades diagnósticas, preventivas e terapêuticas específicas. Por isso, contar com o apoio de uma equipe transdisciplinar e seguir rigorosamente suas recomendações é fundamental para o sucesso da cirurgia, perda e manutenção do peso ideal, além de evitar ou diminuir possíveis efeitos colaterais. Como evitar a queda de cabelo após a cirurgia bariátrica Para lidar e evitar um agravo do problema, há algumas práticas importantes a serem adotadas. Entre elas, estão: instruções médicas: o pós-operatório é tão importante quanto a própria cirurgia para se manter os efeitos do procedimento. Lembre-se de que cada organismo é único, então siga as instruções da sua equipe para contar com os benefícios da bariátrica e para não ter de lidar com outros problemas decorrentes; alimentação balanceada: depois da cirurgia bariátrica, é necessário adotar novos hábitos e o principal deles é uma dieta balanceada; exercícios físicos: manter o corpo em movimento é necessário para um bom funcionamento, saúde e bem-estar; suplementação: em alguns casos, é necessário realizar a suplementação de micronutrientes como biotina, sulfato ferroso e zinco; uso contínuo: geralmente é indicado o uso contínuo de polivitamínico e polimineral. Por fim, é importante compreender que é indispensável realizar a vigilância periódica das deficiências nutricionais e suas correções para evitar a queda de cabelo após cirurgia bariátrica e outros problemas. Para saber mais sobre essa e outras questões importantes, baixe nosso Guia de pós-operatório de cirurgia bariátrica.